Comece o consórcio residencial com o dinheiro do aluguel

Saiba como fazer o planejamento para conquistar seu imóvel próprio

Otimizar os recursos financeiros é muito importante para aumentar o patrimônio. Por isso, usar a parcela do aluguel no consórcio residencial tem sido uma alternativa muito interessante para aqueles que desejam adquirir a casa própria.

Recentemente, uma pesquisa feita pela Startup Quinto Andar, em parceria com o Datafolha, mostrou que aproximadamente 27% dos brasileiros vivem em imóveis alugados.

O estudo trouxe outros dados que são muito interessantes: os jovens de 21 anos a 24 anos sonham em ter a casa própria.

Ou seja, o desejo de ter um apartamento para morar ou uma casa para viver sem ter que pagar aluguel ainda está muito presente na nossa cultura e, mais importante do que isso, faz parte dos objetivos pessoais de quase toda as gerações.

Porém, sabemos que os passos de construção de patrimônio requerem planejamento financeiro e tomadas de decisões para que o dinheiro seja utilizado da maneira mais inteligente, apresentando o melhor rendimento possível dentro de um período.

Por exemplo: se você vai pagar R$ 1 mil de aluguel por 5 anos, totalizando R$ 60 mil durante este período (descontando as correções), não é mais interessante usar este dinheiro para investir em um consórcio de imóveis e comprar a casa própria?

De fato, a lógica mostra que é mais viável investir em um imóvel próprio do que pagar aluguel por longos períodos.

Para quem deseja ter uma casa própria, usar o valor do aluguel para pagar um consórcio é uma excelente alternativa para conquistar este objetivo com mais planejamento e economia.

Como comprar uma casa própria com o valor do aluguel

Você pode estar pensando: “se vou usar o dinheiro do aluguel para pagar o consórcio, onde vou morar?”.

Sem dúvidas, usar o dinheiro do aluguel para comprar uma casa própria através do consórcio residencial requer um planejamento financeiro e uma reorganização da vida, pelo menos por um período.

Neste caso, seria interessante aumentar um pouco sua margem para investir no consórcio de imóveis para sair do aluguel e, ao mesmo tempo, reduzir seu custo de moradia por um momento.

Veja este caso: se você diminuir o seu custo com moradia para R$ 700,00 e economizar R$ 700,00 para investir em uma casa própria através do consórcio, em poucos anos você se livra definitivamente do aluguel.

Para tanto, basta um pouco de planejamento financeiro e alguns ajustes na rotina, sempre mantendo o foco em sair do aluguel.

Lembrando que um pouco de sacrifício momentâneo vale à pena, especialmente para aqueles que desejam encontrar uma forma de sair do aluguel.

Implicações do aluguel de casa ou apartamento

Além dos gastos com o valor do aluguel de casa ou apartamento, quem mora em um imóvel que não é próprio precisa lidar com alguns custos extras.

Estes valores gastos de forma adicional podem ser revertidos em um investimento na casa própria, como em uma reserva financeira para dar um lance no consórcio.

No aluguel de apartamento, o inquilino fica responsável pelo valor do pagamento da taxa de condomínio.

Já na locação de uma casa, os gastos com manutenção, como limpeza de jardim, também ficam para o inquilino.

Ao colocar na ponta do lápis todos estes gastos, começa a ficar ainda mais interessante pensar em uma estratégia para sair do aluguel através do consórcio.

Além disso, caso não tenha um fiador (uma pessoa com imóvel próprio quitado e que ficará responsável por pagar seu aluguel caso haja algum imprevisto), o inquilino poderá pagar para a imobiliária um adiantamento/seguro fiança.

Este, costuma ter o valor de 3 aluguéis, dinheiro que pode ser revertido para criar uma reserva para dar um lance em um consórcio residencial, por exemplo.

Outra desvantagem do aluguel é o aumento repentino de preços devido à lei de oferta e procura.

