Posso fazer consórcio com o nome sujo? Saiba se existem impedimentos!

Entenda as regras do consórcio para a aprovação de novos membros!

Se você passou ou tem passado por algumas dificuldades financeiras, está em busca de alternativas para a realização dos sonhos, como a compra da casa própria ou de um carro novo, e está lendo este conteúdo, já deve ter se perguntado: “posso fazer consórcio com nome sujo?”.

Em primeiro lugar, saiba que você não está sozinho. De acordo com um estudo inédito feito pela Serasa Experian, divulgado em janeiro, só no começo de 2023 70,1 milhões de brasileiros estavam com o nome no SERASA, o que configura um recorde na série histórica de inadimplência no país.

Ainda segundo o grupo que realizou a pesquisa, os principais fatores responsáveis pelo impulsionamento do aumento da inadimplência no Brasil, dentro do período analisado, foram a inflação e os juros altos.

Estes dois elementos dificultaram o pagamento das dívidas contraídas pelos brasileiros, especialmente aquelas sujeitas à taxa de juros.

Na prática, a alta dos juros, acompanhada pela inflação, também foi uma das principais razões pelo afastamento de vários consumidores de serviços de crédito.

Com os consórcios, entretanto, a realidade pode ser um pouco mais flexível. Dessa forma, respondendo à pergunta inicial: sim, é possível fazer consórcio com o nome sujo, mas, para isso, você precisará passar por uma avaliação junto à administradora do consórcio.

Vale dizer que, nesta modalidade, você vai encontrar várias opções de grupos de consórcio, como consórcio de imóveis e consórcio de veículos, que são os mais populares do mercado.  

Obviamente, existem algumas restrições para aderir ao consórcio. O principal critério de aprovação é que você tenha uma renda compatível e que possibilite o pagamento das parcelas.

Para te ajudar a entender mais sobre como essa modalidade de compra programada funciona e como pode ser aproveitada por pessoas que se encontram com o nome sujo no momento, preparamos este guia. Continue a leitura!

O que significa ter nome no SERASA?

Antes de mais nada, é importante explicar o que realmente significa ter seu nome no SERASA. Em primeiro lugar, saiba que, ao contrário do que muitos pensam, o SERASA não é um órgão governamental.

A instituição é, na verdade, uma empresa que trabalha com soluções de marketing, crédito, certificação e consulta de dados para outros grupos de diversos segmentos.

Por prestar seus serviços para tantas outras empresas, sendo a maior referência de análises e informações para decisões de crédito do país, ter seu CPF no registro de inadimplentes do Serasa acabou se transformando em algo de ordem nacional.

Aliás, ter seu nome e CPF neste registro é o que popularmente chamamos de ter um “nome sujo”.

A expressão se popularizou dessa forma porque, a partir do momento em que uma pessoa entra nesta lista, ela é tida por muitas empresas como um mau pagador e acaba tendo sua aprovação rejeitada para uma série de serviços, como financiamentos e uso de cartão de crédito, por exemplo.

Daí a ideia de ter “sujado” seu nome. A entrada de um nome, com um número de CPF atrelado, neste registro acontece quando uma dívida não é paga e o credor, ou seja, a empresa com quem a dívida deve ser quitada, solicita a inclusão do nome e do CPF nos birôs de crédito, como é o caso da SERASA.

A partir disso, o nome da pessoa inadimplente será negativado, ou seja, ficará com restrições ou completamente indisponível para serviços de crédito e/ou compras a prazo.

Isso pode acontecer simplesmente por alguém esquecer de pagar uma conta, como a fatura do celular, a conta de água, luz, prestação de um eletrodoméstico e outras situações que podem acontecer com qualquer pessoa.

Como saber se estou com nome sujo?

O registro na lista de inadimplentes não acontece de forma automática, razão pela qual quem esquece de pagar uma conta dentro do prazo e paga um dia depois, por exemplo, pode quitar a dívida com o acréscimo de uma multa, mas dificilmente terá seu nome no SERASA.

Isso acontece porque a inscrição como devedor é feita a partir da solicitação do credor, que deve realizar um procedimento junto ao órgão de restrição de crédito. Também vale ressaltar que a inclusão na lista deve sempre ser informada ao consumidor.

Entretanto, muitas vezes as pessoas que estão com o nome sujo nem sequer sabem que se encontram em tal situação, em razão de algum problema de comunicação.

Por isso é importante manter um acompanhamento do seu score, que funciona como sua pontuação no mercado. Quanto maior o seu score, mais você mostra aos fornecedores de crédito que tem condições de arcar com um compromisso financeiro.

Além disso, também é importante lembrar que a consulta para saber se tem ou não seu nome no SERASA é gratuita.

Basta acessar o site da Serasa, ir na aba “Consultar CPF grátis” e realizar seu cadastro, caso ainda não seja cadastrado.

Se estiver entrando pela primeira vez, será preciso confirmar o e-mail que colocou no cadastro antes de poder usar a plataforma.

Depois, é só entrar com seu CPF e a senha que escolheu e clicar em “Meu CPF” para consultar se há alguma pendência.

Assim, será possível não só verificar se está com nome sujo ou não, mas também poderá acompanhar a situação da sua dívida.

Caso esteja com o nome no SERASA, é certeza de que irá enfrentar algumas dificuldades para ter acesso a produtos de crédito, principalmente para a aquisição de bens de grande valor, como no financiamento de um apartamento, por exemplo.

Nesse cenário, a solução ideal para contornar essa situação sem ter que renunciar aos seus sonhos é encontrar um grupo que lhe permita fazer um consórcio com nome no SERASA. Mas como isso é possível?

Como funciona o consórcio para inadimplentes?

A chance de poder fazer consórcio com nome sujo é oferecida por algumas empresas que administram consórcios, como é o caso da Porto Vale Consórcio, afiliada da Porto Seguro Bank.

No entanto, é importante destacar que a Porto Vale faz uma avaliação do interessado para validar se esta pessoa tem condições de pagar o consórcio.

Além disso, durante o andamento do grupo, se o cliente se tornar inadimplente no consórcio, ele pode ser desligado de sua cota, caso não regularize as pendências financeiras.

Do mesmo modo, se o integrante do grupo está realizando o pagamento das parcelas da forma correta e cumprindo com todas as responsabilidades que tem para com seu grupo, não terá problemas para seguir no consórcio, mesmo com seu nome no SERASA.

Só na hora da contemplação em si, é que o integrante precisará estar com o nome limpo. Isso porque estando em condição de inadimplência, não será possível retirar sua carta de crédito.

Entretanto, como os grupos de consórcio geralmente são iniciativas de longo prazo, o consorciado pode usar esse tempo para negociar suas dívidas com calma e limpar seu nome antes da contemplação, para evitar transtornos.

É fundamental conversar atentamente com um consultor de consórcios para entender todas as regras e esclarecer dúvidas.

Como o consórcio funciona?

O consórcio funciona como um grupo de pessoas que têm um interesse financeiro em comum, que geralmente se trata da compra de algum bem ou serviço de valor mais elevado.

No Brasil, por exemplo, o consórcio imobiliário e o consórcio de veículos são duas das opções mais tradicionais e populares.

O número de integrantes presentes em um grupo, o prazo de duração do mesmo e o valor da carta de crédito a qual todos os consorciados terão acesso depois de sua contemplação são fatores bastante variáveis.

Desde que não desrespeitem o que está previsto na lei nº 11.795, conhecida como a Lei dos Consórcios, cada administradora tem o direito de estabelecer suas próprias normas e condições para o funcionamento dos grupos.

Por isso, é essencial buscar por empresas de confiança no ramo e evitar comprar cotas de vendedores individuais. Para se proteger contra golpes, sempre faça tudo diretamente com a empresa responsável.

Para saber se um grupo é confiável ou não, basta checar a lista de empresas credenciadas pela Abac – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio.

Depois de ter sido aprovado para integrar um grupo, o consorciado assume a responsabilidade por uma cota do consórcio, que corresponde à sua fatia dentro do coletivo.

Também é por meio da cota que o consorciado será identificado dentro do grupo e poderá acessar o registro do seu histórico, como sua participação nas reuniões, qual é o plano escolhido, histórico dos pagamentos efetuados, etc.

Em empresas que apostam na modernidade, como a Porto Vale Consórcio, os clientes podem ter acesso a todas essas informações na palma da mão por meio do app da Porto.

Além disso, também é possível checar o histórico de contemplações do grupo, algo essencial para quem pretende realizar um lance para ser contemplado rapidamente.

Quem está negativado pode fazer lance no consórcio?

Ter ou não o direito de oferecer lances no grupo de consórcio estando com o nome sujo é algo que varia de empresa para empresa, mas, de modo geral, não é algo recomendado.

Afinal, caso seja contemplado ainda estando com seu nome no SERASA será preciso quitar seu débito, ou seja, limpar seu nome, para então receber a carta.

Portanto, não se apresse. A maior vantagem do consórcio para inadimplentes está justamente no prazo de duração do grupo, que pode passar dos 200 meses dependendo da modalidade em pauta.

Se estiver com seu nome sujo, o ideal é aproveitar esse tempo para conseguir colocar sua vida financeira em ordem e quitar suas dívidas, para que possa desfrutar do bem ou serviço que almeja sem empecilhos.

Depois de ter regularizado sua situação, poderá então pensar em se planejar para ofertar um lance, que funciona como um adiantamento de parte das parcelas que ainda devem ser pagas.

Existem pessoas que são contempladas com lances de valores baixos e outras que precisam fazer grandes ofertas para vencerem em uma rodada.

Os lances geralmente funcionam como leilões, salvo na modalidade de lance fixo. Nesta, o valor de lance que pode ser oferecido é previamente estabelecido pela empresa e os critérios de desempate também são estabelecidos pela administradora.  

Nos lances livres e nos lances embutidos (em que parte do valor da carta de crédito pode ser usado para a oferta, sendo descontado depois), a chance de vencer com um lance menor vai depender muito do perfil do grupo no qual está inserido.

Períodos do ano em que se costuma gastar mais, como janeiro e fevereiro, geralmente são acompanhados por uma queda nos lances. Este então pode ser um bom momento para tentar fazer um lance vitorioso sem oferecer tanto.

Como conseguir a carta de crédito para negativado?

Como dito anteriormente, a carta de crédito não pode ser acessada pelo consorciado até que ele regularize sua situação de inadimplência, mesmo que já tenha sido contemplado.

Caso um integrante do grupo de consórcio que esteja com seu nome sujo seja sorteado com a carta de crédito, o procedimento será o seguinte: ao ser contemplado, o consorciado passará por uma análise de crédito.

Esta é indispensável para a liberação da carta. Estando ainda com o nome no SERASA, a pessoa contemplada pode passar por algumas dificuldades para ter acesso ao recurso.

Afinal de contas, ainda está em débito e deve regularizar sua situação. Em boa parte dos casos, é possível correr atrás do prejuízo e limpar seu nome para ter acesso à carta.

Nestas situações, contar com o suporte de uma equipe de especialistas do mercado de consórcios é essencial e fará toda a diferença no sucesso do seu investimento.

Com uma boa consultoria, será possível encontrar soluções mais eficientes para negociar sua situação e sair de vez dos cadernos da SERASA.

Tendo seu nome limpo novamente, poderá ter acesso à carta de crédito e realizar seus objetivos.

Aqui, vale um adendo: preste atenção para realizar seu consórcio com empresas que ofereçam variedade em seu catálogo de bens e flexibilidade para o uso da carta de crédito, como a Porto Vale Consórcio.

O que é preciso para entrar em um consórcio?

Agora que você já entendeu como funciona o processo de estar em um consórcio com nome sujo, é hora de entender o que é preciso fazer para entrar em um grupo.

Para sanar essa dúvida, saiba que o processo é mais simples do que muita gente pensa. Em primeiro lugar, é preciso atender a alguns critérios principais, como ser maior de idade.

No caso de menores de 18 anos emancipados, aqueles que têm no mínimo 16 anos completos e que tiveram sua maioridade legal “adiantada” por aprovação dos pais, também é possível assumir esse compromisso.

Passando pelo fator idade, outro quesito importante é a comprovação de renda. A avaliação da renda de quem deseja ingressar em um grupo de consórcio precisa ser feita para aprovar sua entrada. Isso é feito para verificar se a pessoa tem condições mínimas de assumir tal compromisso financeiro.

Por exemplo: em um consórcio de imóveis cujo valor da parcela é de 1000 reais, é inviável que alguém que recebe um salário-mínimo ou menos entre para o grupo, já que a mensalidade compromete uma porcentagem muito grande de sua renda.

Além de atender a estes critérios, também será preciso apresentar alguns documentos, como:

  • CPF;
  • RG;
  • Comprovante do endereço atual e dos últimos três meses, como contrato de aluguel, contas de água e luz, conta de telefone e etc.;
  • Certidão de nascimento;
  • Certidão de casamento ou de união estável, para casais que não tenham formalizado a união.

É importante dizer que estes são apenas alguns exemplos e que a documentação exigida pode variar de acordo com cada administradora.

Vantagens de fazer um consórcio

As vantagens oferecidas pelos consórcios são muitas. Para quem está com o nome sujo, a primeira vantagem é o tempo para realizar uma aquisição bem planejada.

