Melhores épocas para dar lances

Quer saber quais são as melhores épocas para dar lances no consórcio? Acesse o artigos da Porto Vale Consórcio e descubra!

Entenda o momento certo para ter mais chances de ser contemplado

O consórcio é uma modalidade de compra parcelada que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado brasileiro. Por meio dele, é possível adquirir bens de valor elevado, como imóveis e veículos, sem precisar de um grande investimento inicial.  

No entanto, uma dúvida que pode surgir para quem está pensando em entrar em um consórcio é: quais são as melhores épocas do ano para dar lance

Antes de responder a essa pergunta, é importante entender como o consórcio funciona. Ele é formado por um grupo de pessoas que desejam adquirir o mesmo bem ou serviço e que pagam parcelas mensais para formar um fundo comum.  

Esta é uma opção muito atraente para quem quer poupar, especialmente para aqueles que desejam adquirir um bem de alto valor, mas não têm todo o montante necessário para pagar à vista e a disciplina para economizar por conta própria. 

A iniciativa funciona como uma modalidade de crédito/autofinanciamento, em que o valor é parcelado em um número determinado de vezes, o que facilita o pagamento. 

A cada mês, um ou mais participantes são sorteados para receberem a carta de crédito, que é o valor que poderá ser utilizado para a compra do bem. Além do sorteio, existe a possibilidade de dar lances em uma assembleia do consórcio.  

Os lances são valores maiores que as parcelas mensais. Nesse mecanismo, quem oferecer o maior valor, leva a carta de crédito. Isso significa que quanto maior for o lance oferecido, maior é a chance de ser contemplado.  

Mas, afinal, existem melhores épocas para dar lance em um consórcio? A resposta é sim! 

Algumas épocas do ano podem ser mais vantajosas do que outras para quem tem o valor necessário para fazer uma oferta. Veja a seguir algumas delas: 

Em épocas de baixa temporada: dependendo do bem que você deseja adquirir, pode ser vantajoso dar lance em épocas de baixa temporada.  

Por exemplo, se você quer comprar um carro, os meses de janeiro e fevereiro podem ser bons para dar lances, já que as vendas costumam ser menores nesse período. 

Já no caso de imóveis, o final do ano pode ser uma boa opção, já que muitas pessoas preferem esperar para comprar uma propriedade depois das festas, e gastos de fim de ano. 

No início do ano: muitas pessoas utilizam o 13º salário para pagar dívidas e também para investir em bens de valor elevado, como imóveis e veículos. Por isso, é comum que haja uma maior procura por consórcios nesse período e, consequentemente, uma concorrência maior durante as assembleias.  

No entanto, é possível usar esta concorrência a seu favor no caso de já ter certo conhecimento sobre o seu grupo, com uma análise do seu histórico de lances.  

Se tiver dinheiro guardado para dar um lance alto, pode ser uma boa oportunidade para aumentar suas chances de ser contemplado, tendo em mente quanto seus companheiros de grupo costumam ofertar neste período. 

No aniversário do grupo: sempre que o grupo de consórcio fizer seu “aniversário”, ou seja, depois de ter completado mais um ano de duração, é comum que as taxas cobradas no grupo sejam reajustadas.  

Este reajuste costuma ser feito principalmente para proteger o valor da carta de crédito da desvalorização, especialmente para aqueles que venham a ser contemplados por último. 

Como o valor da mensalidade deve aumentar com os reajustes, é comum que os integrantes façam ofertas menores, especialmente se o aniversário do grupo coincidir com outras datas de grandes gastos, como pagamento de IPTU, IPVA, declaração de Imposto de Renda, volta às aulas, e outros.  

Nesse cenário, caso já tenha um bom montante para fazer um lance, terá mais chances de ser contemplado. 

Aqui, vale ressaltar que em algumas categorias de consórcio, como no consórcio de imóveis, o consorciado pode fazer uso do valor de seu FGTS – o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, para realizar o lance, o que é uma vantagem. 

É preciso destacar, entretanto, que só dar um lance em um momento específico não irá garantir a contemplação, já que não há uma época do ano que seja definitivamente melhor para dar lance em consórcios.  

O mais importante é estar atento às oportunidades e às condições do mercado, e ter um planejamento financeiro bem estruturado para oferecer lances que estejam dentro de suas possibilidades.  

Para uma das gerentes da Porto Vale, Carolina França, a maior estratégia que um consorciado pode ter na oferta de lance é a disciplina, para que todo mês coloque seu lance e fique visitando os históricos do grupo. 

“Em contato com o consultor, o consorciado vai ver como ele está ranqueado dentro do grupo, para conseguir, na maior brevidade possível, ser contemplado. Ele vai ter acesso a todos os lances ofertados e vai conseguir saber onde ele está. Isso ajuda o cliente a não descapitalizar o recurso total que ele tem para lance”, explica. 

Além de construir a estratégia necessária para ter mais chances de ser vitorioso em seu lance, também é preciso ter certeza de que o tipo de grupo para o qual irá comprar uma cota de consórcio, de fato, atende às suas necessidades.  

Tipos de grupos de consórcio

Os consórcios são uma forma popular de autofinanciamento no Brasil, especialmente para a compra de bens como carros e imóveis. 

Eles consistem em um grupo de pessoas que se juntam para contribuir com parcelas mensais e, em um sorteio ou lance também mensal, um membro é escolhido para receber o valor total da carta de crédito para a aquisição do bem desejado. 

Existem vários tipos de grupos de consórcio, cada um com suas próprias características e benefícios. Além disso, também é importante entender a diferença entre o momento no qual o cliente irá ingressar em um grupo de consórcio: 

Grupos novos: são formados por pessoas que estão iniciando o consórcio e permitem que os participantes possam pagar um valor menor nas parcelas, quando o prazo é longo.  

No caso de grupos que se iniciam quando estão parcialmente formados, há a vantagem de possuir menos participantes. Assim, é possível ter a vantagem de uma concorrência menor e, consequentemente, mais chances de ser sorteado ou contemplado por lance. 

Outra vantagem dos grupos novos é que, muitas vezes, a administradora oferece condições especiais para a adesão, como taxas de administração mais baixas ou prazos de pagamento mais estendidos.  

Além disso, como o grupo ainda está em fase de formação, é possível escolher o valor da carta de crédito e o prazo de pagamento que melhor se adequa às suas necessidades. 

Grupos em andamento: por já estarem formados, podem possuir um número maior de participantes, o que não significa, necessariamente, que ofereçam uma concorrência maior, já que, por vezes, parte significativa dos membros já foi contemplada.  

Assim, o novo membro terá mais chances de ser sorteado ou contemplado por lance, além de um tempo de espera menor para receber a carta de crédito. 

Também é possível adquirir uma cota já contemplada, ou seja, comprá-la de outro membro que decidiu abandonar o grupo, apesar de já ter sido contemplado, o que significa que o membro pode receber a carta de crédito imediatamente. 

Além disso, como o grupo já está em andamento, é possível ter uma ideia mais clara de como o consórcio está funcionando e quais são as chances reais de contemplação. 

Assim, escolher entre um grupo novo ou em andamento vai depender das preferências de cada pessoa e de suas necessidades e condições financeiras.  

Em ambos os casos, é fundamental pesquisar com atenção a respeito da estrutura do grupo, além de escolher uma administradora de confiança para evitar problemas futuros.  

Para isso, comece checando a lista de empresas administradoras de consórcio que têm a autorização do Banco Central para atuar neste setor.  

Por fim, para aqueles que ainda têm certa dificuldade em construir planejamentos financeiros adequados, é essencial contar com uma equipe de especialistas atenciosos e prestativos, como a equipe da Porto Vale Consórcio, a maior afiliada do grupo Porto neste segmento.  

Entre em contato com o time de consultores da Porto Vale e faça uma simulação de consórcio! 

Qual tipo de imóvel é ideal para você?  

Está em busca do imóvel ideal para o seu perfil? Saiba o que avaliar durante a busca de uma casa, terreno ou apartamento para comprar!

Aprenda a encontrar o imóvel certo para o seu perfil

Conquistar a casa própria é algo que boa parte da população brasileira deseja, principalmente aquela parcela que se encontra no grupo dos jovens adultos.  

De acordo com uma pesquisa sobre a realidade imobiliária no Brasil, feita pela startup QuintoAndar com o Datafolha, 91% dos brasileiros entre 21 e 24 anos afirmam que ter uma casa própria é um de seus sonhos.  

Diante desta realidade, tanto para aqueles que desejam finalmente comprar sua própria casa quanto para quem quer investir em mais um imóvel, é importante ter um planejamento adequado para realizar a compra com êxito e sem endividamentos.

Para isso, especialistas recomendam que os interessados saibam, em primeiro lugar, como traçar seu próprio perfil, de modo que possam entender que tipos de imóveis atendem às suas necessidades.  

Como escolher um imóvel para comprar?

O primeiro passo para que se possa definir um perfil próprio, é estabelecer quais são as suas principais necessidades.  

No caso de quem mora sozinho, por exemplo, um espaço menor pode ser suficiente, o que talvez lhe permita priorizar outras questões, como localização, presença de um condomínio fechado, facilidades que o espaço oferece e etc. 

Já para aqueles que moram com grandes famílias, ter um espaço amplo o bastante para que todos possam morar confortavelmente deve ser uma das principais prioridades.  

No caso da presença de crianças, animais domésticos e pessoas com mobilidade reduzida, é importante ainda que uma atenção extra seja dada à infraestrutura do imóvel em relação a questões de segurança e acessibilidade.  

Também é essencial que se faça o planejamento financeiro adequado para que seja possível iniciar a empreitada com responsabilidade.   

Para isto, é preciso iniciar um planejamento familiar, avaliando todos os aspectos envolvidos no processo de aquisição do imóvel para além de seu valor de compra, como possíveis reformas, documentação, compras de móveis, decoração, gastos com mudanças, e outros.  

Todos estes fatores variam bastante de acordo com o tipo do imóvel, portanto, é interessante que se construa um planejamento completo desse investimento.  