Em algumas cidades é normal perceber o crescimento na procura por imóveis para alugar com o passar dos anos. Isso faz com que casas e apartamentos se tornem ainda mais inacessíveis para locação.

Vale ressaltar que, caso o inquilino precise deixar o imóvel alugado antes de 1 ano no local, a maioria dos contratos apresenta multa.

Então, basta ir somando todos os custos e pensando que, se fossem direcionados para o consórcio de imóveis, você poderia ter um patrimônio mais rápido do que pensa!

Vantagens do aluguel

Já sabemos que o consórcio de imóveis é uma excelente opção para aqueles que sonham em conquistar a “casa própria”, termo mais popular para pessoas que querem ter uma casa ou apartamento para sair do aluguel.

Porém, temos que destacar as vantagens do aluguel, principalmente para quem não precisa ter um imóvel próprio. Veja as principais:

  • Trocar de casa ou apartamento para plantas maiores ou menores, conforme sua necessidade;
  • Ter flexibilidade para mudar de cidade, caso seja necessário por causa de sua profissão;
  • Rescisão de contrato com facilidade, principalmente após 1 ano de locação;
  • Gastos com reforma, manutenção estrutural ou instalações elétricas ficam sob responsabilidade do proprietário;
  • Entre outros benefícios.

Na prática, o aluguel acaba sendo uma boa solução temporária para muitas pessoas.

A sugestão é que seja feito um planejamento do valor do aluguel e por quanto tempo você deseja viver em um imóvel alugado, para separar um valor mensal para o seu consórcio de imóveis.

Caso não faça este planejamento, a tendência é que você se torne um dependente do aluguel por um período indeterminado, e isso pode gerar um arrependimento no futuro.

Como o tempo passa depressa e ficamos envolvidos com nossas tarefas do dia a dia, como estudo, trabalho e família, em 3 ou 5 anos você perceberá que poderia ter um apartamento ou casa no seu nome, para chamar de seu, se tivesse se programado um pouco.

Vantagens do consórcio para sair do aluguel

Aqueles que desejam sair do aluguel e ter uma casa própria acabam escolhendo o consórcio de imóveis por diversos motivos, mas o principal é porque o consórcio residencial não tem juros.

Os juros bancários se tornam um verdadeiro impeditivo para muita gente que não quer pagar parcelas altas por 30 anos, por exemplo.

No financiamento de imóveis, o cliente pode chegar a pagar um apartamento ou uma casa a mais de juros para o banco. É um enorme desperdício de dinheiro!

Este valor desperdiçado em juros bancários poderia ser direcionado para outros objetivos de vida, como uma faculdade, viagem, consórcio de veículos ou mesmo mobiliar a casa própria.

A Porto Seguro tem o consórcio de imóveis com créditos a partir de R$ 70 mil.

O consórcio residencial Porto tem opções de planos com parcelas reduzidas até a contemplação, excelente alternativa para quem pretende substituir parte do aluguel para ter um imóvel próprio.

Os clientes também podem usar o FGTS no consórcio, seguindo as regras da Caixa Econômica Federal. Assim, é possível acelerar a contemplação com lances.

Porto Vale Consórcio

Se faz parte do seu objetivo de vida ter uma casa própria ou um apartamento no seu nome, mas você mora de aluguel e precisa de uma orientação para fazer todas as contas e colocar o plano em prática, peça um atendimento consultivo da Porto Vale Consórcio.

A Porto Vale é a maior revendedora de consórcios Porto Seguro do Brasil, tem uma equipe de suporte ao cliente completa, que ajuda a fazer todo o passo a passo para que você tome a decisão mais interessante para ter seu imóvel, pensando em curto, médio e longo prazo.

A empresa adota um modo de operação diferenciado, voltado para ajudar as pessoas a realizarem seus sonhos e objetivos de vida por meio do consórcio, pois sabe como é importante evitar pagar juros bancários. Fale com a equipe da empresa agora mesmo!