Em um consórcio de veículos, por exemplo, o período de duração dos grupos varia de 50 a 80 meses, tempo suficiente para efetuar os pagamentos sem grandes complicações.

Outra vantagem é a ausência de juros, algo que coloca os consórcios em destaque frente a outras modalidades presentes no mercado, como os financiamentos.

Com os consórcios, seu investimento não vai ficar sujeito à alta da taxa de juros, nem a cobranças abusivas. Isso claro, quando se ingressa em um grupo de uma empresa que ofereça planos de qualidade.

Diferentemente dos financiamentos, em que se paga quase o dobro do valor real do bem, os consórcios cobram apenas algumas taxas, como:

Taxa administrativa: taxa sobre os serviços da empresa para a criação e gestão do grupo, como pagamentos dos funcionários e outros fatores;

Fundo de reserva: tem o objetivo de garantir que o fundo comum do grupo de consórcio esteja sempre com crédito suficiente para entregar as cartas de crédito aos seus membros;

Seguro: taxa não-obrigatória, serve como garantia extra de proteção da cota em caso de situações adversas, como quebra de garantia por alguma dificuldade financeira momentânea que ocasione o não pagamento de uma parcela, ou até mesmo um período de desemprego.

Por fim, o poder de negociação é outra das vantagens que vamos destacar aqui. Com a carta de crédito em mãos, é como se o comprador estivesse com o valor integral do bem, o que lhe permite fazer compras de alto valor à vista.

Essa possibilidade, além de permitir uma compra sem dívidas, também facilita a negociação de descontos e outros benefícios.

Quais são os principais tipos de consórcio?

Desde que a empresa ofereça essa possibilidade, como é o caso da Porto Vale Consórcio, alguém que esteja com nome sujo pode participar de qualquer uma das modalidades de consórcio oferecidas para pessoas físicas. Entre as que mais tem se destacado atualmente, podemos citar três:

1. Consórcio de imóveis

Um dos tipos com maior tempo de duração e maior valor da carta de crédito, o consórcio imobiliário é a escolha ideal para quem deseja realizar o sonho de comprar um imóvel de forma planejada e econômica.

Pode ser usado para a aquisição de imóveis de todos os tipos, seja ele destinado a fins residenciais ou comerciais.

2. Consórcio de veículos

Outra opção bastante popular, o consórcio de veículos pode ser usado para a compra de uma série de categorias veiculares diferentes, desde carros e motos de passeio até caminhões de grande porte.

3. Consórcio de placas solares

Diante da necessidade de encontrar opções sustentáveis de geração de energia elétrica, a procura por projetos de instalação de placas fotovoltaicas tem aumentado, tanto que já existem grupos de consórcio dedicados à aquisição desse serviço. 

Onde posso fazer consórcio com segurança?

Se você está à procura da empresa certa para entrar em um consórcio, conte com a Porto Vale Consórcio para lhe oferecer todo o suporte.  

A satisfação dos clientes é o que solidifica a reputação do grupo, que se destaca pelo excelente atendimento ao consorciado.

Para realizar uma simulação e entender qual tipo de consórcio mais se encaixa com o seu perfil, entre em contato com um de nossos consultores!

Carta de crédito imobiliário: tudo que você precisa saber!

Conheça as regras para usar sua carta de crédito no consórcio de imóveis!

Ter acesso a uma carta de crédito imobiliário é a solução ideal para diferentes tipos de pessoas interessadas na compra de um imóvel.

Uma das principais razões para tal preferência são as mudanças pelas quais o mercado imobiliário vem passando atualmente, o que faz com que investidores e outros interessados na compra de imóveis voltem sua atenção para modalidades mais seguras e econômicas, como é o caso do consórcio.

Hoje, um dos fatores de maior preocupação dos brasileiros é a alta na taxa de juros destinada ao crédito imobiliário.

O aumento foi anunciado por várias instituições financeiras, como a Caixa Econômica Federal, uma das principais fornecedoras de crédito imobiliário do país, que tem taxas de juros a partir de 8,99% ao ano, com o acréscimo da Taxa Referencial (TR) e outros fatores.

Diante desse cenário, é hora de os interessados no mercado imobiliário buscarem alternativas que lhes permitam tirar o máximo proveito de seus investimentos.

Para te ajudar com essa questão, trouxemos um artigo completo com tudo o que você precisa saber sobre a carta de crédito imobiliário: o que é, como adquiri-la, como usá-la, quais são as vantagens que traz e muito mais!

O que é uma carta de crédito imobiliário?

Uma carta de crédito imobiliário nada mais é do que um documento que representa o valor total de um imóvel.

A ferramenta foi criada pelo Bacen – o Banco Central Brasileiro, em 1992. Na época, ela surgiu como uma solução para um problema que vinha sendo enfrentado pelas empresas de consórcios: a carência de bens.

A propósito, caso você ainda não esteja a par de tal informação, saiba que as cartas de crédito imobiliárias são um produto financeiro oferecido exclusivamente pelos consórcios de imóveis, sobre os quais vamos falar com mais profundidade à frente.

Como a carta de crédito imobiliário funciona?

O processo é o seguinte: ao entrar em um grupo de consórcio de imóveis, ou comprar uma carta de crédito imobiliário contemplada, haverá um valor específico à sua disposição.  

No mercado dos imóveis, o valor oferecido para as cartas de crédito geralmente começa a partir dos 70 mil reais, sendo que também é possível entrar em iniciativas com cartas de crédito voltadas para a compra de imóveis de luxo, com valores acima dos 500 mil reais.

Agora, para que possa visualizar tudo com mais clareza, imagine o seguinte cenário: você ingressou em um grupo de consórcio de imóveis voltado para a compra de uma sala comercial no valor de 200 mil reais.

Por volta do 7º mês de existência do grupo, você é contemplado por meio do sorteio mensal. Em até 7 dias úteis, na maior parte dos casos, sua carta de crédito imobiliário será liberada.

Assim que a tiver em mãos, poderá começar a negociar com os proprietários ou imobiliárias de sua preferência para comprar sua tão sonhada sala à vista!

Onde usar uma carta de crédito imobiliário?

Agora que já entendeu o que é a carta de crédito imobiliário e como pode fazer uso dela para realizar uma compra, é hora de saber onde esta carta pode ser empregada.

Em primeiro lugar, é preciso destacar algo crucial: uma carta de crédito só poderá ser usada para a compra de bens ou serviços de igual natureza ao seu grupo de consórcio.

Ou seja, se tiver comprado uma carta contemplada de um consórcio de veículos não poderá usá-la para a compra de um imóvel.

Para a compra de imóveis é preciso adquirir uma carta de crédito imobiliária, que poderá ser investida em casas, apartamentos, galpões, terrenos, espaços rurais, salas comerciais e afins.

É por isso que é preciso ter o devido planejamento antes de entrar em um grupo de consórcio, para ter a certeza de que está fazendo algo que realmente deseja.

Para quem busca por uma carta de crédito imobiliário já contemplada, a atenção deve ser redobrada para evitar cair em golpes ou desperdiçar seu investimento.

Vale ressaltar ainda que, além de usar o valor integral da carta de crédito imobiliário para a compra do imóvel desejado, por vezes também é possível que parte do valor seja destinado para outros gastos envolvidos na compra do imóvel, como documentação, vistorias e outros fatores.  

Como adquirir uma carta de crédito imobiliário?

Para adquirir uma carta de crédito imobiliário, o primeiro passo é buscar por uma administradora de consórcio de imóvel que seja renomada no ramo. Essa é a melhor maneira de garantir sua segurança financeira ao ingressar neste tipo de iniciativa.

Todas as administradoras de consórcios legais devem ser autorizadas pelo Banco Central para operarem e devem também ser credenciadas pela Abac, a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios.

Para evitar problemas, sempre dê preferência para empresas que já estejam bem-conceituadas na opinião pública, como é o caso da Porto Seguro e de suas empresas afiliadas como a Porto Vale Consórcio.

Com o suporte de uma administradora de consórcios renomada e que conte com especialistas experientes, será possível prosseguir com seus objetivos sem medo.

O que é um consórcio de imóveis?

O consórcio de imóveis é uma das modalidades mais populares presentes no universo dos consórcios e tem ajudado milhões de brasileiros a realizarem o sonho de comprar a casa própria.

Antes de mais nada, é preciso explicar que um consórcio funciona como uma espécie de sociedade, na qual um grupo de pessoas com um interesse em comum se reúne para que possa atingir seus objetivos.

No caso do consórcio de imóveis, este objetivo pode tomar várias formas: casas residenciais em grandes centros urbanos, apartamentos espaçosos, salas comerciais bem localizadas, casas de campo aconchegantes, um studio bem otimizado e muito mais.

Estes grupos podem ter números variados de participantes, que geralmente são determinados de acordo com o valor estipulado para a carta de crédito imobiliário e o prazo de duração do grupo.

A maioria dos consórcios de imóveis tem duração de até 200 meses, o que garante que o investimento não pese tanto no bolso, uma grande vantagem para quem ainda não detém um grande montante financeiro à sua disposição.

Todos os meses acontecem as chamadas Assembleias Gerais, momento no qual as contemplações ocorrem.

Estas podem acontecer por meio do sorteio, no qual uma ou mais cotas do consórcio são escolhidas de forma avulsa, e pelos lances, que funcionam como um adiantamento de parte do valor que o consorciado ainda deve ao seu grupo e à empresa.

Ao ofertar um lance e sair vitorioso, o consorciado assegura seu acesso imediato à carta de crédito imobiliário.

Que tipos de imóveis podem ser comprados por meio de um consórcio?

Caso ainda tenha alguma insegurança sobre o tipo de imóvel que deseja comprar com uma carta de crédito imobiliário, saiba que, com ela, é possível ter acesso a todos os tipos de imóveis.

Você pode escolher entre imóveis comerciais ou residenciais, usados ou novos, e até mesmo na planta. Além disso, é possível optar por outras categorias, como:

  • Terrenos;
  • Compra de imóvel agrícola com intuito produtivo (como criação pecuária ou atividade agrícola);
  • Pagamento de projeto de reforma ou construção;
  • Apartamentos;
  • Casas de praia;
  • Lofts;
  • E várias outras opções.

Para aqueles que já possuem um imóvel financiado, também é permitido quitar a dívida do financiamento com o valor da carta de crédito imobiliário.

Quanto tempo demora para receber a carta de crédito imobiliário?

O tempo médio esperado para ter acesso à carta de crédito imobiliária por meio da contemplação em um consórcio de imóveis varia de acordo com o prazo de duração estabelecido para o grupo.

O fato é que o prazo máximo para receber a carta de crédito imobiliária é igual ao prazo de duração do grupo de consórcio.

Por isso, é importante que haja o devido planejamento financeiro para aqueles que buscam o consórcio de imóveis e priorizam a agilidade na hora de adquirir o imóvel que almejam.

Nesse cenário, a melhor forma de saber como ser contemplado rapidamente com a carta de crédito é entender como funcionam as modalidades de lance.

Existem três tipos principais de lances: lance livre, lance fixo e lance embutido.

O lance livre funciona como um leilão tradicional. Vence aquele que fizer a maior oferta. Já no lance fixo, os participantes só podem fazer lances com base em um valor fixo, estabelecido pela empresa que administra o grupo.

Por fim, no lance embutido, o grande diferencial está na possibilidade de usar parte do valor da carta de crédito imobiliário para dar um lance, garantindo mais agilidade para ter acesso ao bem almejado, mas com um valor menor, já que parte do valor da carta será descontado do que foi oferecido no lance.

Além de buscar por uma contemplação mais rápida com o lance, que exige estudo e planejamento financeiro para que seja realizado com sucesso, também existe a possibilidade de se comprar uma carta de crédito imobiliária já contemplada, ou seja, que já dá acesso ao imóvel.

Essa possibilidade geralmente ocorre quando um consorciado é contemplado, mas não tem mais condições de pagar o restante das parcelas e decide vender sua carta ou com investidores que costumam trabalhar com a compra e venda de cartas e cotas.

Carta de crédito imobiliário contemplada e cota de consórcio: qual a diferença?

Para entender qual das opções apresentadas, carta contemplada ou cota, será a que melhor atenderá suas demandas e possibilidades, é essencial saber qual o seu perfil de comprador e como cada uma delas funciona.

Como já explicamos, adquirir uma cota de consórcio significa ingressar em um grupo. Ao fazê-lo, será preciso esperar até o momento de sua contemplação para que tenha acesso à carta de crédito imobiliário.

Aqui, além dos lances, outra coisa que pode lhe auxiliar a ser contemplado rapidamente é optar por ingressar em um grupo já em andamento.

Nestes, a contemplação geralmente vem mais rápido para os novos integrantes, já que várias pessoas foram contempladas e o prazo restante para a duração do grupo é menor do que seria em um grupo recém-criado.

Em outro cenário, ao comprar uma carta de crédito imobiliário já contemplada, a pessoa garante o acesso ao bem almejado.

Entretanto, é preciso atenção: com uma carta já contemplada, é certo que seu dono inicial já terá pagado algumas mensalidades, e este valor irá constar no custo para a realização de transferência da carta, além das parcelas restantes.

Por isso, o ideal é que todo esse processo seja feito junto da equipe de especialistas da empresa responsável pela gestão do grupo de consórcio, para evitar cair em golpes.