Principais tipos de imóveis 

Existem três formas principais de se diferenciar um imóvel: por sua finalidade, por seu tamanho e por sua estrutura.  

Por exemplo, uma casa usada apenas como uma residência assumirá um papel social distinto, além de demandar documentações diferentes, daquela mesma estrutura empregada para a operação de um comércio, por exemplo.  

A mesma coisa acontece com propriedades construídas na zona rural. Quando utilizadas para a atividade agrícola ou pecuária, os imóveis passam a ser denominados como rurais. Caso sejam apenas casas de campo, não recebem esta nomenclatura.  

Cabe ainda destacar os diferentes tipos de estrutura de imóveis, como apartamentos, terrenos, casas térreas e outras. 

Como são opções tão distintas, é interessante que o futuro comprador busque por mecanismos que permitam que seu investimento seja direcionado para a modalidade que realmente deseja, como é o caso do consórcio de imóveis.  

Os grupos de consórcio são hoje uma das formas mais vantajosas de se comprar o imóvel ideal, já que não cobram taxa de juros e oferecem planos flexíveis, com parcelas que cabem no bolso de cada interessado, e ainda permitem a chance de uma contemplação rápida.

Na Porto Vale Consórcio, por exemplo, o valor da carta de crédito para o consórcio de imóveis começa a partir dos 70 mil reais, podendo ultrapassar os 500 mil. Assim, os clientes podem explorar uma gama diversa de opções de imóveis. 

De acordo com o gerente da Porto Vale, Marcus Patto, assim que contemplado o cliente já pode ter o imóvel em seu nome. 

“Ao utilizar sua carta de crédito, o imóvel ficará em seu nome e alienado à administradora. A alienação é a garantia da administradora, mas, a partir do momento que você quitar o seu consórcio, a alienação é retirada”, explica. 

Como existem diversos grupos de consórcios imobiliários, cada um voltado para uma categoria diferente, fica muito mais prático para que os consorciados possam atingir seus objetivos de forma segura, econômica e tranquila.  

Conheça algumas das principais categorias de imóveis que você pode conquistar com seu consórcio!

Apartamento

Os consórcios para apartamento são uma das opções mais populares entre pessoas mais jovens, sejam elas solteiras ou casadas. 

Este tipo de imóvel, estruturas verticais onde indivíduos e/ou famílias vivem em residências separadas, tem crescido muito nas grandes cidades do país.   

Cada unidade pode conter 1, 2, 3 ou mais dormitórios, com ou sem suíte, além de banheiro, cozinha e vagas de garagem, apesar de não ser uma obrigatoriedade.  

Os consórcios para essa categoria de imóvel têm valores variados, já que o preço de cada apartamento depende de fatores como número de quartos e vagas na garagem e facilidades oferecidas pelo condomínio, como academia, piscina, parquinho, entre outros. 

Além disso, a localização também cumpre um papel fundamental no preço final do apartamento.   

Sala comercial

As salas comerciais são espaços dedicados ao desenvolvimento de atividades comerciais. 

Estes ambientes podem ser usados para abrir uma loja, uma empresa de prestação de serviços ou outra modalidade de negócio. 

Além disso, podem ser empregados como escritórios, consultórios, e outros segmentos. 

Em geral, as salas comerciais são buscadas por quem tem planos de expandir um negócio ou obter renda por meio do aluguel. 

Estúdio

Os estúdios podem ser encontrados tanto em terrenos planos quanto em construções verticalizadas e se caracterizam pela presença de apenas dois cômodos, um quarto-sala-cozinha e mais um banheiro.  

Por serem menores e consequentemente mais baratos, esta opção se popularizou muito nos últimos anos entre pessoas solteiras, principalmente nas grandes cidades, onde o custo dos imóveis, e de vida, costuma ser bem mais elevado. 

Por esta razão, também costuma ser bastante procurado por quem tem interesse em oferecer residências para alugar para estudantes universitários. 

Quem opta por um consórcio para estúdio deve avaliar a localização do imóvel com atenção, para garantir que o investimento será recompensador. 

Terreno 

Outra opção muito popular entre os consórcios é a modalidade dedicada à compra de um terreno.  

Além de ter um valor mais acessível do que um imóvel pronto, na maioria das vezes, adquirir um terreno permite que o proprietário possa construir sua casa da forma como desejar. 

Este tipo de possibilidade se mostra particularmente interessante para aqueles que desejam explorar novas técnicas de arquitetura e otimizar o aproveitamento do terreno. 

Consórcio para casa na praia 

Modalidade específica para residências no litoral, esta categoria atende aqueles que desejam conseguir uma renda extra com o aluguel da casa durante a alta temporada, quem busca ter uma casa de veraneio para si e sua família e para quem deseja se mudar de fato para o litoral. 

Para que o consórcio em pauta seja vantajoso, é importante que a região na qual a casa está localizada seja avaliada com atenção.

Os interessados devem checar a proximidade do imóvel com o mar e se a residência foi construída em uma zona segura, longe de regiões que ofereçam riscos de deslizamentos ou inundações.  

Como encontrar o imóvel ideal?

Encontrar o imóvel ideal no consórcio é mais fácil do que você imagina, já que o mesmo permite que seus integrantes possam fazer compras à vista, o que oferece um poder de negociação muito maior e garante a possibilidade de descontos no fechamento do negócio. 

Tal vantagem é garantida através do recebimento de uma carta de crédito no valor total referente ao preço do imóvel desejado. 

Esse valor estará sempre atualizado, já que a valorização da carta de crédito acompanha o índice do segmento contratado que, neste caso, é o INCC – o Índice Nacional de Custo da Construção. 

Assim, os consorciados ficam protegidos da desvalorização e podem adquirir seu bem sem complicações. 

Por esta razão, é importante que os consorciados se atentem para escolher um grupo de consórcio que ofereça uma carta de crédito no valor que realmente precisam.  

Existem duas formas de contemplação em um consórcio de imóvel: os sorteios e os lances. Os sorteios ocorrem todos os meses durante as Assembleias, nas quais um ou mais membros sempre serão contemplados, sem que tenham que fazer nada além de cumprir com suas responsabilidades com o grupo. 

Já no caso dos lances, os membros oferecem um valor referente a um adiantamento parcial das parcelas que ainda devem pagar, para que possam ter acesso à carta de crédito.  

Para definir o valor ofertado no lance, é possível que se faça um cálculo a partir da quantidade de parcelas que deseja quitar do consórcio.   

Para que tenha mais chances de sair vitorioso, o mais recomendado é que se acompanhe os valores ofertados ao longo das assembleias para entender qual é o fôlego financeiro dos outros integrantes do grupo.  

Para contar com o apoio de uma organização que já se consolidou no ramo, faça contato com os consultores da Porto Vale Consórcio! 

Produtores rurais e consórcio

Já conhece todos os benefícios do consórcio agro para produtores rurais? Veja aqui como a modalidade pode alavancar sua produção.

Entenda por que a modalidade tem sido tão vantajosa para este público

O consórcio agro tem se mostrado uma opção cada vez mais popular entre os produtores rurais brasileiros. 

Em um cenário de oportunidades no setor agrícola, muitas pessoas estão em busca de alternativas de investimento que ofereçam segurança e rentabilidade, e o consórcio agro surge neste contexto como uma modalidade atrativa. 

O consórcio é um sistema em que um grupo de pessoas se une para adquirir um bem ou serviço em comum, pagando prestações mensais até que todos os integrantes tenham recebido a sua carta de crédito.   

No caso dos produtores rurais, o consórcio pode ser utilizado em diversas frentes, como para a aquisição de maquinário agrícola, animais de criação, insumos e até mesmo para a construção de armazéns e galpões. 

Entre as vantagens do consórcio estão a ausência de juros, já que não há a incidência de taxas como no financiamento; e a flexibilidade no pagamento, já que é possível escolher um plano que se adapte às necessidades e possibilidades de cada produtor, com prazo e carta de crédito diferentes.  

Além disso, ao participar de um consórcio, o produtor tem a oportunidade de se planejar financeiramente e fazer uma compra de forma mais consciente, sem se endividar em excesso. 

Para o produtor rural, o consórcio também oferece a possibilidade de ampliar seus negócios e investir em novos empreendimentos. 

Com a aquisição de maquinário agrícola, por exemplo, é possível aumentar a produtividade e a eficiência na lavoura, o que pode resultar em um incremento de renda para o produtor. 

Outra vantagem do consórcio agro é que, ao participar de um grupo, o produtor tem acesso a uma rede de contatos e informações sobre o mercado, o que pode ser útil na hora de tomar decisões importantes. 

Além disso, o consórcio pode ser uma forma de fortalecer a comunidade rural, já que os participantes se unem em torno de um objetivo em comum. 

No entanto, é preciso ter cuidado na hora de escolher uma empresa de consórcio, buscando referências e verificando a sua idoneidade para garantir que o grupo oferece aquilo que promete e que a administradora tem estrutura para proporcionar o suporte necessário em todas as etapas do consórcio. 

O agronegócio no Brasil hoje 

O agronegócio é um dos setores mais importantes da economia brasileira, sendo responsável por grande parte das exportações do país e por garantir a segurança alimentar de milhões de pessoas.  

Com a pandemia de COVID-19, o segmento enfrentou diversos desafios, mas conseguiu se manter forte e resistente, contribuindo para a retomada da economia do país. 

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção agrícola brasileira cresceu 5,2% em 2020, impulsionada principalmente pelo aumento da produção de grãos, como soja e milho. 

O setor de pecuária também apresentou bons resultados, com aumento na produção de carne bovina, suína e de aves. 

Além disso, o agronegócio brasileiro tem se destacado pela adoção de tecnologias avançadas, como o uso de drones, inteligência artificial e monitoramento remoto, que têm contribuído para o aprimoramento da eficiência e da produtividade do setor. 

Outro aspecto importante do agronegócio no Brasil é a sua relevância no cenário internacional. O país é um dos maiores exportadores de alimentos do mundo, tendo exportado mais de US$ 100 bilhões em produtos agrícolas só em 2020. Isso é o que os dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, apontam. 