Consórcios: tudo sobre essa modalidade de compra sem juros

Quer saber tudo sobre consórcios? Aqui, você encontra regras, taxas, tipos de consórcio, lances, cartas de crédito e muito mais!

O consórcio é um caminho planejado e econômico para a construção de patrimônio. Saiba mais!

Destacando-se como uma das opções mais tradicionais, seguras e econômicas de se acessar um bem ou serviço, os consórcios já fazem parte da realidade dos brasileiros há muito tempo.

Nos últimos anos, entretanto, as empresas vêm registrando um aumento na procura deste serviço, movido, em parte, pelo aumento dos juros, que distancia várias pessoas do acesso ao crédito, como os financiamentos bancários, por exemplo.

Esta migração se explica pelo fato de que nos consórcios não há cobrança de juros, além de outras vantagens.

Para te ajudar a entender todos os detalhes a respeito desta modalidade de compra, preparamos este artigo bem completo. Boa leitura!

O que é consórcio?

O consórcio pode ser visto como uma modalidade de compra cooperativa e de autofinanciamento, na qual um grupo de pessoas físicas ou jurídicas se reúne com o objetivo de adquirir um mesmo bem ou serviço.

Esses grupos são formados por meio de uma administradora de consórcios, que é responsável por organizar e gerenciar todo o processo envolvido na criação, manutenção e encerramento do grupo.

Ao ingressar em um destes coletivos, os participantes, chamados de consorciados, pagam parcelas mensais estabelecidas a partir do valor do bem ou serviço que desejam obter.

Estas parcelas são utilizadas para formar um fundo comum, destinado às contemplações. A cada mês, um ou mais membros são contemplados com o recebimento da carta de crédito.

Esta corresponde ao valor integral necessário para a compra do bem ou serviço desejado. O valor do crédito pode variar de acordo com o plano contratado e a duração do consórcio.

Vale destacar que é justamente o fato de a carta de crédito ser paga a partir do fundo comum, com o qual todos os consorciados contribuem, que explica por que o consórcio não tem juros.

Afinal, como o crédito é levantado pelos próprios integrantes, não há razão para se estabelecer uma cobrança de juros.

Como funciona o consórcio?

Como dito, o consórcio funciona como uma espécie de “poupança coletiva”, cujo funcionamento é regulamentado pela Lei N° 11.795, conhecida como Lei dos Consórcios.

De acordo com o Art. 7 da Lei, compete ao Banco Central do Brasil trabalhar pela normatização, coordenação, supervisão, fiscalização e controle das atividades do sistema de consórcios.

Por este motivo, para saber se uma empresa opera com legalidade, é necessário conferir se a mesma se encontra na lista de empresas administradoras presentes no site do Banco Central.

Para entender mais a fundo sobre como funciona o consórcio é importante destacar 3 fatores em específico: como funcionam as contemplações, quais são as principais taxas cobradas e quais são os principais tipos de consórcio. Confira!

Como as contemplações funcionam?

Sendo o momento mais esperado por todos os consorciados, a contemplação acontece durante as Assembleias Gerais feitas todos os meses pela administradora do grupo.

Existem duas formas de ser contemplado: por meio dos sorteios mensais feitos entre os participantes e pelos lances.

O lance nada mais é do que uma oferta de adiantamento das parcelas que ainda precisam ser pagas, para que seja possível ter acesso à carta mais rápido.

Existem três tipos de lance:

  • Livre: quem ofertar o valor mais alto será o contemplado;
  • Fixo: os lances só podem ser feitos a partir de um valor pré-definido;
  • Embutido: se oferta parte do valor da carta de crédito como lance, sendo que, caso contemplado, o valor ofertado será descontado do crédito.

Quais são as taxas cobradas no consórcio?