Nunca pague por uma carta já contemplada sem antes:

  • Ir à empresa que administra o consórcio para verificar se a realização da transferência é realmente viável, ou seja, se é permitida pelas regras do contrato do grupo;
  • Conferir a credibilidade da empresa perante os órgãos reguladores, como o Banco Central e a Abac;
  • Firmar um contrato com o antigo proprietário da carta.

Qual o seu perfil de comprador?

Para garantir que irá escolher com sabedoria entre uma carta de crédito imobiliário já contemplada e a aquisição de uma cota de consórcio, é essencial entender suas necessidades.

Por se tratar de uma iniciativa de médio a longo prazo, o consórcio, de modo geral, costuma ser buscado por pessoas que não têm pressa para a aquisição de um bem ou serviço e que querem se planejar com calma para o momento da compra.

Além do espaço para a realização de um planejamento mais minucioso, o tempo envolvido durante a compra de uma cota de consórcio também entrega outra vantagem: a economia.

Afinal, quanto mais parcelas, menos será preciso pagar por mês, o que permite que mesmo pessoas que não têm uma grande reserva financeira possam ingressar em um grupo de consórcio de imóveis para adquirir sua carta de crédito imobiliária.

Agora, se a sua prioridade é o tempo, a situação muda de figura. Se quer comprar seu imóvel o quanto antes, a compra de uma carta de crédito contemplada pode ser interessante.

Mesmo que acabe custando mais do que entrar no grupo e esperar sua contemplação por meio dos lances e sorteios, ainda sairá mais em conta do que buscar a compra do imóvel por meio de um financiamento, por exemplo.

Afinal, nos consórcios não há cobrança de juros, os grandes responsáveis pelo encarecimento dos financiamentos.

Como se planejar para adquirir uma carta de crédito imobiliário?

Seja por meio da compra de uma carta de crédito já contemplada ou pelo ingresso em um grupo de consórcio de imóveis, ter o planejamento financeiro adequado é essencial antes de dar início a uma iniciativa desta categoria.

Para te ajudar com isso, separamos 3 dicas. Confira:

1. Estabeleça objetivos claros e específicos

Antes de começar a ponderar sobre qual opção será melhor para a compra do seu imóvel, é preciso dar um passo para trás e se perguntar: por que quero comprar um imóvel? Se a resposta for “para sair do aluguel”, faça os seguintes questionamentos:

  • Em que tipo de local quero viver?
  • Quantas pessoas vão morar comigo?
  • Qual será o espaço ideal para que possa abrigar meu estilo de vida (ou o estilo de vida que desejo ter) de forma confortável? 

2. Faça um balanço das suas finanças antes de assumir um compromisso financeiro

Outra dica para adquirir uma carta de crédito imobiliário sem dores de cabeça é estar com sua vida financeira em ordem. Caso isso ainda não seja uma realidade, comece já.

Faça um balanço de todos os seus ganhos e gastos para entender qual é o real espaço que tem em sua renda atual para dedicar a este novo investimento com segurança.

O ideal é que você não comprometa mais do que 30% dos seus ganhos com o investimento, para não colocar sua saúde financeira em risco.

Para manter um controle mais preciso dos seus gastos e entender em que partes da sua vida pode cortar custos, busque fazer esse balanço com frequência, de preferência todos os meses.

Você também pode contar com o suporte de aplicativos de finanças para ter uma visão mais precisa.

3. Tenha uma reserva de emergência

Como a vida é cheia de imprevistos, ter uma reserva de emergência é indispensável antes de entrar em qualquer compromisso financeiro robusto, especialmente se for de longo prazo.

Afinal, eventos não programados podem acontecer no futuro e impactar a sua renda, como um acidente de carro, um problema grave em sua casa, uma doença ou o desemprego.

Por isso, para incluir essas variantes no seu orçamento, é preciso contar com uma reserva de emergência. Assim será possível comprar uma carta de crédito imobiliário ou ingressar em um grupo de consórcio de imóveis com mais segurança e previsibilidade.

Onde encontrar um bom grupo de consórcio de imóveis?

Agora que já aprendeu o que é e como usar uma carta de crédito imobiliário, é hora de saber onde encontrar o grupo certo para realizar este investimento.

Como este serviço só pode ser adquirido junto a uma administradora de consórcio, o primeiro passo deve ser verificar se os grupos nos quais está interessado são confiáveis e sólidos.

Em seguida, é preciso se atentar para a reputação da empresa, já que a qualidade dos produtos e do atendimento ao cliente é vital para uma experiência positiva.

Afinal, é possível que o consorciado passe vários meses junto da empresa e precise contar com o suporte próximo de especialistas do mercado de consórcios para lhe aconselhar durante todo o processo.

Para contar com esse tipo de apoio, conheça a Porto Vale Consórcio, a maior afiliada do grupo Porto. A empresa atua na Capital Paulista e no Vale do Paraíba, e se destaca pela alta qualidade do seu atendimento humanizado, consultivo e eficiente.

Além do consórcio de imóveis, que vem realizando o sonho de vários brasileiros há anos, o grupo também trabalha com outras modalidades de consórcio, incluindo opções voltadas para empresas e para quem busca nos consórcios uma possibilidade de investimento.

Entre em contato com a equipe de consultores e faça uma simulação!

Investimentos que valem a pena: conheça as razões para fazer um consórcio

Confira todos os benefícios da modalidade e faça um investimento seguro

Fazer um consórcio pode ser a solução ideal para os objetivos financeiros de muita gente, especialmente quando se fala em metas de médio e longo prazo.

Para a maioria dos brasileiros, ter acesso a um bem ou serviço de alto valor, como uma casa ou um projeto de energia solar, por exemplo, é um processo que exige tempo e um bom planejamento financeiro.

Afinal de contas, sem a organização necessária, a realização desses sonhos pode se transformar em uma tarefa muito árdua, tomando mais tempo que o necessário.

Para evitar os obstáculos e conquistar seus objetivos com o máximo de eficiência e planejamento, vale a pena conhecer as razões para fazer um consórcio.

Por isso, vamos explicar aqui como a modalidade funciona e por que ela é um investimento seguro. Confira!

Como o consórcio funciona?

O consórcio funciona como uma modalidade de compra programada, chamada também de autofinanciamento.

Nele, um grupo de pessoas físicas ou jurídicas, no caso de consórcios estabelecidos entre empresas, se une para adquirir um mesmo bem ou serviço.

Basicamente, cada participante contribui com uma parcela mensal, que é utilizada para formar um fundo comum.

Esse fundo é utilizado para comprar o bem ou serviço desejado pelos participantes do consórcio, através de sorteios ou lances, realizados de forma mensal, durante as Assembleias Gerais do grupo.

No caso dos lances, que funcionam como uma espécie de leilão, os consorciados realizam uma oferta de um determinado valor que corresponde a um adiantamento de parte das parcelas que ainda devem ser pagas.

Isso pode acontecer por meio de um lance livre, no qual a pessoa pode oferecer até 100% do valor da carta de crédito; um lance fixo, no qual o valor a ser ofertado é estabelecido pela administradora do consórcio; e um lance embutido, que utiliza parte da própria carta de crédito.

Neste último caso, se a carta de crédito vale 100 mil reais e o consorciado faz um lance embutido de 5 mil reais, receberá 95 mil no total, caso seja vitorioso.

Quando um participante é contemplado, ele recebe a carta de crédito e pode utilizá-la para adquirir o bem ou serviço desejado.

Os participantes que não foram contemplados em um determinado mês continuam contribuindo com suas parcelas e concorrendo aos sorteios nos meses seguintes.

É importante destacar que o consórcio não é um empréstimo, já que os participantes não estão pegando dinheiro emprestado de alguma instituição.

Eles estão contribuindo com uma parcela mensal para formar um fundo comum, que será utilizado para adquirir os bens.

Além disso, o consórcio é uma alternativa para quem não tem o dinheiro para comprar uma casa ou carro à vista, mas tem disciplina para fazer uma poupança mensal e aguardar a contemplação.

Agora que você já sabe como essa modalidade de investimento, ou autofinanciamento, funciona, confira 10 razões para fazer um consórcio!

1. Oferta de planos e grupos de consórcio diversificados

A primeira vantagem que o consórcio oferece é o fato de que é possível encontrar uma grande diversidade de grupos, seja para quem quer comprar um bem, como um carro, ou para quem deseja acessar um serviço de alto valor, como uma instalação de placas de energia solar, por exemplo.

Além disso, também é possível encontrar variedade em relação aos tipos de grupos e planos, ao número de integrantes, tempo de duração, valor da carta de crédito e modalidades de lances aceitas pela empresa administradora do consórcio.

Desse modo, é possível encontrar um grupo que atenda às suas necessidades e tenha uma parcela que caiba no seu bolso.

2.Nada de cobrar taxa de juros

Outra vantagem que merece uma posição de destaque é o fato de que no consórcio não há cobrança de taxa de juros. Isto porque a modalidade não se configura como financiamento, logo, não há por que haver cobrança de juros.

Existem, entretanto, algumas taxas que costumam ser cobradas pelas empresas, variando de administradora para administradora, como:

Taxa administrativa: remuneração para a empresa pelo serviço de criação e gestão do grupo de consórcio.

Taxa do fundo de reserva: garante que o fundo comum destinado à contemplação dos membros do consórcio sempre se mantenha com crédito suficiente para a entrega das cartas de crédito.

Taxa de seguro: nem sempre obrigatória, esta taxa serve para cobrir o consorciado, caso contratado.

3. Possibilidade de ser contemplado rápido no consórcio

Apesar de não garantir o acesso imediato ao bem ou serviço almejado, uma grande vantagem do grupo de consórcio é que existem estratégias para acelerar a contemplação. Afinal, as contemplações são feitas desde o primeiro mês de existência do grupo, por meio de sorteios e lances.

Desse modo, com a oferta de um lance vitorioso, é possível receber sua carta de crédito mais rapidamente.

4. Atualização constante do valor do bem/serviço

Essencial para iniciativas de longa duração, a atualização do valor do bem/serviço é uma vantagem dos grupos de consórcio.

Com o passar dos anos, o valor de um mesmo bem ou serviço tende a mudar e, caso o valor da carta de crédito não acompanhe tal mudança, o consorciado será prejudicado.

Para evitar este tipo de problema, as administradoras de consórcio realizam alguns cálculos para que seja possível realizar uma atualização real do valor da carta de crédito ao longo dos anos.  

Os critérios para este reajuste devem constar no contrato para que o consorciado possa avaliar a proposta.

5. Garantia de flexibilidade para usar a carta de crédito

Outra das razões para fazer um consórcio é a flexibilidade que o consorciado tem para desfrutar da sua carta de crédito.

Tal flexibilidade se dá pelo fato de que a pessoa poderá usar sua carta para escolher qualquer tipo de bem ou serviço. Isto, é claro, quando decide fazer um consórcio com uma empresa comprometida com a variedade, como é o caso da Porto Vale Consórcio.

6. Mais poder de negociação ao realizar pagamentos à vista

Já que a carta de crédito contemplada corresponde ao valor integral do serviço ou bem almejado pelo grupo, o consorciado tem a chance de fazer uma compra à vista.

Com isso, o poder de negociação aumenta e fica muito mais fácil negociar descontos ou outras vantagens.

7. Chance de usar até 10% do valor da carta de crédito para cobrir eventuais despesas

Para quem busca por uma otimização máxima dos recursos, outra razão para fazer um consórcio é a possibilidade de usar até 10% do valor total do crédito para pagar despesas relacionadas à aquisição do bem ou do serviço.

No caso de alguém que faz parte de um consórcio de veículos, por exemplo, ao escolher comprar um seminovo, parte da carta de contemplação pode ser usada para pagar documentações, como o certificado de transferência veicular, pagar tributos, o seguro do veículo, e outras questões.

8. Parcelamento integral do valor do bem ou serviço

Se opondo aos tradicionais financiamentos, outra razão para fazer um consórcio é que nele não é preciso dar um valor de entrada.

Além disso, o valor do bem ou serviço é dividido de forma integral na quantidade de mensalidades determinadas logo na criação do grupo, permitindo que o integrante inicie este investimento com segurança e responsabilidade.

9. Forma segura e planejada de formar ou ampliar seu patrimônio pessoal, empresarial ou familiar

Poder ampliar seu patrimônio de forma planejada é outra das razões para fazer um consórcio.

Optar por esta modalidade de compra programada é quase uma certeza de sucesso financeiro, principalmente se acompanhada da assistência de uma equipe de especialistas prestativos e preparados para auxiliar seus clientes ao longo de toda a duração do grupo, como é o caso da equipe da Porto Vale Consórcio.

Este tipo de modalidade é especialmente vantajoso para aqueles que desejam começar a levantar o capital necessário para a conquista dos seus sonhos, mas sentem dificuldade de fazê-lo por mecanismos tradicionais como a poupança.

10. Incentivo ao consumo responsável

Seguindo a lógica do planejamento e da segurança, uma das razões para fazer um consórcio é o incentivo que ele promove ao consumo responsável.

Com uma estrutura robusta e todo o apoio técnico prestado aos integrantes dos grupos de consórcio, é possível que os consorciados se planejem de acordo com prestações que realmente cabem no seu bolso.

Quais são os principais tipos de consórcio?

Agora que você já sabe as principais razões para fazer um consórcio, é hora de conhecer algumas das modalidades mais populares para encontrar a opção ideal para você. Confira!