Os principais destinos das exportações brasileiras são China, União Europeia e Estados Unidos. 

No entanto, apesar dos bons resultados, o setor também enfrenta desafios, como o aumento dos custos de produção e a falta de mão de obra qualificada, especialmente quando falamos sobre os produtores de médio e pequeno porte, que não desfrutam do mesmo espaço que as lideranças do agronegócio. 

Além disso, a questão ambiental tem sido um tema cada vez mais presente nas discussões do setor, com a necessidade de conciliar o aumento da produção com a preservação do meio ambiente. 

Diante desse cenário, é importante que os produtores continuem investindo em tecnologia e inovação, buscando otimizar seus processos e aumentar a eficiência do setor como um todo.  

Além disso, é fundamental que o setor esteja atento às demandas do mercado internacional e às questões ambientais, buscando garantir a sustentabilidade e a competitividade do agronegócio brasileiro. 

Com isso, o segmento pode continuar sendo um dos motores da economia do país, contribuindo para a geração de empregos e para o desenvolvimento social e econômico do Brasil. 

Consórcio agro para maquinários rurais 

Entre as modalidades do consórcio agro, a que mais se destaca é a categoria de maquinários agrícolas, cada vez mais essenciais para os produtores rurais.  

Com a crescente demanda por modernização e aprimoramento das atividades agrícolas, muitos produtores têm recorrido ao consórcio agro como uma alternativa de investimento mais acessível e viável. 

No caso dos produtores rurais, o objetivo é a compra de tratores, colheitadeiras, plantadeiras e outros maquinários necessários para o desenvolvimento das atividades no campo. 

Uma das grandes vantagens do consórcio agro para maquinários rurais é que não há incidência de juros sobre as parcelas, o que torna o investimento mais atrativo do que o financiamento bancário. 

No consórcio agro, além de não existir juros, os planos oferecem prazos mais flexíveis e parcelas adequadas às possibilidades financeiras de cada produtor. 

Outra vantagem do consórcio agro é a possibilidade de planejamento financeiro, já que os produtores podem se organizar para adquirir o maquinário necessário sem extrapolar o seu orçamento, já que se trata de uma iniciativa de médio a longo prazo. 

Além disso, o consórcio agro para maquinários rurais também oferece a oportunidade de acesso a equipamentos modernos e de alta tecnologia, que podem aumentar a produtividade e a eficiência no campo.  

Com a aquisição desses maquinários, os produtores podem reduzir custos com perda de alimentos, acidentes e outros problemas, além de aumentar a produção e garantir um espaço mais seguro, melhorando a rentabilidade do negócio por completo. 

Vale ressaltar que o consórcio agro para maquinários rurais exige cuidados na escolha da administradora responsável pelo processo, já que nem todas as empresas trabalham especificamente com esta categoria de consórcios. 

Quais são os principais maquinários agrícolas do consórcio agro? 

A agricultura contemporânea é uma atividade que exige muita tecnologia e o emprego de um maquinário específico para garantir eficiência e alta produtividade no campo.  

Os avanços tecnológicos têm levado ao desenvolvimento de maquinários agrícolas cada vez mais modernos e sofisticados, que ajudam os agricultores a produzirem mais e a evitarem desperdícios, reduzindo seus custos e aprimorando seus processos produtivos. 

Entre os principais maquinários agrícolas utilizados no Brasil, destacam-se: 

  • Tratores: são fundamentais na agricultura, sendo usados para diversos fins, como preparo do solo, plantio, colheita e transporte. Existem vários modelos e tamanhos de tratores, desde os menores, que são utilizados em pequenas propriedades, até os maiores, usados em grandes culturas. 
  • Colheitadeiras: utilizadas para colher e processar grãos, como milho, soja, arroz, trigo, entre outros. As colheitadeiras mais modernas já são equipadas com tecnologia avançada, como sistemas de GPS, sensores e monitores, que permitem um controle mais preciso e eficiente do processo de colheita. 
  • Plantadeiras: responsáveis pelo plantio de sementes em grandes áreas, as plantadeiras modernas são capazes de distribuir as sementes de forma precisa e uniforme, além de incorporá-las ao solo e aplicar fertilizantes. 
  • Pulverizadores: são usados para aplicação de defensivos agrícolas e fertilizantes, sendo fundamentais para a proteção das lavouras contra pragas e doenças. Os pulverizadores modernos contam com sistemas de controle de aplicação, que permitem a redução de desperdícios e o aumento da eficiência. 
  • Implementos agrícolas: são equipamentos complementares utilizados nos processos de preparo do solo, como arados, grades, subsoladores, entre outros. 

Além desses maquinários, existem outros equipamentos utilizados em atividades específicas, como os pivôs centrais, utilizados para irrigação de grandes áreas; e as ensiladeiras, usadas para corte e armazenamento de forragem para alimentação animal. 

É importante destacar que a escolha do maquinário agrícola adequado para cada atividade é fundamental para garantir a eficiência e a rentabilidade da produção.  

Por isso, é importante que os produtores avaliem suas necessidades e busquem orientação técnica especializada para escolher os equipamentos mais adequados para cada etapa de sua atividade. 

Com o uso adequado e eficiente dos maquinários agrícolas, os produtores podem aumentar sua produtividade, reduzir custos e aprimorar sua produção, contribuindo para o desenvolvimento da agricultura no Brasil. 

Para aproveitar as vantagens do consórcio agro, faça uma simulação com a equipe da Porto Vale Consórcio e estabeleça contato com um dos membros da equipe de consultores! Estamos à disposição para tirar todas as suas dúvidas. 

Consórcio imobiliário: simulação para planejar e pagar até o fim sem surpresas! 

Saiba como se manter em dia com as parcelas do seu consórcio imobiliário para realizar o sonho da casa própria!

Simule seu consórcio e aprenda a se organizar para comprar seu imóvel

O sistema de consórcios vem consolidando sua evolução ano após ano, e bateu recorde de membros ativos em 2022, com destaque para o consórcio imobiliário.  

De acordo com dados da Abac – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio, o número de participantes ativos no sistema teve crescimento ao longo dos 12 meses do ano passado, alcançando a marca de 9,41 milhões de membros. 

Entre as principais modalidades de grupos de consórcio adquiridas neste período, destacam-se os coletivos voltados para o setor imobiliário e automotivo.  

Em relação ao consórcio imobiliário, o aumento de sua procura enquanto solução para a aquisição de uma casa pode ser visto como uma consequência das dificuldades enfrentadas pelo povo brasileiro para ter acesso a soluções de crédito, como os tradicionais financiamentos. 

Diante de tal realidade, o consórcio imobiliário tem se mostrado como uma solução cada vez mais interessante, já que não cobra taxa de juros e também é mais flexível em relação à análise de crédito. 

Outro ponto positivo da modalidade é a diversidade de opções de grupos de consórcio, tanto em relação ao valor contratado na carta de crédito quanto em relação ao prazo de duração do compromisso financeiro. Assim, o consorciado consegue arcar com parcelas mais leves e fazer os pagamentos em dia. 

Vale ressaltar, no entanto, que para garantir a realização de um bom negócio, é essencial checar se a empresa administradora está autorizada pelo Banco Central a atuar no segmento de consórcios.  

Além disso, também é preciso prestar atenção às fraudes. Um dos tipos mais comuns é o golpe da carta de crédito contemplada, no qual um falso consorciado tenta se aproveitar de um interessado.  

Por este motivo, é imprescindível que, ao ingressar em um grupo de consórcio imobiliário, todo o processo seja feito diretamente com a empresa.  

Perfil de quem compra consórcio

Antes de optar por um grupo, é essencial que o interessado entenda qual o perfil de quem compra o consórcio, como forma de garantir que terá condições de cumprir com as demandas do grupo até o fim. 

Apesar de ser uma solução destinada para todas as pessoas legalmente adultas, independentemente da idade, é possível notar alguns padrões.  

De acordo com a pesquisa desenvolvida pela Turn2C, solução de inteligência artificial (IA) para o mercado de consórcio, em 2022, os clientes mais velhos – com idades entre 35 e 44 anos – saíram na frente, com 36,8% de participação nos grupos. Já os mais jovens – entre 25 e 34 anos – vêm logo atrás, com 35,2%.  

Tal fator se deve ao fato de que pessoas mais velhas costumam ter uma estabilidade financeira maior para arcar com compromissos de longo prazo, o que não significa que a camada mais jovem da população não possa se beneficiar de um consórcio de imóveis. 

O ponto-chave do perfil de quem compra consórcio é o compromisso com seus próprios objetivos e a capacidade de realizar um bom planejamento financeiro.  

Entenda como a simulação de consórcio imobiliário é feita 

Para saber como calcular consórcio imobiliário é essencial que se avalie todas as questões a respeito da modalidade, a começar pelo valor da carta de crédito. 

Ao escolhê-la, é preciso que a pessoa interessada analise qual tipo de imóvel deseja comprar e qual o seu valor médio, para que a carta de crédito escolhida dê conta de cobrir os gastos com a aquisição do imóvel. 

Em seguida, é preciso considerar o prazo de duração do grupo. Este corresponde ao tempo em que o consorciado terá que efetuar o pagamento das parcelas, que deve ser feito mesmo depois da contemplação. 

Para encerrar suas obrigações com o consórcio imobiliário, é possível que o consorciado quite o valor total que ainda deve ao grupo de forma antecipada, a depender das regras de cada empresa. 

Depois de considerar o valor que precisa para comprar sua casa e quanto tempo necessita para pagá-la, é hora de avaliar a cobrança de taxas.  

Principais taxas de um consórcio 

Apesar de não contar com a cobrança de juros, o consórcio de imóveis tem algumas taxas que cumprem com o objetivo de manter a funcionalidade de cada grupo. Entre elas, podemos destacar: 

Taxa de administração 

Valor cobrado pela empresa administradora para cobrir os custos com a gestão dos grupos de consórcio.  

Cada organização é livre para fixar o percentual que será cobrado dos consorciados, desde que a mesma seja autorizada e credenciada pelo Banco Central do Brasil. 