Outro ponto importante em relação aos consórcios são as taxas, que cumprem com papéis importantes para o funcionamento do grupo. Entre as taxas mais comuns, podemos destacar 4:

1. Taxa de administração

A taxa de administração é a principal taxa cobrada pelas administradoras de consórcio e é utilizada para cobrir os custos operacionais do grupo. Ela é calculada sobre o valor do bem a ser adquirido e é diluída ao longo das parcelas do consórcio.

Em outras palavras, a taxa de administração é dividida por igual entre todas as parcelas, o que significa que cada consorciado paga uma pequena porcentagem dessa taxa ao longo da duração do grupo.

É importante lembrar que a taxa de administração pode variar de acordo com a empresa administradora e com o tipo de consórcio escolhido.

Além disso, ela é uma das principais fontes de receita para a administradora, o que significa que escolher um grupo que oferte uma taxa de administração muito baixa pode resultar em uma qualidade de serviço menor ou em uma redução na oferta de lances contemplados.

Por isso, é importante avaliar a taxa de administração em conjunto com outros fatores, como a reputação da administradora e a estrutura do grupo de consórcio

2. Fundo de reserva

O Fundo de Reserva é uma taxa cobrada pelas administradoras de consórcio com o objetivo de garantir a saúde financeira do grupo ao longo de sua duração.

Essa taxa é paga mensalmente pelos consorciados e é utilizada para cobrir despesas inesperadas, como a inadimplência de alguns integrantes, a necessidade de reparos em um bem já adquirido ou a cobertura de eventuais prejuízos financeiros do grupo.

A taxa do Fundo de Reserva é definida no momento da formação do grupo de consórcio e pode variar de acordo com a administradora e o tipo de consórcio.

Ela geralmente é calculada sobre o valor total do bem a ser adquirido e diluída ao longo das parcelas do consórcio.

3. Seguro

Algumas administradoras de consórcio incluem um seguro no valor das parcelas. Esse seguro pode cobrir o consorciado em caso de imprevistos, como invalidez ou morte.

Também pode ser contratado como uma prevenção no caso da perda de emprego, como forma de assegurar que as mensalidades do grupo de consórcio sejam pagas por determinado período.

Assim, o consorciado ganha mais tempo para conseguir se estabilizar financeiramente de novo, sem ter que abrir mão do seu investimento.

4. Taxa de adesão

A taxa de adesão é uma taxa cobrada pela administradora de consórcio no momento da adesão ao grupo. Essa taxa é única e geralmente é cobrada no ato da assinatura do contrato de adesão.

O valor da taxa de adesão varia de acordo com a administradora do consórcio e pode ser negociado em algumas situações.

Ela é cobrada para cobrir os custos iniciais da formação do grupo, como as despesas com a elaboração do contrato de adesão, o cadastro dos consorciados e a organização do grupo.

Tipos de consórcio

Existem vários tipos de consórcios disponíveis no mercado, cada um com suas próprias características e benefícios. Entre os principais presentes no setor podemos destacar:

Consórcio de imóveis

O consórcio de imóveis é uma modalidade de consórcio muito popular, que permite aos participantes adquirirem uma carta de crédito para comprar uma casa, apartamento, terreno ou imóvel comercial.

É uma opção interessante para quem deseja adquirir um imóvel, mas não tem pressa em fazê-lo. Isto porque, apesar de muitos já serem contemplados logo no início do grupo, o prazo de duração dos consórcios imobiliários geralmente fica entre 120 e 180 meses.

Portanto, é preciso se preparar para um compromisso de anos. Para quem está em busca da casa própria, o consórcio de imóveis acaba sendo a opção mais vantajosa, já que não há a necessidade de entrada, como ocorre em um financiamento.

Além disso, as taxas costumam ser menores do que as praticadas nos financiamentos imobiliários, o que pode representar uma economia significativa no longo prazo.

Consórcio de veículos

O consórcio de veículos, como o nome sugere, se dedica à aquisição de veículos de uso pessoal ou utilitários, como carros, motos, caminhões, vans e outros.