Consórcio de automóveis

O consórcio de veículos é uma das opções mais tradicionais e populares de consórcio, ideal para quem está em busca de realizar o sonho do primeiro carro próprio ou para quem quer se organizar para trocar de veículo de forma planejada.

Este tipo de consórcio costuma oferecer planos que variam de 50 a 80 meses de duração, com valores diversos para a carta de crédito.

Ao ingressar em um consórcio de carro da Porto Seguro, por exemplo, os clientes encontram um catálogo amplo, que oferece desde opções de veículos populares até automóveis de luxo, com créditos que vão de R$ 25 mil a R$ 125 mil.

Neste tipo de consórcio, é possível encontrar opções 0km ou seminovas de carros, motos, veículos utilitários e outras categorias de alta qualidade.

Consórcio de imóveis

Maneira inteligente, econômica e responsável de realizar o sonho da casa ou apartamento próprio, o consórcio imobiliário é a escolha ideal para quem está pronto para dar o próximo passo rumo à realização dos seus objetivos.

Esta modalidade se destaca por ser bastante abrangente, sendo que o consorciado pode usar sua carta de crédito para comprar uma casa ou apartamento próprio, um espaço comercial, um terreno, uma casa de veraneio para usar durante as férias ou para alugar, entre outras opções.

Também é uma das modalidades que conta com os maiores valores de crédito, começando a partir de R$ 70 mil.

Outra vantagem de fazer um consórcio imobiliário é que esta modalidade permite o uso do FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, para ofertar como lance.

Consórcio solar

Outra opção de consórcio que tem sido cada vez mais procurado é o consórcio de energia solar, destinado à instalação de placas fotovoltaicas.

Este tipo de investimento traz um enorme retorno financeiro, graças ao alto potencial que a energia solar tem em uma região tropical como o nosso país.

De acordo com dados do Atlas Brasileiro de Energia Solar, o Brasil recebe mais de 3 mil horas de luz solar intensa todos os anos.

Com este consórcio, é possível investir em uma fonte renovável e sustentável de produção de energia e ainda valorizar o imóvel.

O projeto pode ser usado no formato on-grid, no qual ainda há uma conexão com a concessionária de energia elétrica; ou off-grid, no qual a instalação é completamente autossuficiente.

Os créditos desse consórcio variam de R$ 25 mil a R$ 50 mil. Para conhecer mais a respeito destas e de outras modalidades, entre em contato com a equipe da Porto Vale Consórcio e peça uma simulação!

Comece o consórcio residencial com o dinheiro do aluguel

Saiba como fazer o planejamento para conquistar seu imóvel próprio

Otimizar os recursos financeiros é muito importante para aumentar o patrimônio. Por isso, usar a parcela do aluguel no consórcio residencial tem sido uma alternativa muito interessante para aqueles que desejam adquirir a casa própria.

Recentemente, uma pesquisa feita pela Startup Quinto Andar, em parceria com o Datafolha, mostrou que aproximadamente 27% dos brasileiros vivem em imóveis alugados.

O estudo trouxe outros dados que são muito interessantes: os jovens de 21 anos a 24 anos sonham em ter a casa própria.

Ou seja, o desejo de ter um apartamento para morar ou uma casa para viver sem ter que pagar aluguel ainda está muito presente na nossa cultura e, mais importante do que isso, faz parte dos objetivos pessoais de quase toda as gerações.

Porém, sabemos que os passos de construção de patrimônio requerem planejamento financeiro e tomadas de decisões para que o dinheiro seja utilizado da maneira mais inteligente, apresentando o melhor rendimento possível dentro de um período.

Por exemplo: se você vai pagar R$ 1 mil de aluguel por 5 anos, totalizando R$ 60 mil durante este período (descontando as correções), não é mais interessante usar este dinheiro para investir em um consórcio de imóveis e comprar a casa própria?

De fato, a lógica mostra que é mais viável investir em um imóvel próprio do que pagar aluguel por longos períodos.

Para quem deseja ter uma casa própria, usar o valor do aluguel para pagar um consórcio é uma excelente alternativa para conquistar este objetivo com mais planejamento e economia.

Como comprar uma casa própria com o valor do aluguel

Você pode estar pensando: “se vou usar o dinheiro do aluguel para pagar o consórcio, onde vou morar?”.

Sem dúvidas, usar o dinheiro do aluguel para comprar uma casa própria através do consórcio residencial requer um planejamento financeiro e uma reorganização da vida, pelo menos por um período.

Neste caso, seria interessante aumentar um pouco sua margem para investir no consórcio de imóveis para sair do aluguel e, ao mesmo tempo, reduzir seu custo de moradia por um momento.

Veja este caso: se você diminuir o seu custo com moradia para R$ 700,00 e economizar R$ 700,00 para investir em uma casa própria através do consórcio, em poucos anos você se livra definitivamente do aluguel.

Para tanto, basta um pouco de planejamento financeiro e alguns ajustes na rotina, sempre mantendo o foco em sair do aluguel.

Lembrando que um pouco de sacrifício momentâneo vale à pena, especialmente para aqueles que desejam encontrar uma forma de sair do aluguel.

Implicações do aluguel de casa ou apartamento

Além dos gastos com o valor do aluguel de casa ou apartamento, quem mora em um imóvel que não é próprio precisa lidar com alguns custos extras.

Estes valores gastos de forma adicional podem ser revertidos em um investimento na casa própria, como em uma reserva financeira para dar um lance no consórcio.

No aluguel de apartamento, o inquilino fica responsável pelo valor do pagamento da taxa de condomínio.

Já na locação de uma casa, os gastos com manutenção, como limpeza de jardim, também ficam para o inquilino.

Ao colocar na ponta do lápis todos estes gastos, começa a ficar ainda mais interessante pensar em uma estratégia para sair do aluguel através do consórcio.

Além disso, caso não tenha um fiador (uma pessoa com imóvel próprio quitado e que ficará responsável por pagar seu aluguel caso haja algum imprevisto), o inquilino poderá pagar para a imobiliária um adiantamento/seguro fiança.

Este, costuma ter o valor de 3 aluguéis, dinheiro que pode ser revertido para criar uma reserva para dar um lance em um consórcio residencial, por exemplo.

Outra desvantagem do aluguel é o aumento repentino de preços devido à lei de oferta e procura.

Em algumas cidades é normal perceber o crescimento na procura por imóveis para alugar com o passar dos anos. Isso faz com que casas e apartamentos se tornem ainda mais inacessíveis para locação.

Vale ressaltar que, caso o inquilino precise deixar o imóvel alugado antes de 1 ano no local, a maioria dos contratos apresenta multa.

Então, basta ir somando todos os custos e pensando que, se fossem direcionados para o consórcio de imóveis, você poderia ter um patrimônio mais rápido do que pensa!

Vantagens do aluguel

Já sabemos que o consórcio de imóveis é uma excelente opção para aqueles que sonham em conquistar a “casa própria”, termo mais popular para pessoas que querem ter uma casa ou apartamento para sair do aluguel.

Porém, temos que destacar as vantagens do aluguel, principalmente para quem não precisa ter um imóvel próprio. Veja as principais:

  • Trocar de casa ou apartamento para plantas maiores ou menores, conforme sua necessidade;
  • Ter flexibilidade para mudar de cidade, caso seja necessário por causa de sua profissão;
  • Rescisão de contrato com facilidade, principalmente após 1 ano de locação;
  • Gastos com reforma, manutenção estrutural ou instalações elétricas ficam sob responsabilidade do proprietário;
  • Entre outros benefícios.

Na prática, o aluguel acaba sendo uma boa solução temporária para muitas pessoas.

A sugestão é que seja feito um planejamento do valor do aluguel e por quanto tempo você deseja viver em um imóvel alugado, para separar um valor mensal para o seu consórcio de imóveis.

Caso não faça este planejamento, a tendência é que você se torne um dependente do aluguel por um período indeterminado, e isso pode gerar um arrependimento no futuro.

Como o tempo passa depressa e ficamos envolvidos com nossas tarefas do dia a dia, como estudo, trabalho e família, em 3 ou 5 anos você perceberá que poderia ter um apartamento ou casa no seu nome, para chamar de seu, se tivesse se programado um pouco.

Vantagens do consórcio para sair do aluguel

Aqueles que desejam sair do aluguel e ter uma casa própria acabam escolhendo o consórcio de imóveis por diversos motivos, mas o principal é porque o consórcio residencial não tem juros.

Os juros bancários se tornam um verdadeiro impeditivo para muita gente que não quer pagar parcelas altas por 30 anos, por exemplo.

No financiamento de imóveis, o cliente pode chegar a pagar um apartamento ou uma casa a mais de juros para o banco. É um enorme desperdício de dinheiro!

Este valor desperdiçado em juros bancários poderia ser direcionado para outros objetivos de vida, como uma faculdade, viagem, consórcio de veículos ou mesmo mobiliar a casa própria.

A Porto Seguro tem o consórcio de imóveis com créditos a partir de R$ 70 mil.

O consórcio residencial Porto tem opções de planos com parcelas reduzidas até a contemplação, excelente alternativa para quem pretende substituir parte do aluguel para ter um imóvel próprio.

Os clientes também podem usar o FGTS no consórcio, seguindo as regras da Caixa Econômica Federal. Assim, é possível acelerar a contemplação com lances.

Porto Vale Consórcio

Se faz parte do seu objetivo de vida ter uma casa própria ou um apartamento no seu nome, mas você mora de aluguel e precisa de uma orientação para fazer todas as contas e colocar o plano em prática, peça um atendimento consultivo da Porto Vale Consórcio.

A Porto Vale é a maior revendedora de consórcios Porto Seguro do Brasil, tem uma equipe de suporte ao cliente completa, que ajuda a fazer todo o passo a passo para que você tome a decisão mais interessante para ter seu imóvel, pensando em curto, médio e longo prazo.

A empresa adota um modo de operação diferenciado, voltado para ajudar as pessoas a realizarem seus sonhos e objetivos de vida por meio do consórcio, pois sabe como é importante evitar pagar juros bancários. Fale com a equipe da empresa agora mesmo!

Consórcios: tudo sobre essa modalidade de compra sem juros

Quer saber tudo sobre consórcios? Aqui, você encontra regras, taxas, tipos de consórcio, lances, cartas de crédito e muito mais!

O consórcio é um caminho planejado e econômico para a construção de patrimônio. Saiba mais!

Destacando-se como uma das opções mais tradicionais, seguras e econômicas de se acessar um bem ou serviço, os consórcios já fazem parte da realidade dos brasileiros há muito tempo.

Nos últimos anos, entretanto, as empresas vêm registrando um aumento na procura deste serviço, movido, em parte, pelo aumento dos juros, que distancia várias pessoas do acesso ao crédito, como os financiamentos bancários, por exemplo.

Esta migração se explica pelo fato de que nos consórcios não há cobrança de juros, além de outras vantagens.

Para te ajudar a entender todos os detalhes a respeito desta modalidade de compra, preparamos este artigo bem completo. Boa leitura!

O que é consórcio?

O consórcio pode ser visto como uma modalidade de compra cooperativa e de autofinanciamento, na qual um grupo de pessoas físicas ou jurídicas se reúne com o objetivo de adquirir um mesmo bem ou serviço.

Esses grupos são formados por meio de uma administradora de consórcios, que é responsável por organizar e gerenciar todo o processo envolvido na criação, manutenção e encerramento do grupo.

Ao ingressar em um destes coletivos, os participantes, chamados de consorciados, pagam parcelas mensais estabelecidas a partir do valor do bem ou serviço que desejam obter.

Estas parcelas são utilizadas para formar um fundo comum, destinado às contemplações. A cada mês, um ou mais membros são contemplados com o recebimento da carta de crédito.

Esta corresponde ao valor integral necessário para a compra do bem ou serviço desejado. O valor do crédito pode variar de acordo com o plano contratado e a duração do consórcio.

Vale destacar que é justamente o fato de a carta de crédito ser paga a partir do fundo comum, com o qual todos os consorciados contribuem, que explica por que o consórcio não tem juros.

Afinal, como o crédito é levantado pelos próprios integrantes, não há razão para se estabelecer uma cobrança de juros.

Como funciona o consórcio?

Como dito, o consórcio funciona como uma espécie de “poupança coletiva”, cujo funcionamento é regulamentado pela Lei N° 11.795, conhecida como Lei dos Consórcios.

De acordo com o Art. 7 da Lei, compete ao Banco Central do Brasil trabalhar pela normatização, coordenação, supervisão, fiscalização e controle das atividades do sistema de consórcios.

Por este motivo, para saber se uma empresa opera com legalidade, é necessário conferir se a mesma se encontra na lista de empresas administradoras presentes no site do Banco Central.

Para entender mais a fundo sobre como funciona o consórcio é importante destacar 3 fatores em específico: como funcionam as contemplações, quais são as principais taxas cobradas e quais são os principais tipos de consórcio. Confira!

Como as contemplações funcionam?

Sendo o momento mais esperado por todos os consorciados, a contemplação acontece durante as Assembleias Gerais feitas todos os meses pela administradora do grupo.

Existem duas formas de ser contemplado: por meio dos sorteios mensais feitos entre os participantes e pelos lances.

O lance nada mais é do que uma oferta de adiantamento das parcelas que ainda precisam ser pagas, para que seja possível ter acesso à carta mais rápido.