Esta taxa pode ser cobrada logo no início do grupo ou pode ser diluída nas prestações do grupo de consórcio imobiliário. 

Taxa do fundo comum 

Esse é o valor que será destinado à aquisição do bem. É a partir dele que é possível compor o saldo para as contemplações mensais.  

A definição do valor de contribuição mensal do fundo é feita a partir de um percentual sobre o valor do crédito contratado, sendo que o cliente deve quitar 100% do fundo comum até o final do prazo do grupo.  

A cobrança deve ter como base 100% do valor do crédito, dividido pelo número de meses de duração do plano de consórcio.  

Fundo de reserva 

A cobrança desta taxa funciona como um mecanismo de proteção para os integrantes do consórcio de imóveis em caso de inadimplências.  

Ele também é usado para o pagamento de outras despesas relacionadas aos consorciados e ao grupo, como os custos de cobrança de atrasos.  

Ter um fundo de reserva é essencial porque o consórcio é uma modalidade de autofinanciamento. Ou seja, sem as devidas precauções, a irresponsabilidade de uns pode prejudicar o coletivo como um todo.  

Seguro 

Uma das taxas não-obrigatórias dos grupos de consórcio imobiliário, a contratação de um seguro pode trazer uma série de vantagens para os clientes.  

Nos últimos tempos, uma das opções mais buscadas tem sido a de seguro-desemprego, no qual a seguradora cobre 6 meses das despesas do consorciado em caso de desemprego. 

O benefício pode ainda ser acionado por herdeiros, no caso de algum sinistro. A cobrança dessa taxa será feita de acordo com o que foi estabelecido pela seguradora, podendo variar de empresa para empresa.  

Como fazer a simulação de um consórcio? 

Para realizar a simulação de um consórcio, o ideal é que cada interessado busque pelos canais de contato da empresa pela qual está interessado. 

No caso da Porto Vale Consórcio, filiada ao grupo Porto Seguro, é possível ter acesso à simulação pelo site da empresa. 

Lá, cada interessado irá escolher o tipo de crédito de consórcio que deseja simular. 

Depois, basta que a pessoa insira suas informações de contato para que possa conversar com um dos consultores a respeito de suas possibilidades e desejos. 

Além de realizar a simulação, também é importante que o indicador faça uma análise pessoal em relação ao aproveitamento do consórcio, já que se trata de um compromisso de longo prazo que irá exigir compromisso financeiro. 

Ao fazer uma simulação de consórcio, é importante estar atento ao prazo do grupo. 

No caso do consórcio imobiliário, que costuma ter um valor maior em relação às outras cartas de crédito, é necessário analisar se a parcela se adequa ao seu orçamento, sendo que o ideal é que ela não comprometa mais de 30% dos ganhos mensais. 

Segundo o gerente da Porto Vale, Alan Vitorino, o perfil ideal de consorciado é aquele cliente que assume um compromisso real com o planejamento financeiro. 

“O perfil ideal para o consórcio é o daquela pessoa que faz um planejamento, que tem uma educação financeira e que tem sempre um resíduo mensal com o qual possa pagar a parcela, em paralelo ao custo fixo que ela já tem”, explica o especialista. 

Além de contar com a organização adequada, ele também destaca o importante papel de realizar um acompanhamento contínuo com cada cliente, como forma de prevenir atrasos por esquecimento, por exemplo.  

Tal característica é um dos grandes diferenciais da Porto Vale, que se destaca por seu atendimento humanizado e consultivo e pelo apoio exclusivo dado por seus especialistas.  

O grupo realiza as contemplações mensalmente, por meio de sorteio pela Loteria Federal e por lances. 

No caso do consórcio imobiliário, os clientes têm a possibilidade de usar o seu FGTS para tentar acelerar a conquista da carta de crédito por meio dos lances. Entre em contato para tirar suas dúvidas e faça uma simulação

Faça as contas para aumentar seu patrimônio com o consórcio

Quer saber como usar o consórcio imobiliário para construir ou aumentar o seu patrimônio? Acesse o artigos da Porto Vale!

Veja como ter retorno financeiro com o consórcio imobiliário 

De acordo com um levantamento feito pelo Ipec – Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica, o objetivo principal do brasileiro em 2023 é ganhar mais dinheiro, sendo que 31% dos entrevistados almejam aumentar seu patrimônio neste ano.  

Entretanto, poupar ainda é uma grande dificuldade para a maior parte das pessoas, resultado da ausência de uma educação financeira adequada.  

Neste contexto, saber como avaliar sua renda, organizar e categorizar seus gastos, entender como poupar no longo prazo e quais tipos de investimento são os mais adequados para o seu perfil são questões que podem ser resolvidas com estudo e suporte especializado. 

Além disso, também é importe que se delimite objetivos claros ao fazer as contas para aumentar seu patrimônio. 

Na visão de diversos especialistas do mercado financeiro, investir na compra de um imóvel segue sendo uma das melhores formas de dar início a este objetivo. Veja algumas dicas para tirar as metas do papel! 

Por que investir em imóveis para aumentar seu patrimônio? 

O mercado imobiliário sempre foi uma das opções mais atraentes de investimento, em razão da segurança que oferece. 

Mesmo depois das diversas crises vivenciadas nos últimos anos, o mercado de imóveis ainda consegue oferecer rendimentos atraentes para seus investidores. 

A principal razão é que, ao comprar um imóvel, a valorização do mesmo costuma ser rápida e constante. 

Ou seja, o imóvel que você compra hoje muito provavelmente terá, num futuro próximo, um valor maior do que aquele que foi pago inicialmente.

Para quem planeja comprar um segundo imóvel para alugá-lo, a possibilidade de retorno é ainda maior, já que será possível adquirir uma renda passiva, àquela que não depende dos seus esforços, como no caso de um salário.  

Além disso, também não precisa ser um especialista na área para começar a investir. Na realidade, a compra de terrenos, por exemplo, é uma das formas mais comuns de investimento, inclusive para pessoas da classe média e classe média baixa. 

Ao investir na compra de um imóvel, o comprador também tem como vantagem a diversidade de portfólio para este tipo de património. Afinal, existem diversas categorias de imóveis disponíveis no mercado, todas com suas próprias vantagens. 

No caso de uma compra feita com a intenção de usar o imóvel para aluguel ou revenda, é importante que se atente aos fatores mais valorizados pelos brasileiros de modo geral. 

De acordo com uma pesquisa feita pelo DataZAP+, base de dados do setor imobiliário, 76% dos mais de 800 entrevistados disseram que dispor de um imóvel arejado e com ampla incidência de luz natural são as características mais importantes na hora de avaliar uma casa ou apartamento.  

Já para quem está em busca de um espaço para si, tal avaliação deve ser feita com mais precisão, levando em conta as particularidades de suas próprias demandas. 

Por exemplo, para aqueles que têm o costume de trabalhar em casa, ter um espaço adequado para funcionar como escritório dentro de casa pode ser uma prioridade.  

Já para as pessoas que precisam se deslocar com frequência para determinado espaço, seja o local de trabalho, a universidade ou um centro de tratamento de saúde, a localização do imóvel pode ser o fator mais importante na hora da compra.  

Depois de avaliar todas estas questões, chega o momento de se organizar para comprar o imóvel dos sonhos.    

Como se planejar para comprar um imóvel? 

Construir o planejamento financeiro adequado é essencial para comprar um imóvel sem complicações. 

Aqui, a solução mais rentável para realizar a aquisição é poupar o montante necessário antes de dar início ao processo de compra. 

Assim, é possível escapar da alta taxa de juros cobrada nos financiamentos, que levam os brasileiros a desembolsar o dobro do valor real do imóvel. 

Entretanto, economizar por meios tradicionais, como a poupança, pode exigir mais tempo e disciplina do que muitas pessoas podem oferecer. Nesta conjuntura, a melhor solução é o consórcio de imóveis

Com ele, será possível alcançar o montante necessário sem a cobrança da taxa de juros, IOF – o Imposto sobre Operações Financeiras, ou pagamento de uma entrada, como acontece nos financiamentos em bancos e outras instituições financeiras.  

Os consórcios imobiliários são operados como coletivos de autofinanciamento, compostos por um número predeterminado de integrantes que têm um mesmo objetivo. 

Cada grupo se distingue por seu prazo de duração, determinado pela empresa administradora do consórcio antes de sua abertura, e pelo valor da carta de crédito. 

O tempo de duração fala sobre o prazo máximo para que todos os participantes sejam contemplados, e também determina o número de parcelas a serem pagas. 

O valor da carta de crédito, por sua vez, faz referência ao valor médio do imóvel que o consorciado almeja adquirir.

Por exemplo, quem tem interesse na compra de um apartamento pequeno em cidades fora das grandes metrópoles do país, que tem um custo de vida mais alto, pode conseguir realizar seus objetivos com uma carta de crédito no valor de 150 mil reais. 

Já aqueles que desejem adquirir uma propriedade rural de maior porte, vão precisar de cartas de crédito de valores mais altos para dar conta de realizar seus interesses.  

Para assegurar que irá conseguir tirar o melhor proveito de um consórcio de imóveis para aumentar seu patrimônio, é essencial também que se compreenda a lógica monetária envolvida neste tipo de iniciativa.  

Apesar de não contar com a cobrança de juros, o consórcio imobiliário tem algumas taxas e, por isso, é importante entender quando o consórcio aumenta de valor. 

Diante do aumento da inflação, por exemplo, é comum que o preço seja reajustado, para que o aproveitamento final da carta de crédito seja protegido.  

Isso acontece graças à taxa de reajuste cobrada pelos consórcios. Este mecanismo é importante porque, sem ele, a carta acabaria desvalorizada ao fim do grupo de consórcio, para aqueles que não forem contemplados logo no início do coletivo.   

Outra taxa que pode fazer o valor das parcelas do consórcio de imóveis aumentar, mas com seus benefícios, é a taxa do seguro. Sua contratação não costuma ser obrigatória, mas é escolhida por muitos consorciados pelos benefícios que entrega. 

Isso se deve ao fato de que, para muitas pessoas, é difícil conseguir prever sua condição financeira ao longo de vários anos. 