Nesta modalidade, o prazo para a finalização do grupo, e contemplação de todos os integrantes, costuma ser menor do que em outras categorias, variando entre 36 e 84 meses.

Uma vantagem do consórcio de veículos é que, dependendo da empresa, o participante pode utilizar a carta de crédito para adquirir um veículo novo ou usado, de acordo com as regras estabelecidas no contrato.

Consórcio de reforma

O consórcio de reforma é uma modalidade de consórcio que tem como objetivo oferecer aos seus participantes a possibilidade de planejar e executar reparos em suas residências ou estabelecimentos comerciais, de forma organizada e previsível.

Entre as principais vantagens oferecidas pelo consórcio de reforma estão a ausência de juros e a possibilidade de antecipar as parcelas para aumentar as chances de ser contemplado. Também é possível utilizar o saldo do FGTS para quitar ou reduzir as parcelas do consórcio.

Além destes, também é válido ressaltar que os grupos de consórcio também podem ser usados para finalidades que vão além do bem ou serviço alvo.

Um consórcio de imóveis, por exemplo, que costuma ser um dos produtos com maior valor de carta de crédito, pode ser usado para a construção de uma reserva para aposentadoria, reserva de emergência e outras finalidades.

Como escolher seu primeiro consórcio?

Escolher o seu primeiro consórcio pode parecer um pouco confuso, mas com algumas orientações simples é possível tomar uma decisão informada e fazer a escolha certa. Aqui estão algumas dicas que podem ajudar:

1. Defina o seu objetivo

Antes de escolher um consórcio, é importante definir claramente qual é o seu objetivo financeiro.

Para quem está procurando uma forma mais segura de comprar um imóvel, por exemplo, também é preciso que façam perguntas como:

  • Qual tipo de imóvel deseja?
  • Qual será a finalidade do imóvel?
  • De qual valor será o imóvel?
  • Em quanto tempo quer adquiri-lo? 

Ter a resposta para estas e outras perguntas é essencial para que sua escolha possa ser feita com mais responsabilidade.

2. Verifique a reputação da empresa

Agora que estabeleceu seu objetivo para escolher o tipo de consórcio, é hora de escolher uma empresa de confiança.

Para isso, o primeiro passo deve ser checar as credenciais da organização junto aos órgãos reguladores. Fazer isso é importante porque muitas vezes pessoas caem em golpes aplicados por grupos não legais.

Também é importante que se verifique a reputação da empresa de consórcios antes de tomar uma decisão. Procure por comentários e avaliações online para analisar qual a classificação da administradora com seu público.

No caso da Porto Vale Consórcio, por exemplo, a nota 4,9/5 nas avaliações do Google é um indicativo da satisfação dos clientes com o atendimento e com os resultados obtidos.

3. Verifique se as parcelas cabem no seu orçamento

Outra etapa fundamental é realizar um balanço da sua vida financeira para que possa se certificar de que as parcelas do consórcio cabem no seu orçamento mensal. O ideal é que este tipo de iniciativa não comprometa mais de 30% da sua renda mensal.

Por isso, avalie seus gastos para entender o que deve ser priorizado e tenha calma na hora de escolher um grupo que atenda aos seus objetivos sem comprometer seu fôlego financeiro.

Para tal, é essencial contar com o suporte de especialistas do setor, como o time de consultores da Porto Vale, para que se possa receber o acompanhamento adequado na hora de tomar uma decisão bem planejada.

4. Se atente ao prazo de cada grupo

Outro ponto fundamental na hora de escolher um grupo de consórcio é avaliar seu prazo de duração. Para quem prefere poupar sem pressa para que possa investir um valor menor mensalmente, vale a pena dar preferência para grupos novos que tenham prazos maiores.

Já para aqueles que têm pressa em adquirir um determinado bem ou acessar um serviço, é interessante que se considere a opção de entrar em um grupo de consórcio já em andamento.