Existem três tipos de lance:

  • Livre: quem ofertar o valor mais alto será o contemplado;
  • Fixo: os lances só podem ser feitos a partir de um valor pré-definido;
  • Embutido: se oferta parte do valor da carta de crédito como lance, sendo que, caso contemplado, o valor ofertado será descontado do crédito.

Quais são as taxas cobradas no consórcio?

Outro ponto importante em relação aos consórcios são as taxas, que cumprem com papéis importantes para o funcionamento do grupo. Entre as taxas mais comuns, podemos destacar 4:

1. Taxa de administração

A taxa de administração é a principal taxa cobrada pelas administradoras de consórcio e é utilizada para cobrir os custos operacionais do grupo. Ela é calculada sobre o valor do bem a ser adquirido e é diluída ao longo das parcelas do consórcio.

Em outras palavras, a taxa de administração é dividida por igual entre todas as parcelas, o que significa que cada consorciado paga uma pequena porcentagem dessa taxa ao longo da duração do grupo.

É importante lembrar que a taxa de administração pode variar de acordo com a empresa administradora e com o tipo de consórcio escolhido.

Além disso, ela é uma das principais fontes de receita para a administradora, o que significa que escolher um grupo que oferte uma taxa de administração muito baixa pode resultar em uma qualidade de serviço menor ou em uma redução na oferta de lances contemplados.

Por isso, é importante avaliar a taxa de administração em conjunto com outros fatores, como a reputação da administradora e a estrutura do grupo de consórcio

2. Fundo de reserva

O Fundo de Reserva é uma taxa cobrada pelas administradoras de consórcio com o objetivo de garantir a saúde financeira do grupo ao longo de sua duração.

Essa taxa é paga mensalmente pelos consorciados e é utilizada para cobrir despesas inesperadas, como a inadimplência de alguns integrantes, a necessidade de reparos em um bem já adquirido ou a cobertura de eventuais prejuízos financeiros do grupo.

A taxa do Fundo de Reserva é definida no momento da formação do grupo de consórcio e pode variar de acordo com a administradora e o tipo de consórcio.

Ela geralmente é calculada sobre o valor total do bem a ser adquirido e diluída ao longo das parcelas do consórcio.

3. Seguro

Algumas administradoras de consórcio incluem um seguro no valor das parcelas. Esse seguro pode cobrir o consorciado em caso de imprevistos, como invalidez ou morte.

Também pode ser contratado como uma prevenção no caso da perda de emprego, como forma de assegurar que as mensalidades do grupo de consórcio sejam pagas por determinado período.

Assim, o consorciado ganha mais tempo para conseguir se estabilizar financeiramente de novo, sem ter que abrir mão do seu investimento.

4. Taxa de adesão

A taxa de adesão é uma taxa cobrada pela administradora de consórcio no momento da adesão ao grupo. Essa taxa é única e geralmente é cobrada no ato da assinatura do contrato de adesão.

O valor da taxa de adesão varia de acordo com a administradora do consórcio e pode ser negociado em algumas situações.

Ela é cobrada para cobrir os custos iniciais da formação do grupo, como as despesas com a elaboração do contrato de adesão, o cadastro dos consorciados e a organização do grupo.

Tipos de consórcio

Existem vários tipos de consórcios disponíveis no mercado, cada um com suas próprias características e benefícios. Entre os principais presentes no setor podemos destacar:

Consórcio de imóveis

O consórcio de imóveis é uma modalidade de consórcio muito popular, que permite aos participantes adquirirem uma carta de crédito para comprar uma casa, apartamento, terreno ou imóvel comercial.

É uma opção interessante para quem deseja adquirir um imóvel, mas não tem pressa em fazê-lo. Isto porque, apesar de muitos já serem contemplados logo no início do grupo, o prazo de duração dos consórcios imobiliários geralmente fica entre 120 e 180 meses.

Portanto, é preciso se preparar para um compromisso de anos. Para quem está em busca da casa própria, o consórcio de imóveis acaba sendo a opção mais vantajosa, já que não há a necessidade de entrada, como ocorre em um financiamento.

Além disso, as taxas costumam ser menores do que as praticadas nos financiamentos imobiliários, o que pode representar uma economia significativa no longo prazo.

Consórcio de veículos

O consórcio de veículos, como o nome sugere, se dedica à aquisição de veículos de uso pessoal ou utilitários, como carros, motos, caminhões, vans e outros.

Nesta modalidade, o prazo para a finalização do grupo, e contemplação de todos os integrantes, costuma ser menor do que em outras categorias, variando entre 36 e 84 meses.

Uma vantagem do consórcio de veículos é que, dependendo da empresa, o participante pode utilizar a carta de crédito para adquirir um veículo novo ou usado, de acordo com as regras estabelecidas no contrato.

Consórcio de reforma

O consórcio de reforma é uma modalidade de consórcio que tem como objetivo oferecer aos seus participantes a possibilidade de planejar e executar reparos em suas residências ou estabelecimentos comerciais, de forma organizada e previsível.

Entre as principais vantagens oferecidas pelo consórcio de reforma estão a ausência de juros e a possibilidade de antecipar as parcelas para aumentar as chances de ser contemplado. Também é possível utilizar o saldo do FGTS para quitar ou reduzir as parcelas do consórcio.

Além destes, também é válido ressaltar que os grupos de consórcio também podem ser usados para finalidades que vão além do bem ou serviço alvo.

Um consórcio de imóveis, por exemplo, que costuma ser um dos produtos com maior valor de carta de crédito, pode ser usado para a construção de uma reserva para aposentadoria, reserva de emergência e outras finalidades.

Como escolher seu primeiro consórcio?

Escolher o seu primeiro consórcio pode parecer um pouco confuso, mas com algumas orientações simples é possível tomar uma decisão informada e fazer a escolha certa. Aqui estão algumas dicas que podem ajudar:

1. Defina o seu objetivo

Antes de escolher um consórcio, é importante definir claramente qual é o seu objetivo financeiro.

Para quem está procurando uma forma mais segura de comprar um imóvel, por exemplo, também é preciso que façam perguntas como:

  • Qual tipo de imóvel deseja?
  • Qual será a finalidade do imóvel?
  • De qual valor será o imóvel?
  • Em quanto tempo quer adquiri-lo? 

Ter a resposta para estas e outras perguntas é essencial para que sua escolha possa ser feita com mais responsabilidade.

2. Verifique a reputação da empresa

Agora que estabeleceu seu objetivo para escolher o tipo de consórcio, é hora de escolher uma empresa de confiança.

Para isso, o primeiro passo deve ser checar as credenciais da organização junto aos órgãos reguladores. Fazer isso é importante porque muitas vezes pessoas caem em golpes aplicados por grupos não legais.

Também é importante que se verifique a reputação da empresa de consórcios antes de tomar uma decisão. Procure por comentários e avaliações online para analisar qual a classificação da administradora com seu público.

No caso da Porto Vale Consórcio, por exemplo, a nota 4,9/5 nas avaliações do Google é um indicativo da satisfação dos clientes com o atendimento e com os resultados obtidos.

3. Verifique se as parcelas cabem no seu orçamento

Outra etapa fundamental é realizar um balanço da sua vida financeira para que possa se certificar de que as parcelas do consórcio cabem no seu orçamento mensal. O ideal é que este tipo de iniciativa não comprometa mais de 30% da sua renda mensal.

Por isso, avalie seus gastos para entender o que deve ser priorizado e tenha calma na hora de escolher um grupo que atenda aos seus objetivos sem comprometer seu fôlego financeiro.

Para tal, é essencial contar com o suporte de especialistas do setor, como o time de consultores da Porto Vale, para que se possa receber o acompanhamento adequado na hora de tomar uma decisão bem planejada.

4. Se atente ao prazo de cada grupo

Outro ponto fundamental na hora de escolher um grupo de consórcio é avaliar seu prazo de duração. Para quem prefere poupar sem pressa para que possa investir um valor menor mensalmente, vale a pena dar preferência para grupos novos que tenham prazos maiores.

Já para aqueles que têm pressa em adquirir um determinado bem ou acessar um serviço, é interessante que se considere a opção de entrar em um grupo de consórcio já em andamento.

Estes oferecem como vantagem o fato de que terão um prazo de espera menor para os novos integrantes, além de possibilitar um entendimento maior da dinâmica do grupo, com acesso ao histórico de lances.

Onde entrar em um grupo de consórcios?

Para entrar em um grupo com tranquilidade, sabendo que terá o máximo de segurança e economia para o seu investimento, conte com a Porto Vale Consórcio!

Aqui, os consorciados são acompanhados por profissionais peritos e com ampla experiência no setor, além de disporem de um aparato tecnológico de alta qualidade para facilitar seu dia a dia enquanto integrante do consórcio. Entre em contato e peça uma simulação!

Como planejar a aposentadoria com o consórcio?

Já pensou em planejar a aposentadoria com o consórcio? Saiba como usar a modalidade para ter um futuro tranquilo.

Entenda como a modalidade pode ajudar a construir um futuro financeiro mais tranquilo

Seja em maior ou menor medida, todos nos preocupamos com o futuro, certo? Principalmente quando o assunto é a chegada da terceira idade.

Nesta fase, nada mais justo do que ter a possibilidade de descansar com tranquilidade e segurança financeira. Afinal, passamos uma vida inteira trabalhando e planejando a aposentadoria.

Entretanto, desde que o setor previdenciário começou a passar por reformas, as inseguranças em relação a tão sonhada aposentadoria aumentaram.

Por este motivo, é preciso saber encontrar alternativas, como planejar a aposentadoria com o consórcio, por exemplo.

Afinal, no Brasil, boa parte da população tem o costume de contar unicamente com o INSS – o Instituto Nacional do Seguro Social para garantir sua aposentadoria. O problema é que contar exclusivamente com este sistema pode não garantir a estabilidade financeira que você precisa. Saiba mais!

Como a aposentadoria pelo INSS funciona?

Sempre que alguém é contratado em um trabalho formal, com assinatura na carteira de trabalho e em acordo com as normas previstas pela CLT – Consolidação das Leis Trabalhistas, o INSS já é depositado automaticamente em uma conta da Caixa Econômica Federal.

De acordo com a lei, todos os meses a empresa contratante deverá descontar um valor específico destinado ao INSS do salário do trabalhador.

Esse montante, que fica guardado em uma conta da Caixa Econômica Federal, poderá ser resgatado pelo beneficiado no futuro, quando este der entrada em sua aposentadoria.

O valor a ser descontado varia de acordo com a quantidade de salários-mínimos que você recebe.Com o salário-mínimo em R$ 1.302, a atualização mais recente do INSS aponta o percentual de contribuição da seguinte forma:

  • Salário até R$ 1.302: 7,5% de alíquota do INSS

  • Salário de R$ 1.302 a R$ 2.571,29: 9,0% de alíquota do INSS

  • Salário de R$ 2.571,30 a R$ 3.856,94: 12% de alíquota do INSS

  • Salário de R$ 3.856,95 a R$ 7.507,49: 14% de alíquota do INSS

A partir destes indicadores, é realizada uma média de todos os salários com os quais o funcionário já contribuiu.

Além de prestar atenção a estes fatores, é importante conhecer quais são as regras de transição para aposentadoria de acordo com a Reforma da Previdência.

Pontuação

A primeira regra que sofreu uma mudança na forma como é aplicada foi a norma conhecida como 86/96. Para aqueles que escolhem esse modelo, a soma da idade e do tempo de contribuição é utilizada para alcançar uma pontuação necessária para solicitar a aposentadoria.

Agora, há um escalonamento diferente para homens e mulheres, sendo 100 pontos para mulheres e 105 pontos para homens.

A pontuação exigida aumenta a cada ano e é preciso verificar em qual ano a soma da idade e do tempo de contribuição coincide com os pontos exigidos pela Previdência para que seja possível solicitar a aposentadoria.

No caso dos homens, a soma do tempo de contribuição e da idade deve ser igual ou superior a 96 pontos em 2019. Essa pontuação mínima aumentará anualmente até atingir 105 pontos em 2028.

Para as mulheres, a pontuação começa em 86 pontos em 2019 e aumenta anualmente até atingir 100 pontos em 2033.

Tempo de contribuição e idade mínima

A regra considera uma idade mínima para ter acesso à aposentadoria, independentemente do tempo de contribuição. As mulheres deverão ter ao menos 56 anos, com aumento de seis meses a cada ano até chegar a 62 anos, em 2031.

Já para os homens, a idade inicia em 61 anos, em 2019, e aumenta seis meses a cada ano, chegando a 65 anos no ano 2027.

Nos dois casos, exige-se o tempo mínimo de contribuição para o INSS: 30 anos para mulheres e 35 anos para homens.

Idade mínima

Para quem busca se aposentar por idade, dois critérios devem ser cumpridos: homens precisam ter 65 anos de idade e 15 anos de contribuição, e mulheres precisam ter 60 anos de idade e 15 anos de contribuição.

Contanto a partir de janeiro de 2020, a idade mínima de aposentadoria para mulheres é acrescida em seis meses a cada ano, chegando a 62 anos em 2023.

Da mesma forma, a partir de janeiro de 2020, o tempo de contribuição necessário para aposentadoria dos homens será acrescido em seis meses a cada ano, até chegar a 20 anos em 2029.