Para se proteger da inadimplência diante de um possível cenário de desemprego, por exemplo, o seguro irá cumprir com o papel de garantir que seus sonhos não sejam interrompidos por imprevistos.  

Nesta situação em específico, o mais comum é que o consorciado tenha a garantia de até 6 meses de pagamento integral das parcelas de seu grupo de consórcio de imóveis caso entre em situação de desemprego.  

Outra opção de seguro é o de quebra de garantia, que cobre o valor de uma parcela caso o consorciado deixe de pagá-la em razão de alguma dificuldade financeira momentânea.  

Como ser contemplado logo para aumentar seu patrimônio com o consórcio?

Uma das maiores vantagens de escolher um grupo de consórcio, a contemplação antecipada permite que o integrante tenha acesso à sua carta de crédito logo no início, permitindo que possa adquirir seu imóvel ainda nos primeiros meses da iniciativa. 

Tal fato pode acontecer graças à sorte de ser um dos primeiros sorteados do grupo, forma padrão de realizar as contemplações, ou graças a um planejamento estratégico para garantir que tenha um lance vitorioso durante as assembleias mensais.  

Os lances são ofertados com base no valor da carta de crédito e em cima do que o consorciado ainda deve ao grupo. 

Ou seja, é uma espécie de adiantamento das parcelas que ainda devem ser pagas ao consórcio, como forma de ter acesso à carta de crédito mais rápido. 

Existem três categorias principais de lance: livre, fixo e embutido. O livre, como o nome sugere, não precisa seguir um valor específico, tendo apenas o preço da carta de crédito como base. Aqui, vence quem fizer a maior oferta, como em um leilão.  

Já o fixo é oferecido com base em um valor predeterminado pela empresa que administra o consórcio, com desempate realizado a partir de seus próprios critérios.    

Por fim, o lance embutido é aquele em que a pessoa oferece parte da própria carta de crédito como lance. Tal opção pode ser interessante quando o valor da carta é superior ao do imóvel que deseja adquirir. 

Em relação aos lances, outra vantagem para o consórcio de imóvel é a possibilidade de fazer uso do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço – o FGTS. Este benefício, ao qual todos os trabalhadores registrados em carteira têm direito, pode ser empregado de diferentes formas.  

De acordo com a Cartilha da Caixa Econômica Federal, o consorciado poderá usar o saldo de seu FGTS para realizar um lance, amortizar ou liquidar seu saldo devedor, complementar o valor de sua carta de crédito na hora de realizar a compra do imóvel que almeja e como pagamento de parte das prestações do grupo de consórcio de imóveis. 

Em caso de dúvidas, entre em contato com os consultores da Porto Vale Consórcio e peça uma simulação

Taxa de juros estourando!

A taxa de juros está em um patamar elevado no Brasil. Saiba como isso influencia a sua vida financeira e a realização de seus objetivos!

Veja como fugir das parcelas altas com o consórcio de imóveis

Os preços dos imóveis no Brasil subiram bastante nos últimos anos, muito em função da alta na taxa de juros. Graças a isto, várias pessoas interessadas na compra de uma propriedade passaram a buscar soluções alternativas, como o consórcio de imóveis.  

De acordo com o índice FipeZap+, o preço médio dos imóveis residenciais subiu 6,12% em 2022, atingindo a maior alta nominal desde 2014, ano em que foi registrado um aumento de 6,70% graças a um pico de interesse na compra de imóveis. 

O levantamento feito pela organização de pesquisa reúne anúncios de venda em 50 cidades brasileiras, incluindo 16 capitais.  

O aumento registrado indica que o preço ficou acima da inflação, de acordo com a medição oficial de 5,79% feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – o IPCA. A porcentagem também acabou superando a variação do IGP-M, de 5,45% no acumulado anual.  

Como a taxa de juros funciona?

A taxa de juros é um assunto que pode gerar muitas dúvidas para quem precisa lidar com empréstimos, financiamentos e investimentos. Entender como ela funciona é fundamental para tomar decisões financeiras mais precisas e evitar dívidas desnecessárias. 

Em termos simples, a taxa de juros é o valor que é cobrado pelo uso do dinheiro emprestado.  

Quando você toma um empréstimo, por exemplo, os juros são a remuneração que a instituição financeira recebe por disponibilizar aquele montante para você naquele momento.  

Já quando você investe dinheiro em um banco, por exemplo, a taxa de juros é o rendimento que você recebe pelo uso desse dinheiro pela instituição. 

A taxa de juros é definida de acordo com diversos fatores, como a inflação, a taxa básica de juros da economia, a concorrência entre as instituições financeiras e a demanda por empréstimos ou investimentos.  

Esses fatores podem fazer com que a taxa de juros varie ao longo do tempo, podendo ficar mais alta ou mais baixa em determinados momentos. 

No Brasil, a taxa básica de juros é a Taxa Selic, que é definida pelo Comitê de Política Monetária – o Copom, do Banco Central. Ela é usada como referência para as demais taxas de juros da economia e é atualizada regularmente, de acordo com as condições econômicas do país. 

Quando a taxa de juros está alta, os empréstimos e financiamentos ficam mais caros, pois as instituições financeiras precisam cobrar mais para compensar o risco de inadimplência e obter uma remuneração adequada. 

Por outro lado, quando a taxa de juros está baixa, os investimentos podem se tornar menos atrativos, já que o rendimento também será menor. 

O impacto da taxa de juros na economia 

É importante destacar que a taxa de juros pode ter impacto direto na economia do país como um todo. Quando a taxa está alta, pode haver uma redução do consumo e do investimento, o que pode levar a uma desaceleração econômica.  

Já quando a taxa está baixa, há uma tendência de aumento do consumo e do investimento, o que pode estimular o crescimento econômico. 

Por isso, é fundamental acompanhar de perto as variações da taxa de juros e estar atento às oportunidades e riscos que elas podem oferecer.  

Ao sair em busca de um novo investimento ou alguma solução com a oferta de crédito, é importante entender o tipo de cobrança com a qual a instituição financeira trabalha, para que possa escolher aquela que oferecer a melhor condição para suas necessidades e objetivos financeiros. 

Diante de tal realidade, uma das melhores soluções para quem já está enfrentando dificuldades econômicas é optar pelo consórcio de imóveis. 

O consórcio de imóveis é uma modalidade de crédito e autofinanciamento, que costuma oferecer parcelas mais baixas do que as encontradas em financiamentos tradicionais, além de serem livres da cobrança da taxa de juros. 

Por que os consórcios de imóveis não cobram a taxa de juros?  

Como dito anteriormente, uma das grandes vantagens do consórcio de imóveis está no fato de que neste tipo de iniciativa os clientes não precisam se preocupar com a taxa de juros, além de terem um acesso ao crédito mais facilitado, quando em comparação com os financiamentos para a compra de imóveis.  

A ausência de juros se deve ao fato de que os consórcios se classificam como uma opção de autofinanciamento. A modalidade é baseada na formação de grupos de pessoas que contribuem com uma quantia mensal para um fundo comum.  

O valor arrecadado é utilizado para a compra dos imóveis de todos os integrantes, que têm acesso ao bem quando são sorteados para receber a carta de crédito ou quando são vitoriosos na oferta de algum lance. 

Todos os meses, cada consorciado efetua o pagamento de um valor correspondente a uma parcela da carta de crédito contratada, dividido pelo número de meses do grupo, que está de acordo com o prazo máximo de duração da iniciativa.  

Dessa forma, o consórcio pode ser uma ótima alternativa para quem deseja economizar ao adquirir um bem de alto custo, já que o valor será determinado pelo preço do imóvel em si, e não pela cobrança de juros que fazem com que o financiamento chegue a custar o dobro do valor real do imóvel.   

Os consórcios de imóveis também não exigem garantias, como ocorre nos financiamentos bancários. Essa ausência é possível porque o próprio imóvel é utilizado como garantia, o que torna o processo mais simples e menos burocrático. 

No entanto, é importante ressaltar que, apesar de não cobrar juros, os consórcios de imóveis apresentam outras taxas, que podem variar de empresa para empresa.  

Na Porto Vale Consórcio, as taxas de um grupo de consórcio são: a taxa administrativa, a taxa de fundo de reserva e o seguro de vida. 

De acordo com uma das gerentes da administradora, Carolina França, o valor das taxas varia de acordo com o crédito do cliente. 

“A gente tem uma faixa de crédito que inicia em 70 mil e vai até 250 mil, e outra de 250 até 560 mil. Podemos contratar várias cartas como estratégia também. Assim, a gente unifica e pode comprar um imóvel com um valor mais elevado que 560 mil, por exemplo. Então, os valores das taxas vão ser adequados ao valor do crédito do cliente”, explica a especialista. 

Outro ponto a ser destacado é que a contemplação, ou seja, o recebimento da carta de crédito para a compra do imóvel, pode ocorrer por sorteio ou lance. 

Portanto, é preciso alinhar suas necessidades e expectativas para comprar uma cota de consórcio de forma responsável e montar uma estratégia de lances, caso sua prioridade seja ter acesso à carta de crédito rapidamente.  

Como o consórcio de imóvel funciona? 

Nesse sistema, uma empresa administradora de consórcios, que deve ser credenciada pelo Banco Central, reúne pessoas que almejam um imóvel em grupos, de acordo com o tipo de imóvel que cada cliente deseja, valor dos imóveis e tempo de duração do grupo.  

Estas pessoas, chamadas de consorciados, formam um fundo comum, de onde os recursos para a realização das contemplações serão retirados. 

Todos os meses, durante as assembleias gerais, são realizados sorteios para determinar quem receberá a carta de crédito, ou seja, quem terá o direito de utilizar o valor do fundo para a compra do imóvel.  

Também é possível dar lances para antecipar a contemplação. O valor do lance funciona como um adiantamento daquilo que o consorciado ainda deve ao grupo, sendo que, quem oferecer o maior lance, leva a carta de crédito. 

Além do não pagamento de juros, como nos financiamentos bancários, outra vantagem dos consórcios de imóveis é a possibilidade de escolher o prazo e o valor das parcelas que melhor se adequa ao orçamento de cada consorciado. 