Estes oferecem como vantagem o fato de que terão um prazo de espera menor para os novos integrantes, além de possibilitar um entendimento maior da dinâmica do grupo, com acesso ao histórico de lances.

Onde entrar em um grupo de consórcios?

Para entrar em um grupo com tranquilidade, sabendo que terá o máximo de segurança e economia para o seu investimento, conte com a Porto Vale Consórcio!

Aqui, os consorciados são acompanhados por profissionais peritos e com ampla experiência no setor, além de disporem de um aparato tecnológico de alta qualidade para facilitar seu dia a dia enquanto integrante do consórcio. Entre em contato e peça uma simulação!

10 dicas para escolher o melhor consórcio

Quer saber como escolher o melhor consórcio para a realização de seus sonhos? Veja 10 dicas para acertar na decisão!

Veja como encontrar a opção ideal para você

Saber como escolher o melhor consórcio pode ser uma tarefa bastante desafiadora. Afinal, existem inúmeros grupos, administradoras, prazos e valores de cartas de crédito à disposição dos brasileiros.

Todos os fatores que envolvem a contratação de um consórcio, seja ele automotivo ou imobiliário, devem ser avaliados com calma.

Para que este momento de decisão possa ser feito da melhor forma possível, confira abaixo 10 dicas para ajudá-lo a escolher um consórcio!

1. Estabeleça os seus objetivos

Antes de mais nada, ter seus objetivos bem definidos é o primeiro passo para saber como escolher o melhor consórcio.

É preciso definir, com clareza, onde você quer chegar e o que pretende conquistar, para que seja possível tomar decisões estratégicas, que irão ao encontro do que realmente deseja.

Para tal, é importante se fazer algumas perguntas. Para o caso de pessoas que buscam por um consórcio para acessar algum tipo de serviço, como um projeto de instalação de placas de energia solar, por exemplo, é importante entender, em primeiro lugar, o que se espera deste serviço.

Já está certo de que esta é a solução que realmente procura? Sabe como o serviço funciona? Tem expectativas realistas em relação a ele? Sabe quanto custa e o que vai exigir?

Tendo tais questões em mente, será mais fácil ter uma experiência positiva com o investimento, sabendo como escolher o melhor consórcio.

2. Saiba que tipo de bem deseja

Já no caso de grupos de consórcio voltados para a aquisição de um bem, como um consórcio imobiliário ou veicular, por exemplo, o ponto principal é entender por que deseja adquirir este bem e qual tipo de propriedade atende o seu perfil.

No caso de quem deseja saber como escolher o melhor consórcio de imóveis para realizar o sonho da casa própria, é essencial entender qual tipo de residência atende suas demandas familiares e cabe no seu orçamento.

Para este tipo de avaliação, é interesse que se pondere questões como:

  • Por qual tipo de imóvel você se interessa;
  • Busca por um imóvel novo ou usado;
  • Quantas pessoas irão morar na casa;
  • Deseja se mudar o mais breve possível ou tem tempo para um planejamento de maior prazo;
  • Entre outras questões.

3. Organize sua vida financeira

Organizar sua vida financeira é essencial para poder entrar em um consórcio sem prejudicar suas finanças.

O primeiro passo é avaliar seu orçamento e verificar quanto dinheiro você pode direcionar para as parcelas do consórcio.

Analise seus gastos mensais e faça uma lista de prioridades para identificar onde você pode cortar gastos desnecessários e economizar dinheiro.

Também é importante definir em qual tipo de consórcio você deseja entrar e quanto dinheiro será necessário para participar.

Verifique se as parcelas do consórcio cabem no seu orçamento mensal sem prejudicar o pagamento de outras dívidas ou compromissos financeiros. Em um cenário ideal, o novo investimento não deve comprometer mais do que 30% da sua renda.

Caso seja possível, considere a possibilidade de aumentar sua renda por meio de trabalhos extras.