Como se preparar financeiramente para a aposentadoria?

Diante das novas regras da Previdência, fica claro que contar apenas com a aposentadoria pública pode não ser o bastante, daí a importância de buscar alternativas.

Para entender por que o consórcio para aposentadoria é uma boa, é preciso saber como se preparar financeiramente para a aposentadoria, ou seja, como desenvolver um plano que atenda às suas necessidades financeiras.

Ter o devido cuidado para organizar este fundo com sabedoria é essencial, principalmente no Brasil, onde cerca de 90% das pessoas com mais de 25 anos não poupam dinheiro pensando na aposentadoria.

Este cenário é um indicador de como o povo brasileiro vem lidando com seu dinheiro e com seu planejamento de vida.

Além disso, é essencial ressaltar que depender do INSS pode não ser tão vantajoso para muitas pessoas, especialmente para aquelas que não trabalham com registro em CLT. Por isso mesmo, é preciso pensar em outras formas de se ter uma boa aposentadoria.

Vale ressaltar ainda que cada vez menos brasileiros têm empregos com registro formal. Esse é o caso de mais de 40% da força de trabalho brasileira, de acordo com o último levantamento feito pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Isso significa que uma parcela bastante expressiva da população não consegue contribuir com o INSS.

Além disso, para microempreendedores, como aqueles que trabalham com o MEI, e donos de pequenas empresas, depender do sistema previdenciário público também pode não trazer resultados tão vantajosos assim.

Por estes motivos, saber como se aposentar com o consórcio pode ser a chave para um futuro mais tranquilo.

Antes de decidir se o consórcio para aposentadoria é uma boa para você ou não, é interessante que se organize um planejamento de vida, para entender o que precisa fazer para ter a aposentadoria que deseja. Para isso, é que interessante que você siga as dicas abaixo!

Estabeleça quais são os seus objetivos

O primeiro passo antes de qualquer planejamento financeiro de longo prazo, como planejar a aposentadoria com o consórcio, é entender qual tipo de padrão de vida deseja ter.

Se seu objetivo é conseguir parar de trabalhar o mais rápido possível, antes da idade padrão estipulada pelo INSS, por exemplo, será preciso levar em conta o fato de que terá que se dispor a poupar um pouco mais mês a mês, principalmente se você já não estiver no início da sua vida adulta.

Já para pessoas mais jovens, é mais fácil conseguir uma boa reserva sem ter que investir tanto de sua renda mensal, caso o objetivo seja aproveitar a aposentadoria apenas depois de 30 ou 40 anos.

Entenda qual o seu perfil de consumo

Para que este esquema de quanto poderá investir para seu fundo de aposentadoria seja planejado com responsabilidade, o segundo passo é ter uma visão clara do seu perfil de consumo, ao lado da sua renda.

Se no momento parte significativa dos seus ganhos são destinados a gastos básicos, será preciso avaliar um plano que lhe exija um investimento menor, pelo menos no início.

Aqui, também é essencial entender quais tipos de gastos são realmente essenciais ou não. Se você é do tipo que costuma consumir por impulso e tem dificuldade de organizar suas finanças, é interessante fazer uso de aplicativos de controle financeiro para que possa identificar seu perfil de consumo com mais facilidade.

Buscar o suporte de especialistas do ramo financeiro para organizar sua vida econômica com mais exatidão também pode ser uma boa medida.

Afinal, a educação financeira em nosso país ainda é algo que nem todos têm acesso. Por vezes, muitos deixam de otimizar o uso de seu dinheiro por falta de informação.

Entenda como você economiza seu dinheiro

Por fim, é importante dedicar um momento para realizar uma autoanálise para entender quais são as suas dificuldades na hora de economizar parte do seu dinheiro.

No Brasil, por exemplo, um dos meios mais populares de se construir uma reserva financeira é pela poupança. Entretanto, apesar de muitos usarem este meio, nem todos conseguem conquistar seus objetivos por meio da Poupança.

Isto porque, além de render pouco, economizar por meio da Poupança pode ser uma dificuldade para muitas pessoas, já que exige alto nível de disciplina.

Afinal, ao economizar pela Poupança não haverá nenhuma pressão externa para realizar o depósito de um valor específico todos os meses, nem um lembrete para que os depósitos sejam feitos.

Isso faz com que muitas pessoas acabem deixando de ter o comprometimento necessário com suas economias, por vezes até pelo esquecimento.

Para quem se encaixa neste perfil, planejar a aposentadoria com o consórcio pode ser a melhor escolha.

Como planejar a aposentadoria com o consórcio

Como ingressar em um grupo de consórcio pode ser considerado um investimento de médio a longo prazo, optar por esta alternativa é uma boa medida para quem deseja se planejar para a aposentadoria.

Os grupos funcionam como coletivos formados por pessoas que se reúnem com um interesse em comum: ter acesso a um bem ou serviço.

Assim sendo, todos os meses (pelo prazo previamente estabelecido na criação do grupo) os integrantes contribuem com um determinado valor até que todos os consorciados ativos tenham sido contemplados.

A contemplação é o momento em que o integrante do consórcio tem acesso a sua carta de crédito, que corresponde ao valor integral do serviço ou bem ao qual o consórcio está direcionado.

Por exemplo, uma pessoa que ingressa em um consórcio de imóvel para obter uma casa de R$ 200 mil, receberá uma carta de crédito com este valor ao ser contemplada, o que lhe permitirá adquirir o bem almejado à vista.

Falando em consórcio imobiliário, esta é uma das melhores opções de como usar a carta de crédito do consórcio para planejar aposentadoria, já que se trata de uma modalidade que trabalha com valores altos de carta de crédito, ideais para um bom fundo de aposentadoria.

Além do montante em si, ele também pode ser usado para quem tem interesse em manter ocupações mais tranquilas durante a aposentadoria e conseguir uma renda extra com o aluguel de uma de suas propriedades, por exemplo.

Outro fator importante é pensar na relação tempo e valor, como comentamos anteriormente. Quanto mais jovem você for, menos precisará investir mensalmente, caso não tenha tanta pressa em se aposentar.

Como escolher o melhor grupo para planejar a aposentadoria com o consórcio?

Para garantir que escolherá o melhor tipo de grupo, é preciso pensar se deseja adquirir um recurso a médio prazo apenas como forma de incrementar suas finanças, ou se deseja, de fato, construir sua reserva para a aposentadoria por meio do consórcio no longo prazo.

No primeiro cenário, opções como um consórcio de veículos, ou grupos voltados à área de serviços podem ser suficientes para lhe trazer o retorno desejado. Já para investimentos de longo prazo, o consórcio de imóveis tende a ser o mais recomendado.

Para ter a certeza de que escolherá a opção de grupo que mais se encaixa com o seu perfil para planejar a aposentadoria com o consórcio, também é essencial contar com uma administradora de confiança.

Para tal, é preciso confirmar se a mesma está regulamentada pelo Banco Central, já que todas as empresas administradoras de consórcio devem ter sua atuação atestada pelo órgão. Esse é o caso da Porto Vale Consórcio, a maior afiliada do grupo Porto no setor de consórcios.

Aqui, o seu planejamento do consórcio é feito com o suporte de especialistas do ramo, que contam com vasta experiência de mercado.

Ao entrar em contato com o time, será possível contar com o suporte dos nossos consultores e entender como usar sua carta de crédito da forma que atenda os seus objetivos ao planejar a aposentadoria com o consórcio. Cadastre suas informações para solicitar uma simulação sem compromisso!

Consórcio residencial é a melhor maneira de sair do aluguel

Quer conhecer todas as condições e benefícios oferecidos pelo consórcio residencial para sair do aluguel? Acesse o artigos da Porto Vale!

Entenda por que a opção vem ganhando mais adeptos

O consórcio residencial é uma modalidade de aquisição de imóveis que vem ganhando cada vez mais adeptos no Brasil, principalmente em função das diversas facilidades e benefícios que o sistema de consórcios oferece.  

Essa forma de investimento, ou melhor, de auto investimento, permite que um grupo de pessoas se junte para formar um fundo comum, que será utilizado para a compra do imóvel de interesse de cada consorciado.

Assim, o consórcio residencial funciona como uma opção planejada e mais segura de poupança, que pode ser usada para a aquisição de imóveis de diferentes categorias, como:

  • Terrenos;
  • Apartamentos;
  • Casas de praia;
  • Unidades comerciais;
  • Casas rurais.

Mensalmente, um ou mais participantes são contemplados por sorteio ou por lance, e recebem a carta de crédito para a aquisição do imóvel.

Cada grupo de consórcio residencial contará com suas próprias particularidades em relação ao valor da carta de crédito, que corresponde ao preço do imóvel almejado, prazo do grupo e número de participantes, além das normas particulares estabelecidas pela empresa administradora do consórcio.

Consórcio residencial x Financiamento de imóvel

Na hora de adquirir um imóvel, muitas pessoas se deparam com duas opções: consórcio residencial ou financiamento de imóvel.

O financiamento de imóvel é uma modalidade de crédito oferecida por bancos e instituições financeiras para aquisição de imóveis.

Nessa modalidade, o comprador realiza um empréstimo junto à instituição financeira, que paga o valor total do imóvel ao vendedor.

O comprador, por sua vez, pagará parcelas mensais acrescidas de juros e outras taxas até quitar o empréstimo.

Apesar de ser uma das opções mais comuns, nos últimos anos a busca por financiamentos caiu graças às dificuldades de acesso ao crédito.

De acordo com dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança – a Abecip, em 2022, o setor registrou uma queda de 6%.

Diante deste cenário, mais pessoas passaram a dar preferência para o consórcio residencial.

Aqui, vale ressaltar que, além de oferecer um processo de análise de crédito mais simples, em comparação com a avaliação realizada pelas instituições bancárias, o consórcio residencial também traz uma série de outras vantagens em relação aos financiamentos.

Na Porto Vale Consórcio, por exemplo, a análise de crédito é feita de forma criteriosa e personalizada, para que cada caso seja avaliado com cuidado.

De acordo com a gerente Jéssica Paciência, a empresa avalia o score de cada cliente antes de direcioná-lo para um coletivo.

“É interessante que tenhamos clientes com um score bom, pois isso ajuda a fortalecer o grupo”, explica ela.

Por que o consórcio residencial é vantajoso para quem quer sair do aluguel?

No Brasil, a maior parte da população que ainda paga aluguel deseja adquirir um imóvel próprio, mas tem dificuldade para a realização deste sonho.

É o que aponta uma pesquisa realizada pela startup de venda e aluguel de imóveis Quinto Andar, em parceria com o Datafolha.

De acordo com o estudo, 57% dos entrevistados que pretendem mudar de casa nos próximos dois anos querem comprar um imóvel, mas só 45% desta parcela já tem um planejamento financeiro para colocar este desejo em prática.

Conseguir poupar o suficiente para oferecer ao menos a entrada do imóvel é um dos principais desafios, algo que se reforça pela falta de educação financeira e pela dificuldade de juntar dinheiro por meios tradicionais, como a poupança.

Se você se enquadra nesse perfil, saiba que optar por um consórcio residencial pode ser a escolha perfeita para as suas necessidades.

Isto porque os consórcios de imóveis oferecem diferentes tipos de grupos, com valores e prazos específicos, o que te permite ter mais facilidade na hora de encontrar um grupo que, de fato, caiba no seu bolso.

Além disso, existe ainda uma série de benefícios oferecidos pelo consórcio residencial. Entre as principais vantagens desse modelo, podemos destacar:

1 – Realização de um investimento com o planejamento financeiro adequado

Uma das principais vantagens do consórcio residencial é a possibilidade de planejar melhor as finanças. Isso porque, ao aderir a um consórcio, é possível escolher um grupo cujo valor mensal a ser pago para formar o fundo comum se adeque às suas necessidades e possibilidades.

Dessa forma, é possível programar-se financeiramente para assumir um compromisso de longo prazo, sem que isso comprometa o orçamento mensal.

2 – Mais poder de negociação na hora de buscar pelo imóvel ideal

Ao aderir a um consórcio, o comprador tem mais poder de negociação na hora de adquirir o imóvel. Isso porque, com a carta de crédito contemplada em mãos, o interessado pode efetuar o pagamento à vista, já que a carta corresponde ao valor total do imóvel.

Assim, é possível negociar um valor mais vantajoso com o vendedor, além de poder escolher entre as melhores opções disponíveis no mercado, já que o consórcio possibilita o acesso a imóveis que, muitas vezes, não seriam possíveis de ser adquiridos por meio de outras alternativas, como o financiamento, por exemplo.

3 – Mais flexibilidade

O consórcio residencial também oferece uma maior flexibilidade ao comprador. Afinal, existem vários grupos diferentes, que visam imóveis de diversas categorias e que apresentam valores distintos.

Dessa forma, é possível escolher um plano que melhor se adapte às suas necessidades e condições financeiras.

Além disso, é possível conquistar a contemplação em qualquer momento do plano, permitindo maior liberdade de escolha e planejamento.

4 – Garantia de mais economia

Por fim, uma das principais vantagens do consórcio residencial é o fato de ele ser uma opção mais barata para ter acesso a um imóvel, graças à ausência da cobrança de juros.

Além disso, como se trata de um compromisso financeiro de longo prazo, as parcelas mensais também costumam ser bem menores do que aquelas presentes em um financiamento imobiliário. 