Também pode-se destacar o fato de que o consórcio de imóveis funciona como uma espécie de poupança, já que a pessoa se verá na obrigação de separar um determinado valor todos os meses para a concretização do seu objetivo financeiro.  

Esta estrutura pode ser a solução ideal para quem tem dificuldades de poupar dinheiro por conta própria. 

Além disso, a carta de crédito pode ser utilizada para a compra de imóveis novos ou usados, em qualquer lugar do país. 

Por fim, para garantir a segurança do investimento, é necessário escolher uma administradora de consórcio confiável e fazer uma pesquisa para verificar as taxas de administração e outros custos envolvidos. 

Para contar com apoio na hora de realizar um bom planejamento financeiro e atingir o sonho da casa própria sem se endividar ou pagar altas taxas de juros, faça uma simulação de consórcio imobiliário na Porto Vale! 

Mais de 2 bilhões de reais estão “esquecidos” nos grupos de consórcio

Você sabia que muitos consorciados acabam esquecendo dinheiro nos grupos de consórcio? Entenda essa situação e veja como resgatar recursos.

Veja se este é o seu caso e saiba o que fazer

Os grupos de consórcio representam uma importante alternativa de investimento para brasileiros, pois permitem que os indivíduos tenham acesso a bens e serviços de alto valor, como imóveis, veículos e instalações de painéis de energia solar, sem que precisem desembolsar todo o valor à vista.  

No entanto, muitas vezes, o dinheiro dos consorciados acaba sendo esquecido nos grupos de consórcio ao longo dos anos por uma série de motivos. 

De acordo com dados oferecidos pelo Panorama do Sistema de Consórcios do Banco Central, ao fim de 2021, cerca de R$ 2,16 bilhões estavam esquecidos pelos brasileiros em grupos de consórcio.

Esse valor corresponde a recursos que foram acumulados em contas de consorciados que não compareceram às assembleias ou que não acompanharam as informações a respeito do pagamento de seu crédito. 

Tal situação pode acontecer com mais frequência do que se imagina, já que muitas pessoas participam de consórcios, mas nem sempre estão atentas a todas as regras e condições envolvidas em seus grupos. 

O dinheiro esquecido em grupos de consórcio ocorre quando um membro do consórcio desiste do grupo antes de ser contemplado com o bem ou serviço desejado e deixa de solicitar o reembolso dos valores já pagos.  

Ou, ainda, quando o consorciado consegue ser contemplado, mas, por algum motivo, não retira o dinheiro ou não o utiliza para a compra do bem.

Essa situação pode gerar uma série de problemas para serem resolvidos, tanto para o consorciado quanto para a empresa que administra o consórcio.  

Para o integrante do grupo, significa perder o dinheiro já investido, já que o valor fica parado na conta do grupo, sem ser utilizado. E como não há nenhum tipo de rentabilidade para esse dinheiro, ele acaba perdendo seu valor de compra com o tempo, devido à inflação e outros fatores. 

Além disso, de acordo com a Lei 11.795, a Lei dos Consórcios, as empresas que gerenciam estes recursos têm o direito de cobrar uma taxa para a manutenção do dinheiro que não foi resgatado. 

De acordo com dados do relatório do Banco Central, em 2021, essa taxa totalizou R$ 943 milhões, o que indica uma alta de 14,6% em relação ao observado no ano anterior.

Para a organização responsável pelo consórcio, este tipo de ocorrência pode resultar em problemas de contabilidade e gestão financeira. 

Como tentativa de solucionar esse tipo de ocorrência, as administradoras de consórcio costumam enviar comunicados aos consorciados informando sobre o valor esquecido e dando prazos para a regularização da situação.  

Por isso, é fundamental manter toda a atenção e cuidado ao participar de um consórcio, para evitar prejuízos e garantir o bom funcionamento do grupo. 

Como saber se há dinheiro esquecido em grupos de consórcio? 

Se você já participou de um grupo de consórcio e não tem certeza se deixou dinheiro esquecido, saiba que é possível verificar essa informação e recuperar os valores, caso seja necessário.  

Veja abaixo algumas dicas para saber se você tem dinheiro esquecido em grupos de consórcio: 

  • Verificação dos contratos de consórcio: o primeiro passo é conferir os contratos dos grupos de consórcio dos quais o cliente já participou, para saber se há valores a serem recuperados. É preciso que as cláusulas que tratam da devolução de valores, bem como as multas e taxas previstas em caso de desistência ou não utilização do valor da contemplação, sejam lidas atentamente.  
  • Entre em contato com a administradora: caso tenha dúvidas sobre dinheiro a ser recuperado, entre em contato com a organização responsável pela administração do grupo de consórcio. Peça informações sobre o saldo, valores pagos e não utilizados e sobre como funcionam os procedimentos para solicitação da devolução de valores. 
  • Consulte o site do Banco Central: outra opção é consultar o site do Banco Central do Brasil, que disponibiliza um serviço gratuito de consulta de valores esquecidos em consórcios e outras instituições financeiras. Para isso, basta acessar o site do Banco Central, clicar na opção “Valores a Receber” e seguir as instruções do órgão para realizar a consulta. 
  • Verifique se há valores a receber: por fim, caso tenha certeza de que deixou dinheiro esquecido em um grupo de consórcio, verifique se há valores a receber. Confira o saldo, descontando as multas e taxas previstas em contrato, e solicite a devolução dos valores para a empresa o mais breve possível. 

Na Porto Vale Consórcio, em caso de esquecimentos, a recomendação é acessar o 0800 da empresa o mais breve possível, para que a situação possa ser normalizada, como explica Tainá Lopes, gerente da empresa.  

“Como conselho para evitar tal situação, é importante realizar um acompanhamento mensal da cota cancelada, quando é o caso”, afirma a especialista. 

Quais as principais causas para o esquecimento do dinheiro em grupos de consórcio?  

O dinheiro deixado em grupos de consórcio pode ter diferentes origens, como mensalidades pagas e não utilizadas, lances dados em sorteios não contemplados ou ainda o valor da contemplação não utilizado pelo consorciado. 

Em geral, os consorciados que desistem do grupo antes da contemplação têm direito à devolução dos valores pagos, descontadas as taxas administrativas e multas previstas em contrato.  

Já os consorciados contemplados que não utilizam o valor da contemplação podem solicitar a devolução desse montante, desde que cumpridas as condições estipuladas em contrato. 

No entanto, é importante estar atento aos prazos para solicitação da devolução do dinheiro. Em geral, as administradoras de consórcio estipulam um prazo de até 180 dias após o encerramento do grupo para que os consorciados solicitem a devolução dos valores. 

Caso o prazo para solicitação da devolução já tenha expirado, é possível buscar outras formas de recuperar o dinheiro deixado em grupos de consórcio, como a venda da cota para terceiros interessados. 

Essa opção pode ser vantajosa para quem não tem mais interesse em continuar no grupo, mas não quer perder todo o dinheiro já investido. 

Para evitar problemas ainda maiores, é preciso que todos os procedimentos específicos da empresa, estipulados em contrato, sejam seguidos. Por isso, é importante estar atento às regras do grupo desde o momento da adesão, além de entender seus direitos como consorciado. 

Como os consórcios lidam com inadimplências?

As inadimplências em grupos de consórcio são um problema recorrente e que afeta tanto os clientes quanto as administradoras responsáveis pelos grupos.  

Quando um participante deixa de pagar as mensalidades, as consequências podem ser graves para o próprio consorciado e para os demais participantes do grupo. 

A inadimplência em grupos de consórcio pode acontecer por diversos motivos, como emergências financeiras, desemprego, mudança de prioridades ou simplesmente por falta de planejamento.  

Independentemente da causa, é importante lembrar que a falta de pagamento das mensalidades pode gerar multas e juros, além de atrasar a contemplação do consorciado e prejudicar o grupo como um todo. 

Para o gerente de equipe da Porto Vale Consórcio, Alan Vitorino, contar com o suporte adequado da equipe de consultores da empresa pode fazer toda a diferença nesse quesito. 

“Nós trabalhamos fortemente com todos os nossos clientes, mensalmente, para que não gere nenhum tipo de desconfiança e desconforto, e para que o cliente também não deixe de pagar a sua parcela, muitas vezes por esquecimento do próprio boleto”, explica o especialista. 

Uma das principais consequências da inadimplência em grupos de consórcio é a perda da cota. Caso o consorciado fique inadimplente por um período prolongado, a administradora tem o direito de tomar as medidas necessárias para garantir o pagamento das mensalidades em atraso, como a cobrança judicial ou a retirada da cota do consorciado. 

Além disso, a inadimplência em grupos de consórcio pode prejudicar o andamento do próprio coletivo, já que os recursos financeiros necessários para a contemplação dos consorciados podem ficar comprometidos. 

Para evitar a inadimplência em grupos de consórcio, é fundamental que os consorciados façam um planejamento financeiro adequado, levando em conta os valores das mensalidades e suas respectivas datas de vencimento.  

Além disso, é importante escolher um grupo com boa reputação no mercado e que ofereça condições adequadas para a contemplação. 

Caso já esteja inadimplente, o consorciado deve procurar a administradora do grupo e negociar uma forma de regularizar a situação. Em alguns casos, é possível negociar um parcelamento das mensalidades em atraso ou até mesmo uma redução nas multas e juros. 

Uma das melhores formas de evitar a inadimplência, principalmente em caso de emergências econômicas, é a contratação de um seguro para consórcio. Nesse segmento, o seguro-desemprego é uma das modalidades mais populares.  

Em caso de desemprego, o consorciado tem até seis meses de mensalidades pagas, para que não fique inadimplente e não tenha que perder sua cota, até que consiga se estabilizar novamente.  

Para conhecer mais a respeito das normas, taxas e possibilidades oferecidas pelo universo dos consórcios, conheça o catálogo de planos da Porto Vale Consórcio, maior afiliada do grupo Porto no Brasil.  