Se conseguir poupar mais dinheiro para entrar no consórcio, conseguirá ofertar lances maiores e ter mais chances de ser contemplado rapidamente.

4. Tenha uma reserva de emergência

O planejamento financeiro também deve contemplar a existência de uma reserva de emergência para lidar com possíveis imprevistos. Assim, você não precisará recorrer a empréstimos ou comprometer suas finanças.

Afinal, saber como escolher o melhor grupo de consórcio também significa entender que este tipo de iniciativa exige um compromisso de longo prazo.

Por isso, tenha certeza de que tem uma reserva antes de entrar em um grupo de consórcio, para se proteger de imprevistos financeiros que possam comprometer sua rotina.

5. Crie um planejamento

Para saber como escolher o melhor grupo de consórcio, é importante criar um planejamento financeiro que leve em consideração suas necessidades, metas e recursos financeiros, começando por uma avaliar suas finanças e verificar se você tem condições de arcar com as parcelas mensais.

Analise seu orçamento, incluindo seus ganhos e despesas fixas, para ter uma ideia de quanto você pode dedicar às parcelas do consórcio sem comprometer suas outras obrigações financeiras.

Também não deixe de pesquisar e comparar diferentes grupos de consórcio para encontrar o melhor para suas necessidades.

Verifique a reputação da empresa, as opções de pagamento e as condições do contrato. Seguindo essas dicas, você poderá criar um planejamento financeiro sólido para escolher o melhor grupo de consórcio para atender às suas necessidades e metas financeiras.

6. Pesquise as opções disponíveis no mercado

Agora que já delimitou o que realmente deseja, o que tem condições de bancar e como pretende colocar seu plano em prática, é hora de analisar as opções disponíveis no mercado para escolher o melhor grupo de consórcio.

A dica número um é buscar um grupo que se aproxime dos seus planos e que oferte a carta de crédito para o tipo de serviço ou bem que pretende adquirir.

Para isso, dedique o tempo necessário para ponderar sobre todas as propostas disponíveis, e não hesite em tirar todas as suas dúvidas ao conversar com os consultores das empresas que está considerando.

Nesse ponto, é essencial poder contar com o suporte de um boa equipe de atendimento ao cliente. Na Porto Vale Consórcio, por exemplo, o atendimento humanizado e consultivo, prestado por especialistas do setor, é um dos aspectos mais comentados e valorizados pelos clientes.

Basta conferir os comentários deixados nas avaliações no Google da Porto Vale para ver que o nível de satisfação dos clientes é altíssimo.

7. Verifique a reputação da administradora do consórcio e as garantias oferecidas

Para verificar a reputação da administradora do consórcio e as garantias oferecidas, você pode começar pesquisando sobre a administradora na internet, em sites de reclamações, fóruns de discussão e redes sociais.

É importante avaliar a quantidade e a natureza das reclamações e como a empresa responde a elas.

Também verifique se a administradora é fiscalizada pelo Bacen – o Banco Central Brasileiro, e associada à ABAC – a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios. Ela é uma entidade que representa o setor e que tem como objetivo promover o desenvolvimento do consórcio como forma de acesso ao crédito.

A associação a essas entidades é um indicativo de que a empresa segue as normas e regulamentações do setor.

8. Analise as taxas cobradas pela administradora

Para analisar as taxas cobradas pela administradora de consórcio, é importante conhecer os principais tipos de taxas da modalidade e entender como elas afetam o valor do consórcio. Algumas das taxas mais comuns são:

Taxa de administração: cobrada pela administradora para gerenciar o consórcio, geralmente é cobrada mensalmente. Ela pode variar de acordo com o tipo de consórcio e o valor da carta de crédito.

Taxa de fundo reserva: serve para cobrir eventuais inadimplências do grupo. Ela é cobrada mensalmente e geralmente varia de 1% a 2% do valor da parcela.