Apenas uma taxa administrativa é cobrada para gerenciar o consórcio, o que torna essa modalidade mais acessível para quem não tem condições de arcar com os altos juros praticados pelo mercado.

Além disso, vale destacar que várias pessoas do grupo serão contempladas nos primeiros meses do consórcio, o que significa que terão acesso ao bem desejado.

Taxas pagas no consórcio residencial

Como falado anteriormente, além da parcela mensal, os participantes do consórcio residencial precisam estar atentos às taxas e custos envolvidos na modalidade. A seguir, listamos as principais taxas cobradas no consórcio residencial:

Taxa de administração

A taxa de administração é cobrada pela administradora do consórcio para cobrir os custos com o gerenciamento do grupo, como o suporte técnico oferecido pelos consultores especializados, a manutenção do espaço e das ferramentas usadas para o funcionamento do coletivo.

Essa taxa é fixa e é calculada sobre o valor total da carta de crédito. Em geral, a taxa de administração varia entre 1% e 2% do valor total do imóvel, podendo ser maior ou menor de acordo com cada empresa.

Fundo de reserva

O fundo de reserva é uma reserva financeira criada pelo grupo para cobrir possíveis inadimplências ou imprevistos. A taxa cobrada para formação do fundo de reserva costuma variar em torno de 2% do valor total do imóvel.

Seguro de vida

O seguro de vida é obrigatório no consórcio residencial e costuma ser contratado no momento da adesão.

Esse seguro tem como objetivo proteger o grupo em caso de falecimento ou invalidez permanente de um participante contemplado. O valor do seguro pode variar de acordo com a idade e condições de saúde do participante.

Taxa de avaliação

A taxa de avaliação pode ser cobrada por algumas administradoras de consórcio para avaliar o imóvel escolhido pelo participante contemplado. Ela também é calculada de acordo com o valor do imóvel.

Seguro desemprego

Opção oferecida por algumas empresas, esta taxa não é obrigatória, mas pode ser bastante vantajosa.

Como o nome indica, ela serve como garantia de que o consorciado não terá seu investimento comprometido por um possível desemprego.

Caso venha a se encontrar nessa situação, o seguro cobre alguns meses do consórcio para garantir que o mesmo não seja interrompido.

Impostos e taxas do imóvel

Além das taxas cobradas pela administradora do consórcio, também é importante que o participante do grupo já coloque os impostos e taxas do imóvel que pretende comprar na conta do seu planejamento.

Entre esses custos estão o Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis, o ITBI, que é pago à prefeitura do município onde o imóvel está localizado.

Também é preciso levar as taxas de cartório em consideração, que são pagas no momento da escrituração do imóvel.

Como escolher uma empresa para realizar um consórcio residencial?

Ao escolher uma empresa para realizar um consórcio residencial, é importante levar em consideração alguns fatores.

Em primeiro lugar, saiba que todas as empresas de consórcio precisam estar credenciadas junto à ABAC – a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio, e ao Banco Central do Brasil.

Também é preciso garantir que os contratos propostos pelos grupos atendam ao que está previsto na lei nº 11.795, popularmente conhecida como Lei dos Consórcios.

Além destes fatores, podemos destacar 6 aspectos essenciais nos quais você pode basear sua decisão: reputação, transparência, variedade, flexibilidade, experiência e atendimento ao cliente.

Para verificar a reputação da empresa de consórcio, faça avaliações online, cheque comentários de clientes anteriores e verifique se existem reclamações ou processos judiciais registrados contra ela.

Uma boa forma de fazer isso é buscar pelos comentários no Google e a nota dada pelos clientes para determinada empresa.

No caso da Porto Vale Consórcio, por exemplo, a empresa tem uma nota de 4,9/5 nas avaliações do Google, resultado que acompanha comentários que, em sua maioria, são positivos. Este é o caso da consorciada Marcia Campos, que narrou um pouco da sua experiência com a Porto.

“Fui atendida por uma consultora chamada Thainá Schausttz, confesso que tive medo e desconfiança no primeiro momento. Mas ela foi radiante como profissional, além de sua educação e paciência comigo. Conversamos bastante, fui super bem orientada, e hoje posso dizer que um bom profissional faz a diferença em uma empresa”, escreveu ela.

Em relação à transparência da administradora de consórcio residencial, é importante avaliar como o grupo fala sobre suas políticas, termos e condições, tarifas, taxas e outras informações importantes relacionadas ao consórcio.

Verifique se todos os dados estão explicados de forma clara e se são de fácil acesso. Grupos que oferecem respostas evasivas para as dúvidas de seus clientes geralmente não querem mostrar a realidade de suas propostas por completo.

A variedade oferecida pela empresa, por sua vez, está diretamente relacionada com os produtos que o grupo oferece. Portanto, se você tem um tipo de imóvel específico em mente, é importante avaliar se a empresa de consórcio oferece as condições que você procura para consórcio residencial.

Na Porto Vale Consórcio, por exemplo, o catálogo é extenso, e vai de imóveis na praia até reformas de todos os tamanhos.

A flexibilidade também deve ser palavra de ordem no consórcio. Por isso, verifique se a empresa oferece opções flexíveis de pagamento, parcelas acessíveis e opções de antecipação de parcelas e lances.

Também faça questão de verificar se a empresa oferece um bom atendimento ao cliente, incluindo um atendimento eficiente oferecido por especialistas, esclarecimento de dúvidas e um canal de comunicação de fácil acesso.

Por fim, a experiência é outro aspecto que pesa muito na qualidade do serviço oferecido por uma administradora de consórcio. Analise se a empresa tem uma boa experiência em gerenciar esta categoria de negócio, incluindo seu histórico de sucesso e práticas de gestão financeira sólidas.

Ao considerar esses fatores, você pode ter uma melhor chance de encontrar uma empresa confiável e bem qualificada para realizar um consórcio residencial, como é o caso da Porto Vale Consórcio, maior afiliada do Grupo Porto no Brasil.

Entre em contato com um de nossos consultores para encontrar a opção de consórcio ideal para você!

Existem regras para ter mais de um consórcio ao mesmo tempo?

Você sabia que é possível ter mais de um consórcio ao mesmo tempo? O consórcio de imóveis e carro é o combo perfeito. Veja as regras!

Conheça as normas e recomendações para o caso

Os consórcios são uma das formas mais tradicionais, econômicas e seguras de ter acesso aos recursos necessários para a aquisição de um bem ou serviço. Por isso o crescente interesse em ter mais de um consórcio simultaneamente.

Este setor tem registrado altas no número de interessados, motivados, principalmente, pelas vantagens da modalidade e pelas dificuldades de acesso que outros serviços de crédito oferecem, como os financiamentos, por exemplo.

Diante dos inúmeros benefícios do consórcio, algumas pessoas acabam desejando contratar mais de uma cota ou mais de um tipo de consórcio ao mesmo tempo.

Entretanto, é importante reforçar que tal participação tem suas restrições, e as regras para contratar dois ou mais consórcios ao mesmo tempo podem variar de administradora para administradora.

Afinal, ingressar em um grupo de consórcio é um compromisso de médio a longo prazo. Dependendo do bem almejado, o investimento precisa ser planejado com responsabilidade, para que seja possível cumprir o compromisso financeiro de pagar as parcelas em dia.

Como um grupo de consórcio funciona?

Os grupos de consórcio funcionam como coletivos nos quais um número predeterminado de pessoas se reúne para conquistar um patrimônio, como um imóvel, um carro e uma moto; ou um serviço, como a instalação de painéis de energia solar, por exemplo.

Depois de ingressar em um grupo, os integrantes passam a pagar uma parcela correspondente ao valor do serviço ou bem que desejam todos os meses, por um prazo máximo estipulado antes da criação do grupo.

No caso do consórcio de imóveis, por exemplo, é comum que as parcelas cheguem a 200 meses, de acordo com o valor do bem. Já para um consórcio de veículos, outra categoria muito procurada, o prazo máximo geralmente gira em torno dos 80 meses.

Os recursos captados durante o tempo de existência do grupo são gerenciados pela administradora, uma empresa especializada em organizar e gerenciar consórcios.

Ela é responsável por realizar sorteios e contemplações por lance todos os meses. Nas assembleias, um ou mais participantes são contemplados com o crédito necessário para a aquisição do bem ou serviço de seu interesse.

Também é responsabilidade da administradora cobrar as mensalidades, aplicar o dinheiro arrecadado, gerir as cotas de participação, entre outras tarefas.

Para que o trabalho seja regularizado, é preciso que estas instituições estejam devidamente credenciadas junto ao Banco Central do Brasil e à ABAC – Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio.

Quais são os principais tipos de consórcio?

Existem diversos tipos de consórcio, que podem variar de acordo com o bem ou serviço a ser adquirido, o valor das parcelas, o prazo de pagamento e outras condições específicas. Entre os consórcios mais populares, podemos destacar:

Consórcio Imobiliário

Uma das principais escolhas para quem está em busca de realizar o sonho da casa própria, o consórcio de imóveis é excelente para quem deseja aplicar seu dinheiro no setor imobiliário.

Existem diferentes grupos presentes no mercado, com valores de crédito e prazos distintos.

No consórcio de imóveis da Porto Vale Consórcio, por exemplo, os consorciados podem efetuar o pagamento das parcelas de seu grupo em até 200 meses.

A empresa também oferece diferentes grupos para garantir que uma maior variedade de perfis de clientes possa ser contemplada.

Existem grupos dedicados àqueles que pretendem comprar um imóvel, realizar uma reforma e até para quem deseja adquirir um terreno e construir um imóvel do zero, seja como residência ou com propósitos comerciais.

As contemplações são realizadas mensalmente por meio de sorteio ou lances. Aqui, vale destacar um diferencial dessa categoria de consórcio: a possibilidade de usar o dinheiro do FGTS – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, para ser contemplado mais rápido.

Consórcio de automóveis

Com o valor dos veículos 0km nas alturas, comprar um automóvel novo é algo que deve ser feito com planejamento.

Por isso, o consórcio de veículos é uma opção tão procurada por quem deseja trocar de carro ou comprar seu primeiro automóvel.

Para que esta iniciativa seja aproveitada ao máximo, é preciso contar com grupos de consórcio que ofereçam variedade no catálogo de veículos trabalhados. 

É o caso da Porto Vale Consórcio, que oferece inúmeras opções de automóveis 0km e seminovos, para que cada consorciado possa encontrar o modelo mais adequado para suas necessidades.

Nesta modalidade de consórcio, os valores da carta de crédito geralmente variam de R$ 25 mil a R$ 125 mil. O prazo de duração dos grupos também costuma ser bastante variado, com planos de 50, 72 e 80 meses.

Consórcio Empresarial

Outra categoria em ascensão, o grupo de consórcio empresarial é uma modalidade de investimento dedicada a pessoas jurídicas, ou seja, empresas que desejem aumentar os bens de seus empreendimentos sem comprometer o capital de giro do negócio.

Uma das maiores vantagens desta modalidade é o fato de que este tipo de consórcio pode ser contratado com vários objetivos, desde a construção de um imóvel para fins comerciais até a compra de equipamentos e maquinários para o desenvolvimento de uma atividade produtiva.

Com o consórcio empresarial, especialmente aqueles oferecidos por empresas responsáveis como o grupo Porto, os empresários podem aproveitar as vantagens de um investimento seguro e estratégico, sem ter que lidar com a alta taxa de juros que costuma ser cobrada em linhas de crédito convencionais.

É possível contratar dois consórcios ao mesmo tempo?

Em geral, é permitido participar de vários consórcios ao mesmo tempo, desde que as parcelas dos dois ou mais grupos não ultrapassem uma porcentagem predeterminada da renda mensal do participante.

Essa porcentagem pode variar de acordo com a administradora do consórcio e o tipo de bem que está sendo adquirido, mas, geralmente, fica em torno de 30% da renda mensal.

Na Porto Vale Consórcio, por exemplo, contratar dois ou mais consórcios ao mesmo tempo é uma possibilidade, desde que o cliente seja aprovado na avaliação de crédito.

A gerente Monica Borges explica que tudo começa a partir da análise do perfil do cliente, para que seja possível oferecer a melhor proposta dentro do tipo de perfil diagnosticado.

“A aquisição de mais de uma cota é usual dependendo do valor do crédito solicitado, ou até mesmo como forma de investimento para diversificar os valores, podendo ser feito um consórcio de imóvel e um de automóvel, por exemplo”, explica a especialista.

Seguindo a regra dos 30% da renda, imagine uma pessoa que ganha R$ 3.000 por mês. Para que sua saúde financeira não seja comprometida, a soma das prestações dos grupos de consórcio que integra não deve passar dos R$ 900 (30% de R$ 3.000).

O que diz a lei sobre adquirir dois ou mais consórcios?

De acordo com a lei nº 11.795, conhecida como Lei dos Consórcios, não há nenhuma restrição para que uma mesma pessoa possua mais de uma cota de consórcio, cabendo às administradoras determinarem suas regulamentações internas para gerenciarem os investimentos.

No que tange à porcentagem citada anteriormente, é importante lembrar que essa também não é uma regra estabelecida por lei, mas sim uma recomendação da maioria dos especialistas do setor.

Além disso, é possível que algumas empresas estabeleçam regras mais rígidas ou mais flexíveis em relação a esse limite.