Consórcio para carro automático

Está interessado em fazer um consórcio para carro automático? Confira todas as vantagens da modalidade e saiba como fazer uma simulação.

Saiba como mudar o nível do seu veículo pessoal

Já faz algum tempo que o mercado automotivo deu lugar aos carros com câmbio automático de forma definitiva, e o consórcio veicular pode te ajudar a conquistar um modelo com essa tecnologia.    

De acordo com os índices de vendas de veículos divulgados por órgãos como a Fenabrave, cerca de seis em cada dez carros vendidos no país já são equipados com transmissão automática.   

Em algumas categorias específicas, como a dos sedãs médios, a presença do câmbio manual é quase inexistente.

Um dos fatores que explicam essa mudança na preferência dos motoristas é a praticidade que o câmbio automático traz para o dia a dia. Além disso, o fator geracional também tem relação direta com a ascensão dos carros automáticos. 

Os motoristas mais jovens tendem a priorizar o conforto e a comodidade ao dirigir e, por isso, preferem a transmissão automática nos veículos. 

Quais as principais vantagens do câmbio automático? 

O primeiro ponto de destaque dos carros com câmbio automático é o conforto que oferecem. Com um carro automático, o motorista não precisa se preocupar em realizar a troca de marchas a todo tempo ou pisar na embreagem, já que a transmissão automática fará isso sozinha.  

Contar com este tipo de praticidade reduz o índice de problemas com o carro, melhora a dirigibilidade e ajuda a minimizar o cansaço do motorista, principalmente durante congestionamentos no trânsito. 

Além disso, esses carros também possuem uma durabilidade maior, pois são projetados para funcionar da forma mais eficiente possível, podendo suportar cargas de torque mais altas do que os CVTs.  

Outro fator muito ressaltado pelos especialistas é o maior índice de valorização no médio prazo, já que veículos automáticos são cada vez mais procurados no mercado de seminovos e usados.  

No entanto, apesar das várias vantagens do carro automático, nem todos os motoristas têm condições de comprar um veículo com este perfil no Brasil. 

Afinal, o mercado como um todo ainda está caminhando para se recuperar dos efeitos causados pela pandemia de Coronavírus, e os preços dos automóveis continuam elevados.  

No caso do Fiat Strada, por exemplo, o veículo mais vendido do Brasil em 2022, o câmbio automático só aparece nas versões Volcano e Ranch, com preços que variam entre R$ 111.990 e R$ 116.990, respectivamente, para as opções 0km. 

Portanto, para quem quer mudar o nível do seu veículo pessoal, é importante encontrar meios para investir de forma estratégica.  

Para isso, uma das melhores opções é escolher o plano de consórcio de automóvel ideal para as suas necessidades e seu perfil.  

Como um consórcio para carro automático funciona? 

Um consórcio para carro automático funciona como um grupo de autofinanciamento, no qual pessoas com um mesmo interesse, como a aquisição de um veículo, se reúnem para atingir seus objetivos juntas. 

Cada grupo pode ter uma duração distinta. No caso do consórcio de veículos, o prazo de cada coletivo costuma variar entre 50, 72 e 80 meses.  

Ao longo da duração do grupo, o consorciado irá pagar todos os meses um valor referente à sua carta de crédito. Esta se trata do valor correspondente ao automóvel que o membro tem interesse em adquirir.  

Ou seja, se almeja comprar um carro automático 0 km que está custando em torno dos 100 mil reais deve buscar por um grupo de consórcio que ofereça uma carta de crédito neste valor, ou superior. 

Para que a escolha de um plano seja feita de forma estratégica, tanto em relação ao tempo de duração quanto ao seu custo final, é essencial que o interessado faça um planejamento financeiro.  

Como se planejar para iniciar um consórcio para carro automático? 

Antes de mais nada, é essencial entender quais são os seus limites econômicos para garantir que irá se comprometer com um plano que realmente poderá manter, sem prejudicar seu dia a dia e seu fôlego financeiro. 

Por isso, ter um planejamento é tão importante. Com ele será possível se proteger dos imprevistos com mais facilidade, conseguindo alcançar seus objetivos com êxito. 

Contudo, este tipo de planejamento ainda é um desafio para muitos brasileiros. De acordo com um estudo desenvolvido pela Leve, fintech de educação financeira, mais da metade dos brasileiros não sabe como deve se organizar para realizar suas metas financeiras de longo prazo 

A pesquisa ouviu 3.450 pessoas de várias regiões do país durante os meses de novembro e dezembro de 2021. 

Os resultados apontaram que 52% dos entrevistados não possuíam ou não sabiam como montar um planejamento financeiro para os próximos anos e 46% disseram que não têm confiança para determinar metas de longo prazo. 

Para mudar essa realidade, o primeiro passo deve ser avaliar sua situação financeira atual, e a estabilidade da mesma. É preciso que uma média dos seus ganhos e dos seus gastos componha esta conta, para que você entenda quanto consegue investir no consórcio com segurança, sem correr o risco de se tornar inadimplente. 

Nesse cenário, especialistas também apontam a importância de construir uma reserva de emergência, para que seja possível ter certo respaldo econômico em momentos de necessidade, como diante de gastos não previstos com saúde, acidentes e afins.  

Como escolher um grupo de consórcio para carro automático? 

Depois de ter feito seu planejamento e entendido quanto e a que prazo conseguirá investir com tranquilidade, é hora de escolher um grupo, e uma empresa que se adeque ao que precisa.  

Neste momento, é importante consultar o site do Banco Central para checar a lista de administradoras de consórcio autorizadas a operar nesse mercado. 

Assim, os interessados poderão se prevenir de golpes de consórcio ao realizar um negócio com um grupo não credenciado.  

Também é essencial que se dê preferência para empresas já consolidadas no ramo, já que estas possuem um histórico de clientes satisfeitos que o futuro consorciado poderá checar para conhecer a solidez e a credibilidade da administradora de consórcios. 

Quais as vantagens de ingressar em um consórcio para carro automático? 

As vantagens de ingressar em um consórcio para carro automático são muitas, mas a principal delas é a ausência de juros. 

Diferentemente dos financiamentos, opção muito procurada por quem está em busca da compra de um novo veículo, nos consórcios cobra-se apenas uma taxa administrativa, referente ao serviço oferecido pela empresa.  

Desse modo, o valor final da iniciativa será muito menor do que o gasto em um financiamento, que leva os clientes a gastarem mais que o dobro do valor real do bem que financiaram. 

Além disso, nos consórcios também não se cobra IOF – o Imposto sobre Operações Financeiras, ou entrada. Outro benefício é a possibilidade de reduzir, antecipar ou quitar as parcelas por completo a qualquer momento, o que garante mais controle ao cliente. 

A possibilidade de ter acesso ao seu carro automático logo no início do grupo, ou seja, de ser contemplado rapidamente, também é uma grande vantagem.  

Mesmo que o consorciado ainda não tenha feito o pagamento de todas as parcelas do grupo quando contemplado, terá acesso à carta de crédito.

Esta equivale ao valor completo do veículo em mãos, o que aumenta o poder de barganha do cliente, permitindo que consiga negociar com mais facilidade e comprar seu carro automático por um valor menor.  

Como ser contemplado em um consórcio para carro automático? 

Para aqueles que desejam ser contemplados o mais breve possível, é importante que alguns aspectos sejam levados em consideração.  

Em primeiro lugar, é preciso saber com quais formas de contemplação a empresa em questão trabalha, já que as opções diferem. 

Na Porto Vale Consórcio, por exemplo, maior afiliada do grupo Porto, os clientes podem ser contemplados por sorteio ou por lances.  

A modalidade mais comum de lance, o lance livre, funciona como um leilão: vence quem fizer a maior oferta da rodada. 

Tal oferta é feita com base no valor das parcelas, sendo que o lance funciona como um adiantamento das mesmas. 

Para que possa ser contemplado mais rápido, é essencial que se analise o comportamento do grupo antes de dar seu lance. 

Para tal, confira os valores dos lances vencedores durante as assembleias em cada modalidade oferecida pela empresa, seja ela fixa, livre ou embutida. 

A partir desta análise, é importante que o cliente avalie se tem condições de dar lances superiores para garantir a contemplação. Também é preciso pensar na melhor época do ano para fazer uma oferta.

Durante o fim do ano, por exemplo, momento em que muitas pessoas recebem um valor extra de seu 13º salário, é bem comum que as ofertas de lances aumentem, bem como o valor das mesmas. 

Por isso, é importante avaliar bem seu grupo para entender qual será o momento mais oportuno para você oferecer um lance. Para garantir que realizará seu sonho de ter um carro automático, entre em contato com os consultores da Porto Vale Consórcio e dê início à concretização de suas metas pessoais!

Reformar casas antigas gastando pouco

Como reformar casas antigas gastando pouco: aprenda o cálculo!

Confira dicas para usar o consórcio imobiliário na sua reforma

A hora de reformar um imóvel mais antigo pode gerar dor de cabeça em muita gente, principalmente para quem está em busca de economia. 

Neste momento, o principal é fazer as coisas com calma e planejamento. Para te ajudar com isso, trouxemos um artigo completo com dicas de como reformar casas antigas gastando pouco. Confira!

Como reformar uma casa sem gastar muito

Como falamos acima, o passo mais importante para conseguir fazer uma reforma econômica é se planejar.

Identifique o que precisa de atenção imediata, o que pode vir ao final do projeto e o que ainda está em boas condições e não precisa de reparos. 

Assim, você irá criar uma lista de prioridades, o que vai otimizar a aplicação do projeto, principalmente diante da possibilidade de gastos inesperados aparecerem. 

Depois de fazer essa geral pelo seu imóvel, é hora de começar a procurar por referenciais. Com qual cara quer deixar sua casa depois da reforma?

Você pode fazer pesquisas no Google, consultar revistas de decoração ou até mesmo criar uma pasta no Pinterest para salvar suas referências favoritas. 

Ter esse suporte visual é muito importante, tanto para você entender quais mudanças deseja para cada espaço quanto para os profissionais que irão trabalhar na sua reforma, para que consigam visualizar o que você quer com clareza.