Taxa de contemplação: cobrada quando o consorciado é contemplado e recebe a carta de crédito. Ela pode ser fixa ou proporcional ao valor da carta de crédito, e pode variar de acordo com a administradora.

Outra taxa que costuma ser optativa é a de seguro, para proteger o consórcio e garantir a contemplação do bem em caso de imprevistos. Existem duas modalidades de seguro que podem ser contratadas pelos consorciados:

Seguro de vida: garante que, em caso de falecimento do consorciado, a parcela do consórcio será quitada e o bem ou serviço será entregue aos herdeiros legais.

Dessa forma, o consorciado não precisa se preocupar com a continuidade do pagamento das parcelas do consórcio em caso de falecimento.

Seguro prestamista: garante a quitação das parcelas do consórcio em caso de desemprego involuntário, incapacidade temporária ou permanente, ou falecimento do consorciado.

Dessa forma, o consorciado pode continuar usufruindo do bem ou serviço mesmo em caso de imprevistos financeiros ou de saúde.

Vale ressaltar que a contratação do seguro não é obrigatória, mas pode ser uma forma de proteger o investimento e garantir a realização do objetivo do consórcio.

É importante verificar as condições e coberturas do seguro com a administradora do consórcio e escolher a modalidade que melhor se adequa às necessidades e ao perfil do consorciado.

9. Considere a quantidade de participantes do grupo

A quantidade de participantes do grupo de consórcio é um fator importante a ser considerado ao escolher uma cota, pois ela pode afetar o tempo de espera para a contemplação e a possibilidade de desistência do consórcio.

Quanto maior o número de participantes do grupo, maior será a quantidade de pessoas concorrendo à carta de crédito, o que pode prolongar o tempo de espera para a contemplação.

Por outro lado, grupos com poucos participantes podem ter maior facilidade para contemplar seus membros, mas o valor da carta de crédito pode ser menor.

Por isso, é importante avaliar a estabilidade do grupo ao escolher o melhor consórcio.

10. Verifique se há possibilidade de antecipar as parcelas

Por fim, outra dica importante para saber como escolher o melhor consórcio é checar se a empresa oferece formas de antecipar as parcelas em aberto.

Uma das principais formas de antecipação do pagamento é por meio do lance, método de contemplação adotado por boa parte das empresas.

Com a antecipação das parcelas, você reduzirá o tempo que precisará pagar pelas taxas cobradas pela empresa de consórcio, já que estas costumam incidir sobre o saldo devedor.

Por consequência, será possível economizar mais dinheiro ao final do consórcio, já que o valor total das parcelas pagas será menor.

Além disso, aoantecipar as parcelas, você poderá aumentar suas chances de ser contemplado antes do prazo previsto.

Existem três tipos principais de lance: o fixo, que apresenta um valor predeterminado pela empresa; o livre, no qual você oferta o valor que tem em mãos; e o embutido, que usa parte do valor da carta de crédito.

Outra forma de antecipar suas parcelas é utilizar o FGTS – o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço, para amortizar ou quitar parcelas do consórcio de imóveis.

De acordo com as regras do FGTS, é possível utilizar o fundo para amortizar ou quitar parcelas de consórcios imobiliários desde que o trabalhador:

  • Tenha pelo menos três anos de trabalho com carteira assinada;
  • Não seja proprietário de imóvel na mesma cidade em que exerce sua ocupação principal;
  • Esteja com seu consórcio ativo e com as parcelas em dia.

Com estas questões em mente, saiba que, caso tenha interesse em fazer uso deste recurso, não deve esquecer de perguntar se a empresa administradora oferece essa possibilidade ao analisar como escolher o melhor consórcio.

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A Porto Vale Consórcio é a maior administradora de consórcios da rede Porto Seguro Bank no Brasil, eleita a melhor empresa do grupo em 2023.

A Porto se destaca pela oferta de um atendimento humanizado e atento, no qual profissionais especializados se responsabilizam pelo suporte aos consorciados.

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