Portanto, é sempre recomendável verificar todos os detalhes do contrato com a administradora com calma, antes de participar de um segundo grupo de consórcio.

Outro fator importante a ser considerado ao participar de múltiplos consórcios é o prazo de duração dos grupos. Se os mesmos tiverem prazos diferentes, pode ser mais fácil gerenciar o pagamento das parcelas mensais sem que a renda seja comprometida demais.

No entanto, se os prazos de duração dos grupos forem semelhantes, a margem para inadimplências se torna maior, especialmente diante de imprevistos financeiros durante o período.

Além disso, é importante verificar se as administradoras dos consórcios que você pretende participar permitem essa prática, já que nem todas trabalham com a compra de mais uma cota.

Vantagens e desvantagens de possuir mais de um consórcio ao mesmo tempo

Para garantir que possuir mais de um consórcio ao mesmo tempo será, de fato, uma escolha benéfica para você, é importante conhecer as principais vantagens e desvantagens da iniciativa. Confira!

Vantagens de ter mais de um consórcio ao mesmo tempo:

1. Diversificação de investimentos

Ao participar de mais de um consórcio, é possível diversificar seus investimentos em diferentes tipos de bens ou serviços, o que pode reduzir o risco e aumentar as chances de contemplação.

2. Possibilidade de adquirir mais de um bem ou serviço

Participar de mais de um consórcio ao mesmo tempo aumenta as chances de obter mais de uma carta de crédito e, consequentemente, de adquirir mais de um bem ou serviço.

Para quem sonha com o combo casa + carro próprio, por exemplo, a opção pode ser vantajosa.

3. Flexibilidade de pagamento

Como os grupos de consórcio se caracterizam pela variedade, é possível que os integrantes encontrem coletivos com opções flexíveis de pagamento.

Assim, podem aproveitar investimentos direcionados para objetivos diferentes sem comprometer sua saúde financeira, já que poderão encontrar a proposta que mais se ajusta ao seu orçamento.

Desvantagens de possuir mais de um consórcio ao mesmo tempo

1. Comprometimento de renda

Participar de mais de um consórcio pode comprometer uma parcela significativa da renda mensal, o que pode dificultar o pagamento de outras despesas e compromissos financeiros.

Por isso, é essencial que se realize um planejamento adequado antes de considerar esta alternativa. Aqui, ter o suporte de especialistas do segmento faz toda a diferença.

Por isso, dê preferência a empresas que têm boa reputação em relação ao atendimento ao cliente, como a Porto Vale Consórcio.

2. Risco de inadimplência

Quanto maior é o compromisso financeiro, maior é o risco de inadimplência, caso ocorra uma redução na renda ou uma mudança na situação financeira do participante.

Nesse cenário, com a responsabilidade de dois grupos, é muito provável que um deles acabe sendo negligenciado. É por isso que uma avaliação aprofundada do perfil de cada cliente é tão importante.

Assim, é possível ter certeza de que o consorciado conseguirá aproveitar o investimento ao máximo, sem se prejudicar, já que a quebra de contrato pode gerar multas e até a perda da cota de consórcio.

Conheça o consórcio Porto Seguro para contratar mais de uma cota ao mesmo tempo

A Porto Vale Consórcio trabalha com o melhor consórcio do Brasil, o do Grupo Porto Seguro. A empresa oferece uma grande variedade de grupos para consórcio de imóveis, consórcio automotivo, consórcio agro e outros.

Para quem decide aderir a um consórcio, todas as assembleias podem ser acompanhadas por meio do aplicativo da Porto, que pode ser instalado gratuitamente no smartphone. Assim, cada consorciado acompanha as atualizações e informações a respeito de sua cota na palma da mão.

Como se planejar financeiramente para adquirir mais de um consórcio?

Se planejar financeiramente para contratar múltiplos consórcios ao mesmo tempo exige organização, disciplina e uma avaliação cuidadosa da própria renda.

Em primeiro lugar, é preciso que o consorciado saiba como definir seus objetivos com o consórcio. Para tal, é necessário entender onde se deseja chegar financeiramente, estabelecendo metas para o alcance de tais objetivos.

Em seguida é preciso pesquisar as opções disponíveis, comparar as taxas de administração e os prazos de pagamento, para escolher os consórcios que melhor se adaptam ao seu perfil.

Agora que você já conhece as regras sobre ter mais de um consórcio ao mesmo tempo, entre em contato com um dos consultores da Porto Vale Consórcio para conferir as modalidades oferecidas e ter seu perfil avaliado!

Qual tipo de imóvel é ideal para você?  

Está em busca do imóvel ideal para o seu perfil? Saiba o que avaliar durante a busca de uma casa, terreno ou apartamento para comprar!

Aprenda a encontrar o imóvel certo para o seu perfil

Conquistar a casa própria é algo que boa parte da população brasileira deseja, principalmente aquela parcela que se encontra no grupo dos jovens adultos.  

De acordo com uma pesquisa sobre a realidade imobiliária no Brasil, feita pela startup QuintoAndar com o Datafolha, 91% dos brasileiros entre 21 e 24 anos afirmam que ter uma casa própria é um de seus sonhos.  

Diante desta realidade, tanto para aqueles que desejam finalmente comprar sua própria casa quanto para quem quer investir em mais um imóvel, é importante ter um planejamento adequado para realizar a compra com êxito e sem endividamentos.

Para isso, especialistas recomendam que os interessados saibam, em primeiro lugar, como traçar seu próprio perfil, de modo que possam entender que tipos de imóveis atendem às suas necessidades.  

Como escolher um imóvel para comprar?

O primeiro passo para que se possa definir um perfil próprio, é estabelecer quais são as suas principais necessidades.  

No caso de quem mora sozinho, por exemplo, um espaço menor pode ser suficiente, o que talvez lhe permita priorizar outras questões, como localização, presença de um condomínio fechado, facilidades que o espaço oferece e etc. 

Já para aqueles que moram com grandes famílias, ter um espaço amplo o bastante para que todos possam morar confortavelmente deve ser uma das principais prioridades.  

No caso da presença de crianças, animais domésticos e pessoas com mobilidade reduzida, é importante ainda que uma atenção extra seja dada à infraestrutura do imóvel em relação a questões de segurança e acessibilidade.  

Também é essencial que se faça o planejamento financeiro adequado para que seja possível iniciar a empreitada com responsabilidade.   

Para isto, é preciso iniciar um planejamento familiar, avaliando todos os aspectos envolvidos no processo de aquisição do imóvel para além de seu valor de compra, como possíveis reformas, documentação, compras de móveis, decoração, gastos com mudanças, e outros.  

Todos estes fatores variam bastante de acordo com o tipo do imóvel, portanto, é interessante que se construa um planejamento completo desse investimento.  

Principais tipos de imóveis 

Existem três formas principais de se diferenciar um imóvel: por sua finalidade, por seu tamanho e por sua estrutura.  

Por exemplo, uma casa usada apenas como uma residência assumirá um papel social distinto, além de demandar documentações diferentes, daquela mesma estrutura empregada para a operação de um comércio, por exemplo.  

A mesma coisa acontece com propriedades construídas na zona rural. Quando utilizadas para a atividade agrícola ou pecuária, os imóveis passam a ser denominados como rurais. Caso sejam apenas casas de campo, não recebem esta nomenclatura.  

Cabe ainda destacar os diferentes tipos de estrutura de imóveis, como apartamentos, terrenos, casas térreas e outras. 

Como são opções tão distintas, é interessante que o futuro comprador busque por mecanismos que permitam que seu investimento seja direcionado para a modalidade que realmente deseja, como é o caso do consórcio de imóveis.  

Os grupos de consórcio são hoje uma das formas mais vantajosas de se comprar o imóvel ideal, já que não cobram taxa de juros e oferecem planos flexíveis, com parcelas que cabem no bolso de cada interessado, e ainda permitem a chance de uma contemplação rápida.

Na Porto Vale Consórcio, por exemplo, o valor da carta de crédito para o consórcio de imóveis começa a partir dos 70 mil reais, podendo ultrapassar os 500 mil. Assim, os clientes podem explorar uma gama diversa de opções de imóveis. 

De acordo com o gerente da Porto Vale, Marcus Patto, assim que contemplado o cliente já pode ter o imóvel em seu nome. 

“Ao utilizar sua carta de crédito, o imóvel ficará em seu nome e alienado à administradora. A alienação é a garantia da administradora, mas, a partir do momento que você quitar o seu consórcio, a alienação é retirada”, explica. 

Como existem diversos grupos de consórcios imobiliários, cada um voltado para uma categoria diferente, fica muito mais prático para que os consorciados possam atingir seus objetivos de forma segura, econômica e tranquila.  

Conheça algumas das principais categorias de imóveis que você pode conquistar com seu consórcio!

Apartamento

Os consórcios para apartamento são uma das opções mais populares entre pessoas mais jovens, sejam elas solteiras ou casadas. 

Este tipo de imóvel, estruturas verticais onde indivíduos e/ou famílias vivem em residências separadas, tem crescido muito nas grandes cidades do país.   

Cada unidade pode conter 1, 2, 3 ou mais dormitórios, com ou sem suíte, além de banheiro, cozinha e vagas de garagem, apesar de não ser uma obrigatoriedade.  

Os consórcios para essa categoria de imóvel têm valores variados, já que o preço de cada apartamento depende de fatores como número de quartos e vagas na garagem e facilidades oferecidas pelo condomínio, como academia, piscina, parquinho, entre outros. 

Além disso, a localização também cumpre um papel fundamental no preço final do apartamento.   

Sala comercial

As salas comerciais são espaços dedicados ao desenvolvimento de atividades comerciais. 

Estes ambientes podem ser usados para abrir uma loja, uma empresa de prestação de serviços ou outra modalidade de negócio. 

Além disso, podem ser empregados como escritórios, consultórios, e outros segmentos. 

Em geral, as salas comerciais são buscadas por quem tem planos de expandir um negócio ou obter renda por meio do aluguel. 

Estúdio

Os estúdios podem ser encontrados tanto em terrenos planos quanto em construções verticalizadas e se caracterizam pela presença de apenas dois cômodos, um quarto-sala-cozinha e mais um banheiro.  

Por serem menores e consequentemente mais baratos, esta opção se popularizou muito nos últimos anos entre pessoas solteiras, principalmente nas grandes cidades, onde o custo dos imóveis, e de vida, costuma ser bem mais elevado. 

Por esta razão, também costuma ser bastante procurado por quem tem interesse em oferecer residências para alugar para estudantes universitários. 

Quem opta por um consórcio para estúdio deve avaliar a localização do imóvel com atenção, para garantir que o investimento será recompensador. 

Terreno 

Outra opção muito popular entre os consórcios é a modalidade dedicada à compra de um terreno.  

Além de ter um valor mais acessível do que um imóvel pronto, na maioria das vezes, adquirir um terreno permite que o proprietário possa construir sua casa da forma como desejar. 

Este tipo de possibilidade se mostra particularmente interessante para aqueles que desejam explorar novas técnicas de arquitetura e otimizar o aproveitamento do terreno. 

Consórcio para casa na praia 

Modalidade específica para residências no litoral, esta categoria atende aqueles que desejam conseguir uma renda extra com o aluguel da casa durante a alta temporada, quem busca ter uma casa de veraneio para si e sua família e para quem deseja se mudar de fato para o litoral. 

Para que o consórcio em pauta seja vantajoso, é importante que a região na qual a casa está localizada seja avaliada com atenção.

Os interessados devem checar a proximidade do imóvel com o mar e se a residência foi construída em uma zona segura, longe de regiões que ofereçam riscos de deslizamentos ou inundações.  

Como encontrar o imóvel ideal?

Encontrar o imóvel ideal no consórcio é mais fácil do que você imagina, já que o mesmo permite que seus integrantes possam fazer compras à vista, o que oferece um poder de negociação muito maior e garante a possibilidade de descontos no fechamento do negócio. 

Tal vantagem é garantida através do recebimento de uma carta de crédito no valor total referente ao preço do imóvel desejado. 

Esse valor estará sempre atualizado, já que a valorização da carta de crédito acompanha o índice do segmento contratado que, neste caso, é o INCC – o Índice Nacional de Custo da Construção. 

Assim, os consorciados ficam protegidos da desvalorização e podem adquirir seu bem sem complicações. 

Por esta razão, é importante que os consorciados se atentem para escolher um grupo de consórcio que ofereça uma carta de crédito no valor que realmente precisam.  

Existem duas formas de contemplação em um consórcio de imóvel: os sorteios e os lances. Os sorteios ocorrem todos os meses durante as Assembleias, nas quais um ou mais membros sempre serão contemplados, sem que tenham que fazer nada além de cumprir com suas responsabilidades com o grupo. 

Já no caso dos lances, os membros oferecem um valor referente a um adiantamento parcial das parcelas que ainda devem pagar, para que possam ter acesso à carta de crédito.  

Para definir o valor ofertado no lance, é possível que se faça um cálculo a partir da quantidade de parcelas que deseja quitar do consórcio.   

Para que tenha mais chances de sair vitorioso, o mais recomendado é que se acompanhe os valores ofertados ao longo das assembleias para entender qual é o fôlego financeiro dos outros integrantes do grupo.  

Para contar com o apoio de uma organização que já se consolidou no ramo, faça contato com os consultores da Porto Vale Consórcio!