Como baratear o custo de uma reforma 

Depois de feito este planejamento inicial, o próximo passo para conseguir baratear o custo de uma reforma é pensar em maneiras de economizar nos materiais e na mão de obra.

Faça um inventário do que você já tem a sua disposição e do que tem condições de fazer por conta própria. 

Alguns procedimentos, como restaurações elétricas e trocas no encanamento são mais complexas e não são recomendáveis para aplicar o conceito do “faça você mesmo”, a não ser que já tenha experiência com este tipo de trabalho, é claro.

Já em outros projetos, como pinturas e alguns tipos de renovação de móveis, por exemplo, fazer por conta própria pode ser viável. 

Busque por bons tutoriais para te ajudar na hora de fazer as renovações e veja o que se encaixa melhor com as suas capacidades. Só preste atenção para fazer apenas aquilo que tem confiança, porque o barato pode sair caro.

Além disso, para quem está priorizando a economia, escolher materiais mais baratos é sempre o mais recomendável. Por isso, confira 6 opções em conta para você economizar sem precisar comprometer a qualidade do seu projeto:

1. Azulejos 

Sempre presente na maioria dos projetos, este material se destaca pela resistência ao tempo e pela versatilidade na hora da limpeza. 

A manutenção dos azulejos também é bastante simples, tanto para substituir uma peça antiga quanto para aplicar um novo revestimento por cima do velho, sem precisar quebrar nada. 

Também é uma maneira simples de mudar a cara de um ambiente, já que existe uma variedade de cores e formatos de azulejos.

2. Policarbonato

Ideal para quem quer uma opção para substituir o vidro, já que é mais barato e mais leve. Além de ser bastante flexível e resistente, o policarbonato também possui um aspecto parcialmente transparente.

Assim, você consegue levar luminosidade para um ambiente sem deixar seu interior completamente exposto.

3. Pisos laminados 

Conhecidos por serem mais quentes, digamos assim, este tipo de piso é bastante confortável para aqueles que têm o costume de andar descalço dentro de casa, além de terem uma instalação bem simples. 

Só preste atenção ao modelo que vai escolher, porque os valores variam de acordo com o tipo de madeira usada para laminar o revestimento e a espessura. Faça uma pesquisa de campo e anote os preços!

4. Placas de OSB

Uma das opções mais sustentáveis dessa lista, as “Oriented Strand Board”, as chapas de tiras de madeira orientadas, são feitas a partir do material que sobra dos processos de corte e tratamento de madeira nas fábricas. 

Além do preço baixo, outra vantagem deste material é a capacidade de isolamento termoacústico e a facilidade de encontrá-lo.

5. Papel de parede 

Com o papel de parede, toda troca de decoração fica a uma remoção de distância. Com um bom material à disposição, é possível garantir uma reforma econômica e simples, já que você não tem que se preocupar com pequenas imperfeições na parede na hora de aplicar o papel.

6. Tintas 

Não há quem negue o impacto que as cores têm sobre a ambientação de um espaço, certo? 

Por isso, se está querendo deixar sua residência de cara nova, investir na pintura do imóvel é um passo indispensável, e que pode ser bem em conta. Vale destacar a existência de opções de tinta que previnem o acúmulo de gordura e evitam a presença de mofo, que vão garantir aquela proteção extra. 

Em muitas situações, as superfícies pintadas também podem ser lavadas com água e sabão, sem que você tenha que se preocupar com manchas. Pesquise bastante e converse com um profissional sobre as especificidades de cada opção.

Como planejar a reforma da casa gastando pouco

Agora que você já sabe o que quer e já fez sua pesquisa de materiais para ter uma noção dos preços, é hora de criar um orçamento mais sério.

Para quem quer garantir uma reforma econômica, o segredo é estabelecer um teto de gastos que caiba no seu bolso e se manter firme nele. 

Aqui, é importante que você sempre inclua um valor extra para possíveis imprevistos, como material danificado, desentendimentos com os profissionais que vão realizar a obra, tarefas que você porventura venha a esquecer de incluir no plano original, e etc.

Para te dar aquela mãozinha para começar a dar vida ao seu projeto, confira 4 dicas de como planejar a reforma da casa gastando pouco:

1. Converse com quem entende do assunto

A melhor forma de garantir que não vai ter gastos ainda maiores no futuro é poder contar com profissionais de confiança, principalmente se estiver interessado em fazer um projeto de grande porte.

Afinal, você provavelmente não tem a expertise necessária para fazer todos os procedimentos, por vezes bastante complexos, que este tipo de iniciativa vai demandar.

Por isso, para economizar na reforma, faça uma pesquisa sobre os principais profissionais da sua região e compare o valor de seus projetos + vantagens que oferecem (tempo de mercado, experiências positivas de outros clientes, desconto com marcas, seguro, etc.)

2. Crie um cronograma para economizar na reforma

Com o orçamento em mãos e o time escolhido, é hora de fechar um cronograma para finalizar sua obra. Só assim para você conseguir estipular um período de tempo para cada passo do seu projeto.

O cronograma é essencial para impedir que a reforma fique se prolongando, o que inevitavelmente vai acabar resultando em mais gastos.

Pense neste planejamento junto ao profissional responsável pela obra para que encontre prazos possíveis de serem cumpridos. 

3. Faça uma pesquisa de preços

Tanto para a mão de obra quanto para os materiais, fazer uma boa pesquisa de preços é sempre indispensável para quem visa uma reforma econômica.

Também é importante que você fique de olho em datas tipicamente promocionais, tais quais:

  • Aniversário da loja/marca;
  • Black Friday;
  • Queima de estoque;
  • Chegada de novas coleções.

Assim, você garante mais uma maneira de economizar ao ir às compras. Também é interessante que você crie opções de orçamento levando tipos diferentes de material em consideração.

Desta maneira, ficará mais fácil para você conseguir visualizar suas possibilidades e encontrar a melhor solução para a sua casa e para o seu bolso.

4. Não tente mudar pontos hidráulicos

Fazer mudanças como trocar o vaso sanitário ou chuveiro de lugar é até viável, mas vai, sem sombra de dúvida, fazer da reforma econômica, uma reforma cara. 

Isto porque estas mudanças demandam procedimentos complexos e podem te levar a ter custos desnecessários com reparos hidráulicos, principalmente para quem mora em um apartamento, já que a mudança pode vir a afetar os vizinhos.

Como guardar dinheiro para reformar a casa 

Ao discutir sobre como reformar gastando pouco, também é preciso falar em como guardar dinheiro para uma reforma.

Nesse quesito, uma ótima opção para quem quer poupar, mas não sabe por onde começar, é o consórcio.

Com grupos variados, a partir de um consórcio você se une a outras pessoas que compartilham do mesmo interesse que o seu e tem a chance de ser contemplado já nos primeiros meses. Assim, você tem acesso ao montante necessário para realizar seus objetivos.

Como calcular o preço de uma reforma 

Para saber o preço para reformar gastando pouco, existem algumas formas de cálculo, e a mais comum delas é pelo metro quadrado do imóvel. 

Para construir um teto de gastos com a obra, é interessante que você pense em algo em torno de:

  • 10% a 15% do valor do imóvel, caso queira vendê-lo;
  • 8% a 10% do valor do imóvel, caso queira alugá-lo;
  • Abaixo dos 8% caso seja apenas uma reforma preventiva.

Quanto custa a mão de obra para uma reforma

Outra coisa que não pode faltar no seu cálculo de gastos é a mão de obra. O serviço dos profissionais que vão realizar a sua reforma também costuma ser cobrado pelo metro quadrado do espaço.

O preço do trabalho vai variar bastante, de acordo com algumas questões:

  • Região na qual se encontra o seu imóvel;
  • Se o local é de fácil acesso ou não;
  • Se está contratando uma empresa ou um profissional independente;
  • Se a reforma é de risco ou não (reformas externas em locais muito altos, por exemplo, costumam ser mais caras).

Em algumas regiões do país, o valor da mão de obra pode custar entre R$ 200 e R$ 300 por m², mas é preciso fazer uma pesquisa de campo para comparar os valores.

Cuidados na hora de reformar gastando pouco 

Um problema muito comum nas reformas é o desperdício. Material comprado a mais, ou usado da forma errada, material danificado, entre outras questões, são alguns dos motivos que causam este problema.

Por isso, é essencial que haja a devida organização, tanto em termos de planejamento quanto do espaço em si.

Trabalhar em um local sujo e desorganizado significa aumentar a chance de acidentes e confusões. 

Tenha um espaço certo para armazenar os materiais utilizados e mantenha peças mais frágeis, como tijolos e telhas, em pilhas para evitar que se quebrem.

O segundo ponto, e um dos mais importantes, é ter certeza de que está contando com uma equipe bem treinada.

Ao buscar pelo profissional ou empresa certa, certifique-se de que estes se preocupam com a otimização das matérias-primas.

Aqui, é preciso empregar os conceitos de reciclagem. Materiais de alvenaria, por exemplo, podem ser reaproveitados quando triturados. Pesquise por formas de reutilizar seu material antes de descartá-lo.

Quer saber como reformar gastando pouco? Conheça o consórcio para reformar imóveis da Porto Seguro! 

Se quer começar a caminhar rumo aos seus objetivos, conte com o consórcio Porto Seguro. Aqui, é possível fazer um investimento livre de juros e que atenda às suas necessidades. 

No Consórcio de Imóveis da Porto, que também contempla reformas, você se dispõe a pagar um valor predeterminado até o fim do grupo. Ao ser contemplado, você terá acesso a carta de crédito com o valor total da reforma.

Ter este montante em suas mãos para fechar ofertas à vista é muito importante na hora de negociar descontos e, com certeza, vai te ajudar a fazer uma reforma econômica.

A Porto Vale é uma empresa filiada ao grupo Porto, um dos maiores grupos do ramo de consórcios e seguros do país.

Na Porto, as parcelas são 50% menores até o momento da contemplação, sendo que você poderá ser contemplado por sorteio ou lance. 

Gostou do conteúdo de hoje? Não se esqueça de visitar outras postagens para saber mais sobre o universo dos consórcios!